Carga SIN85.557 MW▲ 17,53%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN60,5%▼ 0,33%EAR SE/CO56%▼ 0,18%EAR Sul81,1%▼ 0,61%EAR NE67,3%▼ 0,30%EAR Norte70,6%▼ 0,56%ENA SIN144% MLT▼ 2,04%ENA SE/CO108% MLT▲ 1,89%ENA Sul268% MLT▼ 4,29%ENA NE74% MLT▲ 1,37%ENA Norte49% MLT• 0,00%Carga SIN85.557 MW▲ 17,53%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN60,5%▼ 0,33%EAR SE/CO56%▼ 0,18%EAR Sul81,1%▼ 0,61%EAR NE67,3%▼ 0,30%EAR Norte70,6%▼ 0,56%ENA SIN144% MLT▼ 2,04%ENA SE/CO108% MLT▲ 1,89%ENA Sul268% MLT▼ 4,29%ENA NE74% MLT▲ 1,37%ENA Norte49% MLT• 0,00%
Hidráulica44.292 MW(52%)▲ 21,62%Térmica8.247 MW(10%)▼ 22,56%Eólica17.128 MW(20%)▲ 17,60%Solar14.534 MW(17%)▲ 30,15%Nuclear1.356 MW(2%)▼ 0,15%Hidráulica44.292 MW(52%)▲ 21,62%Térmica8.247 MW(10%)▼ 22,56%Eólica17.128 MW(20%)▲ 17,60%Solar14.534 MW(17%)▲ 30,15%Nuclear1.356 MW(2%)▼ 0,15%Hidráulica44.292 MW(52%)▲ 21,62%Térmica8.247 MW(10%)▼ 22,56%Eólica17.128 MW(20%)▲ 17,60%Solar14.534 MW(17%)▲ 30,15%Nuclear1.356 MW(2%)▼ 0,15%
PETR4R$ 55,36▲ 8,19%PETR3R$ 60,40▲ 6,68%PRIO3R$ 64,15▲ 1,81%RECV3R$ 11,60▲ 3,57%VBBR3R$ 38,35▲ 0,52%UGPA3R$ 39,05▲ 1,14%RAIZ4R$ 0,36▲ 2,86%CSAN3R$ 5,10▲ 23,79%EGIE3R$ 31,64▲ 3,06%CMIG4R$ 11,98▲ 5,00%CPFE3R$ 50,04▲ 4,05%EQTL3R$ 47,66▲ 13,72%ENGI11R$ 62,85▲ 13,96%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,54▲ 12,45%ENEV3R$ 30,26▲ 5,40%TAEE11R$ 43,89▲ 2,43%ALUP11R$ 36,19▲ 8,00%LIGT3R$ 3,96▲ 5,04%PETR4R$ 55,36▲ 8,19%PETR3R$ 60,40▲ 6,68%PRIO3R$ 64,15▲ 1,81%RECV3R$ 11,60▲ 3,57%VBBR3R$ 38,35▲ 0,52%UGPA3R$ 39,05▲ 1,14%RAIZ4R$ 0,36▲ 2,86%CSAN3R$ 5,10▲ 23,79%EGIE3R$ 31,64▲ 3,06%CMIG4R$ 11,98▲ 5,00%CPFE3R$ 50,04▲ 4,05%EQTL3R$ 47,66▲ 13,72%ENGI11R$ 62,85▲ 13,96%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,54▲ 12,45%ENEV3R$ 30,26▲ 5,40%TAEE11R$ 43,89▲ 2,43%ALUP11R$ 36,19▲ 8,00%LIGT3R$ 3,96▲ 5,04%
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Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

ONS propõe reduzir encargo de baterias por contribuição de potência na ponta

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) propôs à ANEEL um novo índice, o ICP-JC, para graduar o rateio do encargo de contratação de baterias entre os geradores. A medida busca alinhar a cobrança à efetiva contribuição de potência de cada usina na janela crítica, visando maior previsibilidade para os leilões de capacidade.

1 de outubro de 2026 às 09:21Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) propôs à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) a criação do Índice de Contribuição de Potência na Janela Crítica (ICP-JC), um mecanismo para modular o rateio do Encargo de Reserva de Capacidade (ERCAP) das baterias. A sugestão visa adequar a cobrança à contribuição efetiva de potência de cada usina no período de ponta (18h-22h).

A proposta do ONS integra o arcabouço regulatório que atribui o custeio da contratação de baterias exclusivamente aos geradores, conforme a Lei 15.269/2025. A ANEEL já aprovou uma tarifação diferenciada de TUSD/TUST para sistemas de armazenamento de energia (SAE): baterias despachadas pelo ONS serão cobradas apenas na saída de energia, enquanto as não despachadas terão tarifação dupla (carga e descarga). A definição do critério de rateio é crucial antes dos Leilões de Reserva de Capacidade (LRCap) de 2 e 4 de dezembro de 2026, com início de suprimento dos contratos de 15 anos em 1º de agosto de 2028.

A introdução do ICP-JC busca uma alocação mais justa dos custos, beneficiando geradores com maior capacidade de entrega de potência na janela crítica, que teriam um encargo proporcionalmente menor. A expectativa é que a inserção de baterias aumente a flexibilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN), impactando positivamente o PLD e reduzindo o curtailment de geração renovável em 40% a 50%. Os custos da contratação, embora atribuídos aos geradores, poderão ser repassados aos consumidores cativos via contratos regulados, sem estimativa de valor pela ANEEL.

O debate sobre o rateio dos custos das baterias é notável, com associações do setor defendendo que a conta deveria ser compartilhada por outros beneficiários do sistema. Essa posição se reflete em projetos de lei como o PL 3.716/2026 e o PL 5.017/2019, que buscam alterar a Lei 15.269/2025. Outra preocupação do mercado é a dupla cobrança de TUSD/TUST para sistemas de armazenamento autônomos não despachados integralmente pelo ONS, o que pode encarecer a tecnologia, dificultar sua adoção e gerar incerteza regulatória e risco de judicialização.

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