Carga SIN78.688 MW▼ 5,22%PLD MédioR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD SE/COR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD SulR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD NER$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD NorteR$ 161,43/MWh▲ 181,68%EAR SIN58,5%▲ 0,34%EAR SE/CO54,7%▲ 0,55%EAR Sul82,7%▲ 1,35%EAR NE62,5%▼ 0,16%EAR Norte63,3%▼ 0,94%ENA SIN172% MLT▲ 4,88%ENA SE/CO149% MLT▲ 0,68%ENA Sul229% MLT▲ 2,69%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%Carga SIN78.688 MW▼ 5,22%PLD MédioR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD SE/COR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD SulR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD NER$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD NorteR$ 161,43/MWh▲ 181,68%EAR SIN58,5%▲ 0,34%EAR SE/CO54,7%▲ 0,55%EAR Sul82,7%▲ 1,35%EAR NE62,5%▼ 0,16%EAR Norte63,3%▼ 0,94%ENA SIN172% MLT▲ 4,88%ENA SE/CO149% MLT▲ 0,68%ENA Sul229% MLT▲ 2,69%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%
Hidráulica43.376 MW(55%)▼ 3,11%Térmica9.351 MW(12%)▼ 1,11%Eólica11.125 MW(14%)▼ 11,01%Solar13.486 MW(17%)▼ 9,79%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica43.376 MW(55%)▼ 3,11%Térmica9.351 MW(12%)▼ 1,11%Eólica11.125 MW(14%)▼ 11,01%Solar13.486 MW(17%)▼ 9,79%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica43.376 MW(55%)▼ 3,11%Térmica9.351 MW(12%)▼ 1,11%Eólica11.125 MW(14%)▼ 11,01%Solar13.486 MW(17%)▼ 9,79%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%
PETR4R$ 53,26▼ 7,90%PETR3R$ 60,55▼ 6,46%PRIO3R$ 70,10▼ 3,48%RECV3R$ 11,07▼ 9,56%VBBR3R$ 31,63▼ 14,51%UGPA3R$ 34,91▼ 10,76%RAIZ4R$ 0,33▼ 19,51%CSAN3R$ 2,62▼ 47,81%EGIE3R$ 27,42▼ 11,80%CMIG4R$ 10,28▼ 11,84%CPFE3R$ 42,99▼ 13,13%EQTL3R$ 34,19▼ 29,02%ENGI11R$ 46,57▼ 29,36%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,75▼ 27,51%ENEV3R$ 26,03▼ 18,66%TAEE11R$ 40,22▼ 10,42%ALUP11R$ 31,59▼ 18,08%LIGT3R$ 2,67▼ 26,65%PETR4R$ 53,26▼ 7,90%PETR3R$ 60,55▼ 6,46%PRIO3R$ 70,10▼ 3,48%RECV3R$ 11,07▼ 9,56%VBBR3R$ 31,63▼ 14,51%UGPA3R$ 34,91▼ 10,76%RAIZ4R$ 0,33▼ 19,51%CSAN3R$ 2,62▼ 47,81%EGIE3R$ 27,42▼ 11,80%CMIG4R$ 10,28▼ 11,84%CPFE3R$ 42,99▼ 13,13%EQTL3R$ 34,19▼ 29,02%ENGI11R$ 46,57▼ 29,36%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,75▼ 27,51%ENEV3R$ 26,03▼ 18,66%TAEE11R$ 40,22▼ 10,42%ALUP11R$ 31,59▼ 18,08%LIGT3R$ 2,67▼ 26,65%
BrentUS$ 110,89▼ 0,73%WTIUS$ 101,98▼ 1,25%Gás NaturalUS$ 3,04▼ 0,46%DólarR$ 5,41▲ 7,17%BrentUS$ 110,89▼ 0,73%WTIUS$ 101,98▼ 1,25%Gás NaturalUS$ 3,04▼ 0,46%DólarR$ 5,41▲ 7,17%BrentUS$ 110,89▼ 0,73%WTIUS$ 101,98▼ 1,25%Gás NaturalUS$ 3,04▼ 0,46%DólarR$ 5,41▲ 7,17%
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Radar Energia
AnáliseMercado

ONS avança em plano para aprimorar dados e gestão do curtailment

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) intensifica ações para melhorar a transparência e a gestão do curtailment, lançando novas ferramentas de dados e desenvolvendo mecanismos automáticos de corte. A iniciativa busca endereçar perdas bilionárias para geradores renováveis e atender a exigências regulatórias.

10 de setembro de 2026 às 10:29Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informa que está progredindo em seu plano de ação para aprimorar a qualidade dos dados e a comunicação sobre o curtailment, um tema de crescente preocupação no setor. Em um movimento para aumentar a transparência e a previsibilidade, o ONS lançou uma nova seção em seu site dedicada ao tema, que inclui um painel interativo (BI dashboard) com informações atualizadas diariamente, além de um vídeo explicativo e um FAQ. Pela primeira vez, o Plano da Operação Energética (PEN) 2026-2030 integra uma avaliação probabilística do curtailment.

Essa iniciativa do operador responde diretamente ao dever informacional reforçado pela Resolução Normativa ANEEL nº 1.109/2024, que impôs a obrigação de disponibilizar, em plataforma pública, todos os dados usados no cálculo da frustração de geração, com motivação técnica auditável. Paralelamente, a Portaria Normativa nº 140, de 18 de julho de 2026, do Ministério de Minas e Energia (MME), definiu diretrizes para a compensação de cortes de geração de usinas solares fotovoltaicas e eólicas ocorridos entre 1º de setembro de 2023 e 25 de novembro de 2025. O prazo para manifestação de interesse em aderir ao Termo de Compromisso para essa compensação encerrou-se em 10 de agosto de 2026.

Os cortes de geração, que atingiram R$ 6 bilhões em prejuízos acumulados para geradores renováveis entre outubro de 2021 e agosto de 2025 – sendo R$ 3,2 bilhões apenas em 2025 –, impactam diretamente a receita e a Garantia Física dos empreendimentos, elevando a incerteza no Mercado Livre. O Radar Energia, por exemplo, reportou um corte de 8.637 MW na geração renovável do Nordeste em 7 de setembro de 2026, ilustrando a magnitude do problema. Para mitigar esses eventos, o ONS está desenvolvendo um sistema automático de corte de geração com capacidade de até 3 GW, cujo projeto-piloto é esperado para a área de concessão de uma distribuidora até o final de 2026.

A implementação bem-sucedida do sistema automático em 2027, após testes satisfatórios, poderá substituir intervenções manuais e otimizar a operação. Contudo, a proposta do ONS de cortar automaticamente a produção de miniusinas fotovoltaicas em momentos críticos, defendida nas contribuições para a 3ª fase da Consulta Pública ANEEL nº 45/2019, pode gerar tensões com os agentes de Micro e Minigeração Distribuída (MMGD) se não houver um arcabouço claro de compensação. O operador defende um ajuste na regulamentação para um rateio comercial mais equitativo do curtailment, buscando reduzir o impacto financeiro em fontes centralizadas em mais de 50% com a participação da MMGD.

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