Carga SIN85.938 MW▲ 3,58%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,6%▼ 0,34%EAR SE/CO54,7%▼ 0,18%EAR Sul80,9%▲ 0,37%EAR NE63,3%▼ 0,47%EAR Norte65,3%▼ 0,46%ENA SIN153% MLT▼ 0,65%ENA SE/CO146% MLT▲ 1,39%ENA Sul231% MLT▼ 1,28%ENA NE63% MLT▼ 1,56%ENA Norte42% MLT• 0,00%Carga SIN85.938 MW▲ 3,58%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,6%▼ 0,34%EAR SE/CO54,7%▼ 0,18%EAR Sul80,9%▲ 0,37%EAR NE63,3%▼ 0,47%EAR Norte65,3%▼ 0,46%ENA SIN153% MLT▼ 0,65%ENA SE/CO146% MLT▲ 1,39%ENA Sul231% MLT▼ 1,28%ENA NE63% MLT▼ 1,56%ENA Norte42% MLT• 0,00%
Hidráulica43.533 MW(51%)▼ 6,61%Térmica8.588 MW(10%)▼ 10,17%Eólica16.021 MW(19%)▲ 78,87%Solar16.378 MW(19%)▼ 0,59%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%Hidráulica43.533 MW(51%)▼ 6,61%Térmica8.588 MW(10%)▼ 10,17%Eólica16.021 MW(19%)▲ 78,87%Solar16.378 MW(19%)▼ 0,59%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%Hidráulica43.533 MW(51%)▼ 6,61%Térmica8.588 MW(10%)▼ 10,17%Eólica16.021 MW(19%)▲ 78,87%Solar16.378 MW(19%)▼ 0,59%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%
PETR4R$ 57,75▼ 0,43%PETR3R$ 64,75▲ 0,33%PRIO3R$ 71,31▲ 0,44%RECV3R$ 12,40▼ 1,82%VBBR3R$ 36,83▲ 1,49%UGPA3R$ 40,03▲ 2,38%RAIZ4R$ 0,42▲ 7,69%CSAN3R$ 5,09▼ 0,39%EGIE3R$ 31,10▲ 1,47%CMIG4R$ 11,70▲ 0,78%CPFE3R$ 49,51▲ 0,22%EQTL3R$ 48,63▲ 0,14%ENGI11R$ 66,00▼ 0,08%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,23▲ 2,28%ENEV3R$ 32,17▲ 2,45%TAEE11R$ 45,24▲ 1,73%ALUP11R$ 38,69▲ 0,49%LIGT3R$ 3,68▼ 1,34%PETR4R$ 57,75▼ 0,43%PETR3R$ 64,75▲ 0,33%PRIO3R$ 71,31▲ 0,44%RECV3R$ 12,40▼ 1,82%VBBR3R$ 36,83▲ 1,49%UGPA3R$ 40,03▲ 2,38%RAIZ4R$ 0,42▲ 7,69%CSAN3R$ 5,09▼ 0,39%EGIE3R$ 31,10▲ 1,47%CMIG4R$ 11,70▲ 0,78%CPFE3R$ 49,51▲ 0,22%EQTL3R$ 48,63▲ 0,14%ENGI11R$ 66,00▼ 0,08%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,23▲ 2,28%ENEV3R$ 32,17▲ 2,45%TAEE11R$ 45,24▲ 1,73%ALUP11R$ 38,69▲ 0,49%LIGT3R$ 3,68▼ 1,34%
BrentUS$ 111,93▲ 2,86%WTIUS$ 99,40▲ 2,32%Gás NaturalUS$ 2,77▼ 0,54%DólarR$ 5,04▲ 0,36%BrentUS$ 111,93▲ 2,86%WTIUS$ 99,40▲ 2,32%Gás NaturalUS$ 2,77▼ 0,54%DólarR$ 5,04▲ 0,36%BrentUS$ 111,93▲ 2,86%WTIUS$ 99,40▲ 2,32%Gás NaturalUS$ 2,77▼ 0,54%DólarR$ 5,04▲ 0,36%
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ONS padroniza validação de modelos para eólicas, solares e BESS

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estabeleceu novas diretrizes para a validação de modelos computacionais de usinas eólicas, solares fotovoltaicas e sistemas de armazenamento de energia (BESS), permitindo a certificação única por família de equipamento e exigindo o modo Grid-Forming para baterias. A medida visa aprimorar a representação operacional dessas tecnologias no Sistema Interligado Nacional (SIN), aumentando a transparência e a consistência nos estudos elétricos.

22 de outubro de 2026 às 07:20Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) publicou novas diretrizes que padronizam a validação de modelos computacionais para usinas eólicas, solares fotovoltaicas e sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS), impactando diretamente a representação desses ativos nos estudos elétricos do SIN. A principal mudança, em vigor a partir de 19 de outubro de 2026, é a possibilidade de realizar a validação uma única vez por família de equipamentos e versão de modelo, eliminando a necessidade de repetição para cada empreendimento que utilize a mesma tecnologia.

A iniciativa do ONS busca aumentar a transparência e reduzir divergências nos estudos elétricos do Sistema Interligado Nacional, medida relevante para a segurança operacional frente à crescente penetração de fontes renováveis e armazenamento. As novas diretrizes detalham critérios técnicos para modelos computacionais, incluindo a validação de Controladores de Usina (PPC) nos Níveis 1 e 2, e definem requisitos mínimos para modelos em transientes eletromagnéticos (EMT), visando aprimorar a representação do comportamento dos equipamentos em diferentes condições da rede.

Para os sistemas BESS, a validação deve ser realizada obrigatoriamente no modo Grid-Forming, enquanto o modo Grid-Following é considerado uma condição degradada e dispensa validação específica. Essa exigência eleva o rigor técnico, garantindo que esses sistemas sejam modelados com sua capacidade de suporte à rede em mente, proporcionando ao ONS uma base de dados mais homogênea e confiável para estudos elétricos e uma representação aprimorada do comportamento dinâmico desses ativos e sua interação com o SIN.

Os principais atores afetados são os agentes responsáveis por empreendimentos de geração eólica, solar fotovoltaica e sistemas BESS, além dos fabricantes de equipamentos baseados em eletrônica de potência. Esses agentes precisam revisar as novas notas técnicas, como a NT-ONS DPL 0436/2026, ajustar seus modelos computacionais às novas exigências e podem encaminhar dúvidas ao ONS por meio de formulário eletrônico até 10 de novembro de 2026.

A padronização da validação de modelos, passando de uma abordagem por empreendimento para uma por família de equipamento e versão de modelo, simplifica e agiliza o processo para o setor. Geradores de eólica, solar e BESS que já possuem modelos validados por família de equipamento ganham em agilidade e redução de custos administrativos, evitando a repetição do processo para cada novo projeto. Fabricantes que investem em modelos robustos e padronizados também se beneficiam da simplificação.

Esta ação do ONS se alinha a um esforço contínuo de aprimoramento regulatório e operacional para a integração de fontes renováveis e armazenamento no SIN. Em junho de 2026, a ANEEL já havia regulamentado os Sistemas de Armazenamento de Energia Elétrica (SAE), estabelecendo outorga e conexão. O ONS também tem divulgado cronogramas para atualizar a apuração de restrições eólicas e fotovoltaicas, reforçando a necessidade de modelos precisos para a segurança operacional.

A maior confiabilidade e consistência nos modelos operacionais de eólicas, solares e BESS, decorrente das novas diretrizes, tende a reduzir a incerteza no planejamento e despacho dessas fontes. Isso pode levar a uma otimização mais eficiente do sistema, potencialmente mitigando a necessidade de despacho de termelétricas mais caras em momentos de maior volatilidade ou restrição, o que, por sua vez, pode influenciar positivamente o PLD e a curva forward em submercados com alta penetração dessas tecnologias.

O principal risco reside na capacidade dos fabricantes e agentes de se adaptarem rapidamente às novas exigências, especialmente para a validação de BESS no modo Grid-Forming e os requisitos para modelos em transientes eletromagnéticos (EMT). Um atraso na adequação dos modelos pode gerar gargalos no processo de conexão de novos projetos, impactando o cronograma de entrada em operação de usinas essenciais para a expansão da oferta e a flexibilidade do sistema, com potenciais reflexos na garantia física e na disponibilidade de lastro.

O ONS prevê a publicação de um documento de apoio com respostas consolidadas às dúvidas dos agentes até 30 de novembro de 2026. A regra de transição permite o aproveitamento das validações por família de equipamento e versão de modelo, reduzindo o retrabalho para tecnologias já validadas, mas o setor precisará demonstrar agilidade na adequação para evitar impactos nos cronogramas de projetos.

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