Carga SIN84.560 MW 1,32%PLD MédioR$ 104,69/MWh 28,24%PLD SE/COR$ 104,7/MWh 28,29%PLD SulR$ 104,69/MWh 28,11%PLD NER$ 104,69/MWh 28,29%PLD NorteR$ 104,7/MWh 28,29%EAR SIN68,7% 0,15%EAR SE/CO62,1% 0,16%EAR Sul84,4% 0,47%EAR NE82,5% 0,24%EAR Norte88,6% 0,23%ENA SIN121% MLT 1,68%ENA SE/CO104% MLT 0,95%ENA Sul187% MLT 0,53%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte75% MLT 1,32%Carga SIN84.560 MW 1,32%PLD MédioR$ 104,69/MWh 28,24%PLD SE/COR$ 104,7/MWh 28,29%PLD SulR$ 104,69/MWh 28,11%PLD NER$ 104,69/MWh 28,29%PLD NorteR$ 104,7/MWh 28,29%EAR SIN68,7% 0,15%EAR SE/CO62,1% 0,16%EAR Sul84,4% 0,47%EAR NE82,5% 0,24%EAR Norte88,6% 0,23%ENA SIN121% MLT 1,68%ENA SE/CO104% MLT 0,95%ENA Sul187% MLT 0,53%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte75% MLT 1,32%
Hidráulica43.404 MW(51%) 0,27%Térmica10.898 MW(13%) 7,55%Eólica14.965 MW(18%) 1,40%Solar13.969 MW(16%) 1,27%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.404 MW(51%) 0,27%Térmica10.898 MW(13%) 7,55%Eólica14.965 MW(18%) 1,40%Solar13.969 MW(16%) 1,27%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.404 MW(51%) 0,27%Térmica10.898 MW(13%) 7,55%Eólica14.965 MW(18%) 1,40%Solar13.969 MW(16%) 1,27%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 40,87 2,53%PETR3R$ 45,69 3,10%PRIO3R$ 57,45 2,96%RECV3R$ 10,23 1,19%VBBR3R$ 34,23 2,45%UGPA3R$ 31,28 3,49%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,67 6,14%EGIE3R$ 29,73 0,34%CMIG4R$ 10,92 2,93%CPFE3R$ 44,80 2,80%EQTL3R$ 37,28 4,85%ENGI11R$ 46,88 6,69%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,81 3,14%ENEV3R$ 26,18 2,97%TAEE11R$ 39,25 2,02%ALUP11R$ 32,06 2,11%LIGT3R$ 3,10 0,00%PETR4R$ 40,87 2,53%PETR3R$ 45,69 3,10%PRIO3R$ 57,45 2,96%RECV3R$ 10,23 1,19%VBBR3R$ 34,23 2,45%UGPA3R$ 31,28 3,49%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,67 6,14%EGIE3R$ 29,73 0,34%CMIG4R$ 10,92 2,93%CPFE3R$ 44,80 2,80%EQTL3R$ 37,28 4,85%ENGI11R$ 46,88 6,69%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,81 3,14%ENEV3R$ 26,18 2,97%TAEE11R$ 39,25 2,02%ALUP11R$ 32,06 2,11%LIGT3R$ 3,10 0,00%
BrentUS$ 83,55 1,29%WTIUS$ 78,18 1,15%Gás NaturalUS$ 2,66 0,83%DólarR$ 5,08 1,06%BrentUS$ 83,55 1,29%WTIUS$ 78,18 1,15%Gás NaturalUS$ 2,66 0,83%DólarR$ 5,08 1,06%BrentUS$ 83,55 1,29%WTIUS$ 78,18 1,15%Gás NaturalUS$ 2,66 0,83%DólarR$ 5,08 1,06%
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Radar Energia
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EPE projeta R$ 57 bilhões em investimentos para armazenamento de energia até 2035

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima que o Brasil demandará R$ 57 bilhões em investimentos para sistemas de armazenamento de energia por baterias (BESS) até 2035, um volume crucial para a flexibilização da rede elétrica. A projeção reflete a urgência em integrar de forma segura e eficiente a crescente capacidade de fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, ao Sistema Interligado Nacional.

25 de junho de 2026 às 11:33Fonte oficial: EPERedação Radar Energia

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta que o setor elétrico brasileiro demandará R$ 57 bilhões em investimentos em sistemas de armazenamento de energia por baterias (BESS) até 2035. Essa estimativa, detalhada em estudo recente da instituição, destaca a relevância estratégica dessas tecnologias para garantir a estabilidade e a flexibilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) diante da rápida expansão de fontes renováveis intermitentes.

O interesse em BESS no planejamento energético brasileiro intensificou-se nos últimos anos, impulsionado pelo avanço significativo da participação de fontes como a solar e a eólica na matriz. Juntas, essas fontes já somam mais de 30 GW de capacidade instalada no SIN, o que demanda soluções para mitigar sua intermitência e otimizar o despacho de energia. Esse cenário contrasta com a capacidade de armazenamento atual, ainda incipiente e restrita a poucos projetos-piloto.

A EPE, em seus Planos Decenais de Expansão de Energia (PDEs), tem gradualmente incorporado o armazenamento como uma solução estratégica. Estudos mais aprofundados sobre o potencial e a viabilidade técnico-econômica dos BESS ganharam destaque, consolidando a percepção de que essas tecnologias são indispensáveis para a segurança operacional e a otimização do sistema elétrico no médio e longo prazos.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) é o principal órgão regulador, responsável por definir as regras de conexão, operação e remuneração dos BESS. Contudo, o arcabouço regulatório para essas tecnologias ainda está em desenvolvimento. A ausência de uma regulamentação específica e abrangente, que contemple todos os modelos de negócio e a valoração dos múltiplos serviços que o armazenamento pode prestar, é vista como um entrave para o destravamento dos investimentos.

Embora a ANEEL já tenha emitido resoluções que tangenciam o tema, como a Resolução Normativa nº 1.000/2021 sobre acesso ao sistema, o mercado aguarda por diretrizes mais claras que permitam a estruturação de projetos e a atração de capital. Os principais atores do mercado que seriam afetados ou que investiriam incluem geradores de energia renovável, empresas de transmissão e distribuição, além de grandes consumidores industriais em busca de otimização energética.

A concretização desses investimentos em BESS pode impactar significativamente a estabilidade e a flexibilidade do Sistema Interligado Nacional, permitindo uma integração ainda maior de fontes renováveis. Espera-se uma potencial redução da necessidade de despacho de termelétricas mais caras, o que pode contribuir para a modicidade tarifária no longo prazo, além de abrir novas oportunidades para o mercado livre e aprimorar a qualidade de energia fornecida.

No cenário internacional, países como Estados Unidos, Austrália e Alemanha já possuem mercados de BESS mais desenvolvidos, impulsionados pela alta penetração de renováveis e pela necessidade de flexibilidade da rede. Na Califórnia, por exemplo, o armazenamento é crucial para gerenciar a chamada "duck curve" e os picos de demanda, enquanto na Austrália, grandes baterias são usadas para estabilizar a rede após eventos de interrupção, oferecendo modelos de sucesso e aprendizado para o Brasil.

Para que as projeções da EPE se materializem, os próximos passos incluem o detalhamento dessas visões em documentos como o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) e estudos específicos sobre armazenamento, que orientam o planejamento do setor. A ANEEL, por sua vez, deve avançar em consultas públicas e discussões regulatórias para aprimorar a valoração dos serviços de BESS e sua inclusão em futuros leilões de energia e transmissão, criando os mecanismos para a contratação e remuneração desses ativos.

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