Carga SIN80.557 MW 16,81%PLD MédioR$ 156,48/MWh 26,29%PLD SE/COR$ 156,48/MWh 26,29%PLD SulR$ 156,48/MWh 26,30%PLD NER$ 156,48/MWh 26,30%PLD NorteR$ 156,49/MWh 26,29%EAR SIN69,9% 0,14%EAR SE/CO63,3% 0,16%EAR Sul83,6% 0,12%EAR NE84,6% 0,35%EAR Norte90,5% 0,00%ENA SIN120% MLT 4,00%ENA SE/CO91% MLT 1,11%ENA Sul253% MLT 0,78%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 0,00%Carga SIN80.557 MW 16,81%PLD MédioR$ 156,48/MWh 26,29%PLD SE/COR$ 156,48/MWh 26,29%PLD SulR$ 156,48/MWh 26,30%PLD NER$ 156,48/MWh 26,30%PLD NorteR$ 156,49/MWh 26,29%EAR SIN69,9% 0,14%EAR SE/CO63,3% 0,16%EAR Sul83,6% 0,12%EAR NE84,6% 0,35%EAR Norte90,5% 0,00%ENA SIN120% MLT 4,00%ENA SE/CO91% MLT 1,11%ENA Sul253% MLT 0,78%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 0,00%
Hidráulica40.789 MW(50%) 16,59%Térmica10.384 MW(13%) 0,31%Eólica15.351 MW(19%) 20,83%Solar12.721 MW(16%) 32,32%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica40.789 MW(50%) 16,59%Térmica10.384 MW(13%) 0,31%Eólica15.351 MW(19%) 20,83%Solar12.721 MW(16%) 32,32%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica40.789 MW(50%) 16,59%Térmica10.384 MW(13%) 0,31%Eólica15.351 MW(19%) 20,83%Solar12.721 MW(16%) 32,32%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
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Radar Energia
AnáliseInternacional

Brasil e Coreia do Sul firmam acordos em energia e minerais críticos

O Ministério de Minas e Energia (MME) anunciou que Brasil e Coreia do Sul assinaram acordos de cooperação estratégica nas áreas de energia elétrica, renováveis e minerais críticos. A parceria visa fortalecer cadeias produtivas e acelerar a transição energética, com foco em agregação de valor no Brasil e segurança de suprimento para a Coreia do Sul.

28 de julho de 2026 às 09:37Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que o Brasil e a Coreia do Sul assinaram acordos de cooperação em energia elétrica, energias renováveis e minerais críticos. A parceria busca fortalecer as cadeias produtivas e impulsionar a transição energética global, conforme comunicado pela pasta.

Os instrumentos firmados incluem um Memorando de Entendimento (MoU) para a área de energia, que prevê a ampliação da cooperação em renováveis, eficiência energética, transmissão, distribuição, redes inteligentes, pesquisa e desenvolvimento (P&D), além de capacitação técnica. Paralelamente, um Comunicado Conjunto para minerais críticos visa fortalecer cadeias de valor resilientes e sustentáveis para insumos como lítio, terras raras, níquel e grafita, incentivando o processamento e refino no Brasil. O MoU de energia tem vigência inicial de cinco anos, com renovação automática, e os acordos dão continuidade à Parceria Estratégica e ao Plano de Ação Brasil-Coreia 2026-2029, estabelecidos em fevereiro.

Com a formalização, o Brasil se posiciona como um polo de valor agregado na cadeia global de transição, incentivando o processamento e refino local e gerando empregos qualificados, em vez da mera exportação de minério bruto. Já a Coreia do Sul, uma potência industrial dependente de importações, assegura acesso a insumos estratégicos para suas indústrias de alta tecnologia e baterias, mitigando riscos geopolíticos e de concentração de oferta.

A cooperação em energia, focada em renováveis e redes inteligentes, capitaliza o vasto potencial brasileiro e a expertise tecnológica sul-coreana, podendo acelerar a implementação de soluções avançadas no país e oferecer à Coreia do Sul uma plataforma para testar e exportar suas tecnologias. Governos de ambos os países devem agora implementar as iniciativas, facilitando investimentos e intercâmbio técnico, enquanto empresas e instituições de P&D são incentivadas a formar parcerias e desenvolver projetos conjuntos.

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