Carga SIN73.908 MW▼ 10,58%PLD MédioR$ 150,52/MWh▲ 162,64%PLD SE/COR$ 150,52/MWh▲ 162,64%PLD SulR$ 150,52/MWh▲ 162,64%PLD NER$ 150,52/MWh▲ 162,64%PLD NorteR$ 150,52/MWh▲ 162,64%EAR SIN58,9%▼ 0,34%EAR SE/CO55%▼ 0,36%EAR Sul80,7%▼ 0,25%EAR NE63,9%▼ 0,47%EAR Norte65,9%▼ 0,45%ENA SIN157% MLT▼ 0,63%ENA SE/CO143% MLT▲ 1,42%ENA Sul238% MLT▼ 1,24%ENA NE64% MLT▼ 1,54%ENA Norte42% MLT▼ 2,33%Carga SIN73.908 MW▼ 10,58%PLD MédioR$ 150,52/MWh▲ 162,64%PLD SE/COR$ 150,52/MWh▲ 162,64%PLD SulR$ 150,52/MWh▲ 162,64%PLD NER$ 150,52/MWh▲ 162,64%PLD NorteR$ 150,52/MWh▲ 162,64%EAR SIN58,9%▼ 0,34%EAR SE/CO55%▼ 0,36%EAR Sul80,7%▼ 0,25%EAR NE63,9%▼ 0,47%EAR Norte65,9%▼ 0,45%ENA SIN157% MLT▼ 0,63%ENA SE/CO143% MLT▲ 1,42%ENA Sul238% MLT▼ 1,24%ENA NE64% MLT▼ 1,54%ENA Norte42% MLT▼ 2,33%
Hidráulica43.852 MW(59%)▼ 4,89%Térmica8.290 MW(11%)▼ 12,76%Eólica6.596 MW(9%)▼ 41,82%Solar13.815 MW(19%)▼ 3,76%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%Hidráulica43.852 MW(59%)▼ 4,89%Térmica8.290 MW(11%)▼ 12,76%Eólica6.596 MW(9%)▼ 41,82%Solar13.815 MW(19%)▼ 3,76%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%Hidráulica43.852 MW(59%)▼ 4,89%Térmica8.290 MW(11%)▼ 12,76%Eólica6.596 MW(9%)▼ 41,82%Solar13.815 MW(19%)▼ 3,76%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%
PETR4R$ 58,00▲ 1,12%PETR3R$ 64,54▲ 0,50%PRIO3R$ 71,00▲ 3,88%RECV3R$ 12,63▲ 3,27%VBBR3R$ 36,29▲ 0,11%UGPA3R$ 39,10▲ 1,19%RAIZ4R$ 0,39▲ 8,33%CSAN3R$ 5,11▲ 3,86%EGIE3R$ 30,65▼ 2,26%CMIG4R$ 11,61▼ 1,28%CPFE3R$ 49,40▼ 0,54%EQTL3R$ 48,56▲ 0,85%ENGI11R$ 66,05▲ 1,52%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 14,89▲ 0,27%ENEV3R$ 31,40▼ 0,06%TAEE11R$ 44,47▼ 0,40%ALUP11R$ 38,50▲ 0,34%LIGT3R$ 3,73▼ 2,86%PETR4R$ 58,00▲ 1,12%PETR3R$ 64,54▲ 0,50%PRIO3R$ 71,00▲ 3,88%RECV3R$ 12,63▲ 3,27%VBBR3R$ 36,29▲ 0,11%UGPA3R$ 39,10▲ 1,19%RAIZ4R$ 0,39▲ 8,33%CSAN3R$ 5,11▲ 3,86%EGIE3R$ 30,65▼ 2,26%CMIG4R$ 11,61▼ 1,28%CPFE3R$ 49,40▼ 0,54%EQTL3R$ 48,56▲ 0,85%ENGI11R$ 66,05▲ 1,52%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 14,89▲ 0,27%ENEV3R$ 31,40▼ 0,06%TAEE11R$ 44,47▼ 0,40%ALUP11R$ 38,50▲ 0,34%LIGT3R$ 3,73▼ 2,86%
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Radar Energia
AnáliseTecnologia & Inovação

Unicamp desenvolve bateria de fluxo para armazenamento mais seguro e barato

Pesquisadores da Unicamp desenvolveram uma nova arquitetura de bateria de fluxo que visa tornar o armazenamento de energia solar e eólica mais seguro, com custo reduzido e montagem simplificada. A inovação emprega eletrodos cilíndricos e circulação interna de eletrólito, eliminando a necessidade de bombas e mangueiras externas.

1 de outubro de 2026 às 20:48Fonte oficial: UnicampRedação Radar Energia

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveram uma nova arquitetura de bateria de fluxo que visa tornar o armazenamento de energia solar e eólica mais seguro, barato e simples de montar. A inovação, que utiliza eletrodos cilíndricos e um mecanismo interno de circulação do eletrólito, elimina a necessidade de bombas e mangueiras externas, reduzindo significativamente o risco de vazamentos e simplificando a manutenção, conforme comunicado pela universidade.

A tecnologia emprega eletrólitos aquosos não inflamáveis e componentes nacionais, como grafite, com foco na reciclagem da cadeia de chumbo brasileira. Em testes de laboratório, a bateria alcançou aproximadamente 400 ciclos de carga e descarga sem aditivos, superando sistemas similares que não excedem 100 ciclos, e apresentou uma eficiência de carga de 98% e energética de cerca de 82%. Projetada para sistemas de armazenamento estacionário de energia em grande escala (BESS), a expectativa é de uma vida útil de até 20 anos, com a capacidade plena recuperável pela substituição do eletrólito degradado.

O desenvolvimento da Unicamp se insere em um cenário crescente de pesquisa e aplicação de baterias de fluxo para armazenamento de energia em larga escala no Brasil e no mundo. O Radar Energia já reportou em 2026 sobre a bateria de hidrogênio e ferro da holandesa Elestor, que projeta armazenamento por até 25 anos, e a entrega de sistemas BESS pela Navvion à UFMT para pesquisa, demonstrando o avanço e a importância estratégica dessas tecnologias para o setor elétrico.

Atualmente, a tecnologia está em fase de pesquisa e desenvolvimento universitário. Os pesquisadores da Unicamp depositaram um pedido de patente junto ao INPI, com apoio da Inova Unicamp. O próximo passo para a inovação chegar ao mercado depende do interesse comercial de empresas dispostas a licenciar a tecnologia e dar continuidade ao seu desenvolvimento para transformá-la em sistemas comerciais de armazenamento.

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