Carga SIN76.411 MW▼ 8,65%PLD MédioR$ 77,79/MWh▲ 33,67%PLD SE/COR$ 77,79/MWh▲ 33,57%PLD SulR$ 77,79/MWh▲ 33,98%PLD NER$ 77,79/MWh▲ 33,57%PLD NorteR$ 77,79/MWh▲ 33,57%EAR SIN59,9%▼ 0,17%EAR SE/CO55,7%▲ 0,18%EAR Sul81,2%▼ 0,12%EAR NE65,8%▼ 0,60%EAR Norte68,9%▼ 0,14%ENA SIN151% MLT▲ 0,67%ENA SE/CO122% MLT▲ 0,83%ENA Sul240% MLT• 0,00%ENA NE72% MLT▼ 1,37%ENA Norte43% MLT• 0,00%Carga SIN76.411 MW▼ 8,65%PLD MédioR$ 77,79/MWh▲ 33,67%PLD SE/COR$ 77,79/MWh▲ 33,57%PLD SulR$ 77,79/MWh▲ 33,98%PLD NER$ 77,79/MWh▲ 33,57%PLD NorteR$ 77,79/MWh▲ 33,57%EAR SIN59,9%▼ 0,17%EAR SE/CO55,7%▲ 0,18%EAR Sul81,2%▼ 0,12%EAR NE65,8%▼ 0,60%EAR Norte68,9%▼ 0,14%ENA SIN151% MLT▲ 0,67%ENA SE/CO122% MLT▲ 0,83%ENA Sul240% MLT• 0,00%ENA NE72% MLT▼ 1,37%ENA Norte43% MLT• 0,00%
Hidráulica37.982 MW(50%)▼ 10,66%Térmica9.643 MW(13%)▼ 4,59%Eólica14.540 MW(19%)▼ 5,47%Solar12.890 MW(17%)▼ 9,82%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%Hidráulica37.982 MW(50%)▼ 10,66%Térmica9.643 MW(13%)▼ 4,59%Eólica14.540 MW(19%)▼ 5,47%Solar12.890 MW(17%)▼ 9,82%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%Hidráulica37.982 MW(50%)▼ 10,66%Térmica9.643 MW(13%)▼ 4,59%Eólica14.540 MW(19%)▼ 5,47%Solar12.890 MW(17%)▼ 9,82%Nuclear1.356 MW(2%)▲ 0,07%
PETR4R$ 56,00▲ 3,07%PETR3R$ 63,06▲ 5,01%PRIO3R$ 64,45▲ 2,94%RECV3R$ 12,22▲ 4,44%VBBR3R$ 36,88▼ 1,78%UGPA3R$ 39,09▲ 0,93%RAIZ4R$ 0,38▲ 15,15%CSAN3R$ 5,40▲ 6,93%EGIE3R$ 31,73▲ 1,41%CMIG4R$ 12,13▲ 2,19%CPFE3R$ 52,65▲ 5,11%EQTL3R$ 50,75▲ 3,57%ENGI11R$ 68,71▲ 5,61%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,59▼ 1,20%ENEV3R$ 31,41▲ 3,32%TAEE11R$ 46,45▲ 3,82%ALUP11R$ 39,72▲ 4,03%LIGT3R$ 3,94• 0,00%PETR4R$ 56,00▲ 3,07%PETR3R$ 63,06▲ 5,01%PRIO3R$ 64,45▲ 2,94%RECV3R$ 12,22▲ 4,44%VBBR3R$ 36,88▼ 1,78%UGPA3R$ 39,09▲ 0,93%RAIZ4R$ 0,38▲ 15,15%CSAN3R$ 5,40▲ 6,93%EGIE3R$ 31,73▲ 1,41%CMIG4R$ 12,13▲ 2,19%CPFE3R$ 52,65▲ 5,11%EQTL3R$ 50,75▲ 3,57%ENGI11R$ 68,71▲ 5,61%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,59▼ 1,20%ENEV3R$ 31,41▲ 3,32%TAEE11R$ 46,45▲ 3,82%ALUP11R$ 39,72▲ 4,03%LIGT3R$ 3,94• 0,00%
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Radar Energia
AnáliseMercado

Energisa conclui venda de cinco ativos de transmissão à Taesa por R$ 1,64 bilhão

A Energisa finalizou nesta quarta-feira (12/08) a venda de cinco empresas de transmissão para a Taesa, em uma operação avaliada em R$ 1,64 bilhão. A transação envolve 1.305 km de linhas e 12 subestações, consolidando a estratégia de otimização de capital da Energisa e a expansão da Taesa no segmento regulado.

12 de agosto de 2026 às 20:23Fonte oficial: EnergisaRedação Radar Energia

O Grupo Energisa concluiu nesta quarta-feira (12/08) a venda de 100% do capital social de cinco de suas empresas de transmissão (ETT 1, ETT 2, EPA 1, EPA 2 e EGO I) para a Taesa, por um valor final de aquisição de R$ 1,64 bilhão. A operação, que havia sido anunciada em maio, transfere para a Taesa a propriedade, operação e manutenção de 1.305 km de linhas de transmissão e 12 subestações, após a satisfação das condições precedentes e aprovações regulatórias.

Para a Energisa, a desinvestida visa otimizar sua estrutura de capital e reduzir a alavancagem, embora a venda gere um impacto contábil negativo de R$ 596 milhões no segundo trimestre de 2026, sem efeito caixa. Já a Taesa expande significativamente seu portfólio, adicionando aproximadamente R$ 291 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) para o ciclo 2025-2026. A aquisição eleva a capacidade de transformação da Taesa em cerca de 33%, para 18 mil MVA, e amplia o prazo médio de suas concessões para 22 anos.

A conclusão da transação foi precedida pelas aprovações da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), órgãos reguladores que garantem a conformidade e a livre concorrência no setor. A ANEEL, por meio de normas como a Resolução Normativa nº 1.077/2023, estabelece os critérios para a transferência de controle societário de ativos de transmissão, assegurando a continuidade e a qualidade dos serviços.

Esta operação reforça a atratividade do segmento de transmissão no Brasil, caracterizado por receitas estáveis e reguladas, e a busca por escala e eficiência entre os grandes players. A transação se insere em um contexto de intensa atividade de fusões e aquisições no setor elétrico, com grupos como ISA Energia e Axia Energia também movimentando seus portfólios em busca de consolidação e otimização de ativos.

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