Carga SIN87.528 MW▲ 1,85%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,4%▼ 0,34%EAR SE/CO54,6%▼ 0,18%EAR Sul80,8%▼ 0,12%EAR NE63%▼ 0,47%EAR Norte64,9%▼ 0,61%ENA SIN152% MLT▼ 0,65%ENA SE/CO147% MLT▲ 0,68%ENA Sul227% MLT▼ 1,73%ENA NE63% MLT• 0,00%ENA Norte43% MLT▲ 2,38%Carga SIN87.528 MW▲ 1,85%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,4%▼ 0,34%EAR SE/CO54,6%▼ 0,18%EAR Sul80,8%▼ 0,12%EAR NE63%▼ 0,47%EAR Norte64,9%▼ 0,61%ENA SIN152% MLT▼ 0,65%ENA SE/CO147% MLT▲ 0,68%ENA Sul227% MLT▼ 1,73%ENA NE63% MLT• 0,00%ENA Norte43% MLT▲ 2,38%
Hidráulica44.809 MW(51%)▲ 2,93%Térmica8.554 MW(10%)▼ 0,40%Eólica17.406 MW(20%)▲ 8,64%Solar15.388 MW(18%)▼ 6,04%Nuclear1.357 MW(2%)▲ 0,07%Hidráulica44.809 MW(51%)▲ 2,93%Térmica8.554 MW(10%)▼ 0,40%Eólica17.406 MW(20%)▲ 8,64%Solar15.388 MW(18%)▼ 6,04%Nuclear1.357 MW(2%)▲ 0,07%Hidráulica44.809 MW(51%)▲ 2,93%Térmica8.554 MW(10%)▼ 0,40%Eólica17.406 MW(20%)▲ 8,64%Solar15.388 MW(18%)▼ 6,04%Nuclear1.357 MW(2%)▲ 0,07%
PETR4R$ 58,08▼ 0,22%PETR3R$ 64,78▼ 0,11%PRIO3R$ 72,23▲ 1,38%RECV3R$ 12,26▼ 3,77%VBBR3R$ 37,13▲ 1,23%UGPA3R$ 39,89▲ 0,30%RAIZ4R$ 0,40▼ 2,44%CSAN3R$ 5,06▼ 3,98%EGIE3R$ 30,92▼ 1,02%CMIG4R$ 11,68▼ 1,27%CPFE3R$ 49,22▼ 1,70%EQTL3R$ 48,53▼ 2,12%ENGI11R$ 65,52▼ 2,92%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 14,97▼ 1,51%ENEV3R$ 31,95▼ 0,16%TAEE11R$ 45,11▼ 1,66%ALUP11R$ 38,62▲ 0,34%LIGT3R$ 3,71▼ 1,85%PETR4R$ 58,08▼ 0,22%PETR3R$ 64,78▼ 0,11%PRIO3R$ 72,23▲ 1,38%RECV3R$ 12,26▼ 3,77%VBBR3R$ 37,13▲ 1,23%UGPA3R$ 39,89▲ 0,30%RAIZ4R$ 0,40▼ 2,44%CSAN3R$ 5,06▼ 3,98%EGIE3R$ 30,92▼ 1,02%CMIG4R$ 11,68▼ 1,27%CPFE3R$ 49,22▼ 1,70%EQTL3R$ 48,53▼ 2,12%ENGI11R$ 65,52▼ 2,92%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 14,97▼ 1,51%ENEV3R$ 31,95▼ 0,16%TAEE11R$ 45,11▼ 1,66%ALUP11R$ 38,62▲ 0,34%LIGT3R$ 3,71▼ 1,85%
BrentUS$ 111,51▲ 2,47%WTIUS$ 98,98▲ 1,88%Gás NaturalUS$ 2,80▲ 0,22%DólarR$ 5,03▲ 0,22%BrentUS$ 111,51▲ 2,47%WTIUS$ 98,98▲ 1,88%Gás NaturalUS$ 2,80▲ 0,22%DólarR$ 5,03▲ 0,22%BrentUS$ 111,51▲ 2,47%WTIUS$ 98,98▲ 1,88%Gás NaturalUS$ 2,80▲ 0,22%DólarR$ 5,03▲ 0,22%
▸Norte Energia registra queda de 7% na geração de Belo Monte no 3T26▸Paraguai anuncia destinação de energia de Itaipu para data centers em parceria com EUA▸TCU aponta déficit de R$ 400 milhões para extensão da vida útil de Angra 1▸Eneva conclui venda da UTE Itaqui e finaliza saída da geração a carvão▸Cosan encerra negociação exclusiva para venda de participação na Rumo sem acordo▸Bioo fecha primeiro contrato público de CGOBs com player europeu▸TCU dá prazo para CNPE decidir sobre conclusão de Angra 3 até meados de 2027▸ONS padroniza validação de modelos para eólicas, solares e BESS▸Aneel PEE registra R$ 699,5 milhões em investimentos no 3T26 com economia de 317 GWh/ano▸Fazenda abre consulta pública para 2ª edição da Taxonomia Sustentável Brasileira▸Eólica offshore: o que falta para o Brasil transformar potencial em indústria?▸EPE projeta demanda recorde de QAV em 2027 e revisa diesel para 2026▸Norte Energia registra queda de 7% na geração de Belo Monte no 3T26▸Paraguai anuncia destinação de energia de Itaipu para data centers em parceria com EUA▸TCU aponta déficit de R$ 400 milhões para extensão da vida útil de Angra 1▸Eneva conclui venda da UTE Itaqui e finaliza saída da geração a carvão▸Cosan encerra negociação exclusiva para venda de participação na Rumo sem acordo▸Bioo fecha primeiro contrato público de CGOBs com player europeu▸TCU dá prazo para CNPE decidir sobre conclusão de Angra 3 até meados de 2027▸ONS padroniza validação de modelos para eólicas, solares e BESS▸Aneel PEE registra R$ 699,5 milhões em investimentos no 3T26 com economia de 317 GWh/ano▸Fazenda abre consulta pública para 2ª edição da Taxonomia Sustentável Brasileira▸Eólica offshore: o que falta para o Brasil transformar potencial em indústria?▸EPE projeta demanda recorde de QAV em 2027 e revisa diesel para 2026
Radar Energia
AnáliseMercado

Paraguai anuncia destinação de energia de Itaipu para data centers em parceria com EUA

O Paraguai vai alocar parte de sua cota de energia da hidrelétrica de Itaipu para data centers de inteligência artificial, em um acordo com empresas norte-americanas e paraguaias, conforme anunciado pelo Departamento de Estado dos EUA. A iniciativa, que deve iniciar operações em meados de 2027, representa uma mudança na tradicional venda do excedente ao Brasil.

22 de outubro de 2026 às 10:39Fonte oficial: TribunadoagresteRedação Radar Energia
Paraguai anuncia destinação de energia de Itaipu para data centers em parceria com EUA
Foto: Tribunadoagreste

O governo do Paraguai, em parceria com empresas dos Estados Unidos e locais, direcionará parte de sua cota de energia da usina hidrelétrica binacional de Itaipu para abastecer data centers de inteligência artificial. O acordo, anunciado pelo Departamento de Estado dos EUA nesta quarta-feira (21), envolve a norte-americana Crusoe e a paraguaia Araico, com a primeira fase da instalação prevista para meados de 2027. Essa decisão marca uma nova destinação para a energia que, tradicionalmente, seria vendida como excedente ao Brasil.

A iniciativa se baseia na prerrogativa do Paraguai de dispor de sua cota de 50% da energia gerada por Itaipu, conforme estabelecido pelo Tratado de 1973. O interesse norte-americano em adquirir energia da hidrelétrica para data centers não é recente, manifestado desde novembro de 2025 e reforçado em maio de 2026 pelo então secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. A formalização deste acordo ocorre em meio às discussões entre Brasil e Paraguai sobre a revisão das regras de comercialização da eletricidade, previstas no Anexo C do tratado, adicionando complexidade ao cenário.

A potencial alocação de 500 MW a 1.000 MW médios da energia paraguaia para os data centers, a partir de 2027, tende a impactar o suprimento de energia para o mercado brasileiro, que historicamente absorve esse excedente. No Brasil, o setor elétrico já projeta uma demanda crescente por data centers, com a EPE estimando 5,6 GW médios até 2030 e o ONS alertando para 2 GW e propondo revisão de regras de conexão. Essa nova demanda no Paraguai pode pressionar o Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) nos submercados Sul e Sudeste/Centro-Oeste e a curva forward para os próximos anos, elevando custos para consumidores livres e distribuidoras.

A ausência do Brasil nas negociações diretas do acordo, conforme informado pela diretoria brasileira de Itaipu, introduz um elemento geopolítico e levanta preocupações sobre a segurança do suprimento nacional. Enquanto o Paraguai ganha autonomia e atrai investimentos, o Brasil pode enfrentar a necessidade de compensar a redução da oferta com fontes mais caras, impactando o Custo Marginal de Operação (CMO) e, consequentemente, o PLD. A situação acentua a urgência das discussões sobre o Anexo C, que agora precisarão considerar um novo cenário de menor disponibilidade da energia paraguaia para o mercado brasileiro.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.