Carga SIN84.385 MW 1,16%PLD MédioR$ 89,44/MWh 5,87%PLD SE/COR$ 89,56/MWh 5,87%PLD SulR$ 89,08/MWh 5,90%PLD NER$ 89,56/MWh 5,87%PLD NorteR$ 89,56/MWh 5,87%EAR SIN62,7% 0,16%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul80,7% 0,49%EAR NE71,8% 0,42%EAR Norte76,5% 0,39%ENA SIN152% MLT 0,00%ENA SE/CO133% MLT 3,10%ENA Sul261% MLT 1,14%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 0,00%Carga SIN84.385 MW 1,16%PLD MédioR$ 89,44/MWh 5,87%PLD SE/COR$ 89,56/MWh 5,87%PLD SulR$ 89,08/MWh 5,90%PLD NER$ 89,56/MWh 5,87%PLD NorteR$ 89,56/MWh 5,87%EAR SIN62,7% 0,16%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul80,7% 0,49%EAR NE71,8% 0,42%EAR Norte76,5% 0,39%ENA SIN152% MLT 0,00%ENA SE/CO133% MLT 3,10%ENA Sul261% MLT 1,14%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 0,00%
Hidráulica42.005 MW(50%) 4,27%Térmica8.656 MW(10%) 14,84%Eólica18.100 MW(21%) 17,03%Solar13.956 MW(16%) 4,41%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%Hidráulica42.005 MW(50%) 4,27%Térmica8.656 MW(10%) 14,84%Eólica18.100 MW(21%) 17,03%Solar13.956 MW(16%) 4,41%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%Hidráulica42.005 MW(50%) 4,27%Térmica8.656 MW(10%) 14,84%Eólica18.100 MW(21%) 17,03%Solar13.956 MW(16%) 4,41%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%
PETR4R$ 48,50 0,31%PETR3R$ 53,41 0,78%PRIO3R$ 63,24 1,05%RECV3R$ 11,02 0,18%VBBR3R$ 39,64 1,48%UGPA3R$ 39,13 0,51%RAIZ4R$ 0,26 7,14%CSAN3R$ 3,65 0,00%EGIE3R$ 30,39 0,85%CMIG4R$ 11,21 1,15%CPFE3R$ 45,45 0,69%EQTL3R$ 39,57 0,03%ENGI11R$ 52,08 0,25%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,35 5,83%ENEV3R$ 27,13 0,48%TAEE11R$ 41,91 2,10%ALUP11R$ 32,70 0,82%LIGT3R$ 3,62 0,00%PETR4R$ 48,50 0,31%PETR3R$ 53,41 0,78%PRIO3R$ 63,24 1,05%RECV3R$ 11,02 0,18%VBBR3R$ 39,64 1,48%UGPA3R$ 39,13 0,51%RAIZ4R$ 0,26 7,14%CSAN3R$ 3,65 0,00%EGIE3R$ 30,39 0,85%CMIG4R$ 11,21 1,15%CPFE3R$ 45,45 0,69%EQTL3R$ 39,57 0,03%ENGI11R$ 52,08 0,25%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,35 5,83%ENEV3R$ 27,13 0,48%TAEE11R$ 41,91 2,10%ALUP11R$ 32,70 0,82%LIGT3R$ 3,62 0,00%
BrentUS$ 98,77 5,77%WTIUS$ 95,47 6,32%Gás NaturalUS$ 2,90 0,07%DólarR$ 5,14 0,17%BrentUS$ 98,77 5,77%WTIUS$ 95,47 6,32%Gás NaturalUS$ 2,90 0,07%DólarR$ 5,14 0,17%BrentUS$ 98,77 5,77%WTIUS$ 95,47 6,32%Gás NaturalUS$ 2,90 0,07%DólarR$ 5,14 0,17%
Aneel divulga terceira edição de 2026 do boletim InfoTarifasAneel projeta alta de 9,4% na tarifa média em 2026, impulsionada pela CDECopel aprova deslistagem de ações do Latibex e concentra negociação em B3 e NYSEONS reporta CMO em queda no Sudeste/Sul/Nordeste e alta no Norte; propõe sandbox para DSOMME não confirma 7ª Emissão do POTEE 2025, gerando incerteza no planejamento da transmissãoTaesa pauta AGE para alterar objeto social e incluir armazenamento de energiaMME formaliza transferência da concessão da UHE Baguari para Baguari Energia S.A.Justiça suspende troca de cabos da Âmbar em Manaus e determina fiscalização da AneelONS publica boletim de acompanhamento da Bacia do Rio MadeiraAneel homologa reajuste tarifário de 6,94% para Equatorial ParáCemig aprova R$ 200 milhões em JCP para acionistasCCEE convoca assembleia para ratificar diretoria de tecnologia e Elisa BastosAneel divulga terceira edição de 2026 do boletim InfoTarifasAneel projeta alta de 9,4% na tarifa média em 2026, impulsionada pela CDECopel aprova deslistagem de ações do Latibex e concentra negociação em B3 e NYSEONS reporta CMO em queda no Sudeste/Sul/Nordeste e alta no Norte; propõe sandbox para DSOMME não confirma 7ª Emissão do POTEE 2025, gerando incerteza no planejamento da transmissãoTaesa pauta AGE para alterar objeto social e incluir armazenamento de energiaMME formaliza transferência da concessão da UHE Baguari para Baguari Energia S.A.Justiça suspende troca de cabos da Âmbar em Manaus e determina fiscalização da AneelONS publica boletim de acompanhamento da Bacia do Rio MadeiraAneel homologa reajuste tarifário de 6,94% para Equatorial ParáCemig aprova R$ 200 milhões em JCP para acionistasCCEE convoca assembleia para ratificar diretoria de tecnologia e Elisa Bastos
Radar Energia
AnáliseMercado

Aneel projeta alta de 9,4% na tarifa média em 2026, impulsionada pela CDE

A ANEEL estima um aumento médio de 9,4% nas tarifas de energia elétrica para 2026, conforme a terceira edição do boletim InfoTarifas, superando as projeções de inflação. O crescimento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) é o principal vetor dessa pressão, embora um repasse de R$ 5,5 bilhões da repactuação do Uso de Bem Público (UBP) deva mitigar o impacto para consumidores em regiões específicas.

18 de setembro de 2026 às 19:19Fonte oficial: ANEELRedação Radar Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) projeta um efeito médio tarifário de 9,4% para o ano de 2026, conforme a terceira edição de seu boletim InfoTarifas, divulgada nesta sexta-feira (18). A nova estimativa supera as projeções de inflação do IGP-M (4,4%) e do IPCA (5,0%), além de representar uma alta em relação à projeção anterior de 8,6% para o período. Os custos financeiros, com 4,7 pontos percentuais, e os encargos setoriais, com 1,6 p.p., são os principais fatores de pressão sobre as tarifas.

O crescimento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) se destaca como o maior vetor de elevação, com uma estimativa total de R$ 52,7 bilhões para 2026, dos quais R$ 47,8 bilhões são da CDE-Uso, configurando um avanço de 15,4% frente ao ano anterior. Contudo, a ANEEL repassou R$ 5,5 bilhões, provenientes da repactuação do Uso de Bem Público (UBP) de hidrelétricas, para distribuidoras das regiões Sudam e Sudene, incluindo Mato Grosso e partes de Minas Gerais e Espírito Santo. O mecanismo, viabilizado pela Lei nº 15.235/2025, permitiu que 24 das 34 geradoras elegíveis quitassem o UBP à vista com 50% de desconto, buscando aliviar o impacto tarifário para os consumidores cativos dessas áreas.

Para os consumidores do Ambiente de Contratação Regulada (ACR), o aumento médio de 9,4% reforça o sinal de preço para a migração ao Mercado Livre de Energia (ACL), onde o custo da energia é negociado e menos exposto a esses encargos. A manutenção da bandeira tarifária amarela em setembro, com cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh, segue a tendência observada em agosto e adiciona pressão aos custos do cativo, somando-se aos reajustes individuais já homologados, como o da Creral (14,46% para a tarifa residencial B1) e a proposta para a Neoenergia Brasília (1,86%).

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.