Carga SIN79.259 MW 17,84%PLD MédioR$ 203,53/MWh 1,99%PLD SE/COR$ 207,76/MWh 2,25%PLD SulR$ 209,86/MWh 3,29%PLD NER$ 194,15/MWh 0,83%PLD NorteR$ 202,37/MWh 1,50%EAR SIN70,8% 0,14%EAR SE/CO65,5% 0,15%EAR Sul55,9% 0,18%EAR NE90,2% 0,22%EAR Norte95,1% 0,21%ENA SE/CO89% MLT 0,00%ENA Sul59% MLT 1,72%ENA NE60% MLT 0,00%ENA Norte64% MLT 1,54%Carga SIN79.259 MW 17,84%PLD MédioR$ 203,53/MWh 1,99%PLD SE/COR$ 207,76/MWh 2,25%PLD SulR$ 209,86/MWh 3,29%PLD NER$ 194,15/MWh 0,83%PLD NorteR$ 202,37/MWh 1,50%EAR SIN70,8% 0,14%EAR SE/CO65,5% 0,15%EAR Sul55,9% 0,18%EAR NE90,2% 0,22%EAR Norte95,1% 0,21%ENA SE/CO89% MLT 0,00%ENA Sul59% MLT 1,72%ENA NE60% MLT 0,00%ENA Norte64% MLT 1,54%
Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.318 MW(56%) 16,26%Térmica8.462 MW(10%) 15,29%Eólica13.369 MW(17%) 30,12%Solar11.589 MW(14%) 13,80%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 38,21 2,45%PETR3R$ 42,44 2,75%PRIO3R$ 53,90 4,90%RECV3R$ 9,96 1,58%VBBR3R$ 29,33 0,24%UGPA3R$ 25,43 0,83%RAIZ4R$ 0,42 0,00%CSAN3R$ 3,72 1,92%EGIE3R$ 33,93 0,85%CMIG4R$ 10,74 1,83%CPFE3R$ 44,50 0,29%EQTL3R$ 38,19 1,43%ENGI11R$ 46,25 0,39%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,20 0,88%ENEV3R$ 25,77 4,63%TAEE11R$ 39,84 0,20%ALUP11R$ 32,24 1,42%LIGT3R$ 2,99 5,28%PETR4R$ 38,21 2,45%PETR3R$ 42,44 2,75%PRIO3R$ 53,90 4,90%RECV3R$ 9,96 1,58%VBBR3R$ 29,33 0,24%UGPA3R$ 25,43 0,83%RAIZ4R$ 0,42 0,00%CSAN3R$ 3,72 1,92%EGIE3R$ 33,93 0,85%CMIG4R$ 10,74 1,83%CPFE3R$ 44,50 0,29%EQTL3R$ 38,19 1,43%ENGI11R$ 46,25 0,39%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,20 0,88%ENEV3R$ 25,77 4,63%TAEE11R$ 39,84 0,20%ALUP11R$ 32,24 1,42%LIGT3R$ 2,99 5,28%
BrentUS$ 73,11 5,15%WTIUS$ 69,93 4,48%Gás NaturalUS$ 3,27 3,88%DólarR$ 5,20 0,88%BrentUS$ 73,11 5,15%WTIUS$ 69,93 4,48%Gás NaturalUS$ 3,27 3,88%DólarR$ 5,20 0,88%BrentUS$ 73,11 5,15%WTIUS$ 69,93 4,48%Gás NaturalUS$ 3,27 3,88%DólarR$ 5,20 0,88%
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Aneel conclui cálculo das tarifas de transmissão para ciclo 2026/2027

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) finalizou o cálculo das Receitas Anuais Permitidas (RAP) e das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) para o ciclo 2026/2027, que vigorará de 1º de julho de 2026 a 30 de junho de 2027. As receitas totais de transmissão somam R$ 56,5 bilhões, alta de 9,3% sobre o ciclo anterior, com impacto médio estimado de 1,1% para os consumidores finais de energia em ambiente de distribuição.

24 de junho de 2026 às 10:19Fonte oficial: ANEELRedação Radar Energia
Aneel conclui cálculo das tarifas de transmissão para ciclo 2026/2027
Foto: ANEEL

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) finalizou o cálculo das Receitas Anuais Permitidas (RAP) das transmissoras e das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) para o ciclo 2026/2027, que vigorará de 1º de julho de 2026 a 30 de junho de 2027. As RAP para as instalações em operação comercial somam R$ 54,95 bilhões, uma alta de 9,41% em relação ao ciclo anterior.

Este é o primeiro ciclo tarifário de transmissão em que a homologação das receitas e tarifas foi delegada à Superintendência de Gestão Tarifária e Regulação Econômica (STR) da ANEEL, conforme a Portaria ANEEL nº 7.065/2026. Segundo a agência, a medida representa um avanço na governança regulatória, buscando maior eficiência administrativa, previsibilidade e a manutenção do rigor técnico nos processos tarifários.

A receita total da TUST, que engloba componentes financeiros, o orçamento do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e as obras previstas para entrar em operação comercial ao longo do ano, subiu de R$ 51,6 bilhões para R$ 56,5 bilhões. Essa elevação de 9,3% é atribuída principalmente à atualização contratual das receitas, à expansão da rede de transmissão e a componentes financeiros regulatórios.

Mesmo com o crescimento da receita total de transmissão, o impacto médio estimado para os consumidores finais, no ambiente de distribuição, é de 1,1%. A ANEEL ressalta que esse resultado demonstra maior estabilidade no repasse dos custos de transmissão para as tarifas de energia, buscando atenuar impactos diretos no bolso do consumidor.

Para o ciclo 2026/2027, um dos destaques é o avanço na aplicação da nova metodologia de sinal locacional da TUST. Esta etapa representa o quarto dos cinco passos previstos para a transição completa da metodologia, estabelecendo um peso de 60% para o cenário regional e 40% para o cenário nacional na composição do sinal econômico.

Na prática, a metodologia busca refletir com mais precisão a realidade elétrica do sistema, incentivando o consumo em regiões com maior disponibilidade de geração, como Norte e Nordeste, onde a energia tende a ser mais barata. Além disso, a medida visa orientar a expansão de geração e carga de forma mais eficiente, com um sinal tarifário que remunera a infraestrutura de forma justa e aloca os custos de maneira racional.

Essa evolução metodológica contribui para uma alocação mais eficiente dos custos da rede, melhora o planejamento setorial e busca um equilíbrio entre os segmentos de carga e geração. A aplicação de um sinal locacional na tarifa de transmissão, embora em transição no Brasil, é uma prática adotada em mercados elétricos maduros, como em algumas regiões dos Estados Unidos e na Europa, com o objetivo de otimizar o uso da infraestrutura e reduzir congestionamentos.

A ANEEL ressalta que a infraestrutura de transmissão é fundamental para a segurança do suprimento energético, a integração de fontes renováveis e a expansão do Sistema Interligado Nacional (SIN). O cálculo tarifário visa assegurar recursos suficientes para remunerar os investimentos necessários, manter o equilíbrio econômico-financeiro das concessões e, ao mesmo tempo, garantir a modicidade tarifária e a transparência para todos os agentes do setor.

No total, o processo de cálculo considerou 356 contratos de concessão, envolvendo 258 empresas transmissoras. A agência reafirma seu compromisso com uma regulação técnica, previsível e focada na eficiência, capaz de suportar a expansão da rede de transmissão, corrigir distorções tarifárias históricas e fortalecer a transição energética brasileira.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.