Carga SIN73.230 MW 9,63%PLD MédioR$ 90,97/MWh 3,81%PLD SE/COR$ 90,97/MWh 3,80%PLD SulR$ 90,97/MWh 3,81%PLD NER$ 90,97/MWh 3,81%PLD NorteR$ 90,97/MWh 3,80%EAR SIN62,9% 0,16%EAR SE/CO57,3% 0,35%EAR Sul82,6% 0,48%EAR NE72,7% 0,27%EAR Norte77,8% 0,26%ENA SIN158% MLT 0,64%ENA SE/CO115% MLT 4,55%ENA Sul259% MLT 4,44%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 1,72%Carga SIN73.230 MW 9,63%PLD MédioR$ 90,97/MWh 3,81%PLD SE/COR$ 90,97/MWh 3,80%PLD SulR$ 90,97/MWh 3,81%PLD NER$ 90,97/MWh 3,81%PLD NorteR$ 90,97/MWh 3,80%EAR SIN62,9% 0,16%EAR SE/CO57,3% 0,35%EAR Sul82,6% 0,48%EAR NE72,7% 0,27%EAR Norte77,8% 0,26%ENA SIN158% MLT 0,64%ENA SE/CO115% MLT 4,55%ENA Sul259% MLT 4,44%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 1,72%
Hidráulica36.518 MW(50%) 12,87%Térmica9.348 MW(13%) 13,32%Eólica13.891 MW(19%) 0,56%Solar11.827 MW(16%) 7,95%Nuclear1.912 MW(3%) 3,92%Hidráulica36.518 MW(50%) 12,87%Térmica9.348 MW(13%) 13,32%Eólica13.891 MW(19%) 0,56%Solar11.827 MW(16%) 7,95%Nuclear1.912 MW(3%) 3,92%Hidráulica36.518 MW(50%) 12,87%Térmica9.348 MW(13%) 13,32%Eólica13.891 MW(19%) 0,56%Solar11.827 MW(16%) 7,95%Nuclear1.912 MW(3%) 3,92%
PETR4R$ 48,89 0,47%PETR3R$ 54,40 0,44%PRIO3R$ 63,91 0,44%RECV3R$ 11,39 2,73%VBBR3R$ 38,01 0,63%UGPA3R$ 38,46 0,18%RAIZ4R$ 0,27 3,57%CSAN3R$ 3,65 5,19%EGIE3R$ 30,25 2,42%CMIG4R$ 11,24 1,92%CPFE3R$ 44,99 3,12%EQTL3R$ 39,41 1,72%ENGI11R$ 50,86 1,83%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,52 4,79%ENEV3R$ 26,97 2,57%TAEE11R$ 40,64 1,57%ALUP11R$ 33,28 2,09%LIGT3R$ 3,75 0,00%PETR4R$ 48,89 0,47%PETR3R$ 54,40 0,44%PRIO3R$ 63,91 0,44%RECV3R$ 11,39 2,73%VBBR3R$ 38,01 0,63%UGPA3R$ 38,46 0,18%RAIZ4R$ 0,27 3,57%CSAN3R$ 3,65 5,19%EGIE3R$ 30,25 2,42%CMIG4R$ 11,24 1,92%CPFE3R$ 44,99 3,12%EQTL3R$ 39,41 1,72%ENGI11R$ 50,86 1,83%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,52 4,79%ENEV3R$ 26,97 2,57%TAEE11R$ 40,64 1,57%ALUP11R$ 33,28 2,09%LIGT3R$ 3,75 0,00%
BrentUS$ 105,83 1,17%WTIUS$ 101,55 1,50%Gás NaturalUS$ 2,89 2,23%DólarR$ 5,15 0,92%BrentUS$ 105,83 1,17%WTIUS$ 101,55 1,50%Gás NaturalUS$ 2,89 2,23%DólarR$ 5,15 0,92%BrentUS$ 105,83 1,17%WTIUS$ 101,55 1,50%Gás NaturalUS$ 2,89 2,23%DólarR$ 5,15 0,92%
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Tribunal homologa recuperação extrajudicial da Raízen de R$ 61,4 bilhões

A Raízen obteve a homologação judicial de seu Plano de Recuperação Extrajudicial em 30 de julho de 2026, reestruturando R$ 61,4 bilhões em dívidas financeiras. O plano converte 45% dos créditos em participação acionária e 55% em novos instrumentos de dívida, além de prever um aumento de capital de até R$ 4 bilhões.

31 de julho de 2026 às 10:23Fonte oficial: MigalhasRedação Radar Energia
Tribunal homologa recuperação extrajudicial da Raízen de R$ 61,4 bilhões
Foto: Migalhas

A Raízen obteve a homologação judicial de seu Plano de Recuperação Extrajudicial em 30 de julho de 2026, reestruturando dívidas financeiras de R$ 61,4 bilhões. A decisão, proferida pela 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca Central do Foro de São Paulo, torna o plano imediatamente efetivo e vinculante para todos os credores abrangidos, conforme comunicado pela companhia.

O plano prevê a conversão de 45% dos créditos quirografários em participação acionária (units) da Raízen, ao preço de R$ 0,25 por ação/unit, enquanto os 55% restantes serão transformados em novos instrumentos de dívida. Além disso, a reestruturação inclui um aumento de capital entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões, com a Shell Brasil Petróleo Ltda. comprometendo-se com R$ 3,5 bilhões em dinheiro e a Aguassanta Participações S.A. com a possibilidade de injetar R$ 500 milhões adicionais.

A reestruturação inclui uma reorganização societária que segrega as atividades da Raízen em duas unidades autônomas: Raízen Energia, focada em etanol, açúcar, bioenergia e geração, e Raízen Combustíveis, dedicada à distribuição de combustíveis da marca Shell. Credores financeiros quirografários, que aderiram ao plano com 81,6% de aprovação, e acionistas minoritários, que enfrentarão diluição, serão os principais afetados, enquanto clientes e fornecedores não terão suas obrigações alteradas.

Classificada como a maior recuperação extrajudicial do país, a operação estabelece um precedente histórico para grandes reestruturações no setor de energia e biocombustíveis. A efetivação da segregação das unidades de negócio está prevista para até 31 de dezembro de 2027, e a nova estrutura de governança, com um Chief Restructuring Officer (CRO) e um comitê de credores, acompanhará a implementação do plano.

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