Carga SIN78.873 MW 6,23%PLD MédioR$ 76,67/MWh 4,89%PLD SE/COR$ 77,12/MWh 3,74%PLD SulR$ 75,33/MWh 8,56%PLD NER$ 77,12/MWh 3,75%PLD NorteR$ 77,12/MWh 3,74%EAR SIN62,6% 0,00%EAR SE/CO57,5% 0,00%EAR Sul81,2% 0,62%EAR NE71,4% 0,28%EAR Norte76,1% 0,26%ENA SIN155% MLT 1,31%ENA SE/CO138% MLT 1,47%ENA Sul254% MLT 1,17%ENA NE67% MLT 0,00%ENA Norte55% MLT 1,79%Carga SIN78.873 MW 6,23%PLD MédioR$ 76,67/MWh 4,89%PLD SE/COR$ 77,12/MWh 3,74%PLD SulR$ 75,33/MWh 8,56%PLD NER$ 77,12/MWh 3,75%PLD NorteR$ 77,12/MWh 3,74%EAR SIN62,6% 0,00%EAR SE/CO57,5% 0,00%EAR Sul81,2% 0,62%EAR NE71,4% 0,28%EAR Norte76,1% 0,26%ENA SIN155% MLT 1,31%ENA SE/CO138% MLT 1,47%ENA Sul254% MLT 1,17%ENA NE67% MLT 0,00%ENA Norte55% MLT 1,79%
Hidráulica40.545 MW(51%) 5,11%Térmica8.478 MW(11%) 5,47%Eólica16.804 MW(21%) 2,60%Solar11.686 MW(15%) 11,48%Nuclear1.360 MW(2%) 30,61%Hidráulica40.545 MW(51%) 5,11%Térmica8.478 MW(11%) 5,47%Eólica16.804 MW(21%) 2,60%Solar11.686 MW(15%) 11,48%Nuclear1.360 MW(2%) 30,61%Hidráulica40.545 MW(51%) 5,11%Térmica8.478 MW(11%) 5,47%Eólica16.804 MW(21%) 2,60%Solar11.686 MW(15%) 11,48%Nuclear1.360 MW(2%) 30,61%
PETR4R$ 48,50 0,31%PETR3R$ 53,41 0,78%PRIO3R$ 63,24 1,05%RECV3R$ 11,02 0,18%VBBR3R$ 39,64 1,48%UGPA3R$ 39,13 0,51%RAIZ4R$ 0,26 7,14%CSAN3R$ 3,65 0,00%EGIE3R$ 30,39 0,85%CMIG4R$ 11,21 1,15%CPFE3R$ 45,45 0,69%EQTL3R$ 39,57 0,03%ENGI11R$ 52,08 0,25%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,35 5,83%ENEV3R$ 27,13 0,48%TAEE11R$ 41,91 2,10%ALUP11R$ 32,70 0,82%LIGT3R$ 3,62 0,00%PETR4R$ 48,50 0,31%PETR3R$ 53,41 0,78%PRIO3R$ 63,24 1,05%RECV3R$ 11,02 0,18%VBBR3R$ 39,64 1,48%UGPA3R$ 39,13 0,51%RAIZ4R$ 0,26 7,14%CSAN3R$ 3,65 0,00%EGIE3R$ 30,39 0,85%CMIG4R$ 11,21 1,15%CPFE3R$ 45,45 0,69%EQTL3R$ 39,57 0,03%ENGI11R$ 52,08 0,25%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,35 5,83%ENEV3R$ 27,13 0,48%TAEE11R$ 41,91 2,10%ALUP11R$ 32,70 0,82%LIGT3R$ 3,62 0,00%
BrentUS$ 99,29 4,41%WTIUS$ 96,08 4,21%Gás NaturalUS$ 2,91 0,00%DólarR$ 5,14 0,13%BrentUS$ 99,29 4,41%WTIUS$ 96,08 4,21%Gás NaturalUS$ 2,91 0,00%DólarR$ 5,14 0,13%BrentUS$ 99,29 4,41%WTIUS$ 96,08 4,21%Gás NaturalUS$ 2,91 0,00%DólarR$ 5,14 0,13%
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Engie Brasil Energia lucra R$ 1,9 bilhão no 2T26 com repactuação de UBP

A Engie Brasil Energia registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão no segundo trimestre de 2026, um salto de 246% impulsionado por um ganho não recorrente de R$ 1,26 bilhão da repactuação de passivos de Uso de Bem Público (UBP). Desconsiderando esse efeito, o lucro ajustado foi de R$ 694 milhões, com alta de 23%.

6 de agosto de 2026 às 20:51Fonte oficial: EngieRedação Radar Energia
Engie Brasil Energia lucra R$ 1,9 bilhão no 2T26 com repactuação de UBP
Foto: Engie

A Engie Brasil Energia (EGIE3) reportou um lucro líquido de R$ 1,9 bilhão no segundo trimestre de 2026, representando um crescimento expressivo de 246% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi majoritariamente impulsionado por um efeito não recorrente positivo de R$ 1,26 bilhão, decorrente da adesão da companhia a um mecanismo legal de repactuação de passivos de Uso de Bem Público (UBP), conforme comunicado pela empresa.

O reconhecimento do impacto financeiro da repactuação do UBP, mecanismo previsto na Lei 15.235/2025, ocorreu integralmente no 2T26. O valor total repactuado foi de R$ 2,367 bilhões, com a liquidação financeira prevista para o terceiro trimestre de 2026. Essa medida saneou obrigações históricas da Engie associadas às suas usinas hidrelétricas Cana Brava e Ponte de Pedra, eliminando um passivo de natureza similar à dívida e fortalecendo a estrutura de capital da geradora. O UBP refere-se a pagamentos devidos por concessionárias de geração hidrelétrica à União pela utilização de recursos hídricos.

Além do efeito extraordinário do UBP, o desempenho da Engie foi sustentado pela expansão de suas operações comerciais. A companhia registrou, no segundo trimestre, um aumento de 42,3% na sua base de consumidores livres e um crescimento de 12,7% na receita com vendas para esses clientes e comercializadoras, ambos em comparação com o 2T25. Esses dados evidenciam a crescente participação da empresa no Ambiente de Contratação Livre (ACL).

A repactuação do UBP, com seu significativo impacto financeiro, estabelece um precedente para outras concessionárias de geração hidrelétrica com passivos semelhantes. Para a Engie, a maior solidez financeira pode se traduzir em capacidade ampliada para novos investimentos em geração ou transmissão, ou em maior flexibilidade para atuar no mercado de curto prazo, influenciando a oferta de energia e as condições contratuais futuras no ACL.

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