Carga SIN73.230 MW 9,63%PLD MédioR$ 94,04/MWh 3,38%PLD SE/COR$ 94,04/MWh 3,37%PLD SulR$ 94,04/MWh 3,37%PLD NER$ 94,04/MWh 3,37%PLD NorteR$ 94,05/MWh 3,39%EAR SIN62,9% 0,16%EAR SE/CO57,3% 0,35%EAR Sul82,6% 0,48%EAR NE72,7% 0,27%EAR Norte77,8% 0,26%ENA SIN158% MLT 0,64%ENA SE/CO115% MLT 4,55%ENA Sul259% MLT 4,44%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 1,72%Carga SIN73.230 MW 9,63%PLD MédioR$ 94,04/MWh 3,38%PLD SE/COR$ 94,04/MWh 3,37%PLD SulR$ 94,04/MWh 3,37%PLD NER$ 94,04/MWh 3,37%PLD NorteR$ 94,05/MWh 3,39%EAR SIN62,9% 0,16%EAR SE/CO57,3% 0,35%EAR Sul82,6% 0,48%EAR NE72,7% 0,27%EAR Norte77,8% 0,26%ENA SIN158% MLT 0,64%ENA SE/CO115% MLT 4,55%ENA Sul259% MLT 4,44%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 1,72%
Hidráulica36.518 MW(50%) 12,87%Térmica9.348 MW(13%) 13,32%Eólica13.891 MW(19%) 0,56%Solar11.827 MW(16%) 7,95%Nuclear1.912 MW(3%) 3,92%Hidráulica36.518 MW(50%) 12,87%Térmica9.348 MW(13%) 13,32%Eólica13.891 MW(19%) 0,56%Solar11.827 MW(16%) 7,95%Nuclear1.912 MW(3%) 3,92%Hidráulica36.518 MW(50%) 12,87%Térmica9.348 MW(13%) 13,32%Eólica13.891 MW(19%) 0,56%Solar11.827 MW(16%) 7,95%Nuclear1.912 MW(3%) 3,92%
PETR4R$ 48,92 0,41%PETR3R$ 54,26 0,70%PRIO3R$ 63,91 0,44%RECV3R$ 11,37 2,90%VBBR3R$ 37,70 1,44%UGPA3R$ 38,37 0,42%RAIZ4R$ 0,27 3,57%CSAN3R$ 3,61 6,23%EGIE3R$ 30,46 1,74%CMIG4R$ 11,22 2,09%CPFE3R$ 44,73 3,68%EQTL3R$ 39,48 1,55%ENGI11R$ 51,35 0,89%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,53 4,71%ENEV3R$ 26,94 2,67%TAEE11R$ 40,51 1,89%ALUP11R$ 33,40 1,74%LIGT3R$ 3,75 0,00%PETR4R$ 48,92 0,41%PETR3R$ 54,26 0,70%PRIO3R$ 63,91 0,44%RECV3R$ 11,37 2,90%VBBR3R$ 37,70 1,44%UGPA3R$ 38,37 0,42%RAIZ4R$ 0,27 3,57%CSAN3R$ 3,61 6,23%EGIE3R$ 30,46 1,74%CMIG4R$ 11,22 2,09%CPFE3R$ 44,73 3,68%EQTL3R$ 39,48 1,55%ENGI11R$ 51,35 0,89%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,53 4,71%ENEV3R$ 26,94 2,67%TAEE11R$ 40,51 1,89%ALUP11R$ 33,40 1,74%LIGT3R$ 3,75 0,00%
BrentUS$ 102,95 2,58%WTIUS$ 103,91 2,49%Gás NaturalUS$ 2,88 0,41%DólarR$ 5,15 0,68%BrentUS$ 102,95 2,58%WTIUS$ 103,91 2,49%Gás NaturalUS$ 2,88 0,41%DólarR$ 5,15 0,68%BrentUS$ 102,95 2,58%WTIUS$ 103,91 2,49%Gás NaturalUS$ 2,88 0,41%DólarR$ 5,15 0,68%
Lula sanciona política de minerais críticos com R$ 5 bi em incentivos fiscaisIAEA projeta triplicação da capacidade nuclear global até 2060, impulsionada por IACopel rebaixa reservatório de Foz do Areia preventivamente para gerenciar cheiasCCEE Academy promove Masterclass sobre El Niño 2026/2027 e riscos no mercadoONS projeta estabilidade em reservatórios do SIN para fim de setembroEIA projeta produção recorde de petróleo bruto nos EUA em 2026, a 13,8 milhões de b/dONS registra restrição de 17,4 GW na geração renovável do NordesteEneva declara comercialidade de Gaviãozinho e incorpora 12 bcm em reservas 2P de gás naturalEngie Brasil Energia comunica novos investimentos e consolida portfólio renovávelPetrobras recebe proposta de US$ 2,297 bilhões da Yinson para FPSO de AlbacoraAlupar comunica conclusão da Fase I de modernização da Subestação Centro e ativa RAPVibra Energia divulga metas de descarbonização e net zero até 2050Lula sanciona política de minerais críticos com R$ 5 bi em incentivos fiscaisIAEA projeta triplicação da capacidade nuclear global até 2060, impulsionada por IACopel rebaixa reservatório de Foz do Areia preventivamente para gerenciar cheiasCCEE Academy promove Masterclass sobre El Niño 2026/2027 e riscos no mercadoONS projeta estabilidade em reservatórios do SIN para fim de setembroEIA projeta produção recorde de petróleo bruto nos EUA em 2026, a 13,8 milhões de b/dONS registra restrição de 17,4 GW na geração renovável do NordesteEneva declara comercialidade de Gaviãozinho e incorpora 12 bcm em reservas 2P de gás naturalEngie Brasil Energia comunica novos investimentos e consolida portfólio renovávelPetrobras recebe proposta de US$ 2,297 bilhões da Yinson para FPSO de AlbacoraAlupar comunica conclusão da Fase I de modernização da Subestação Centro e ativa RAPVibra Energia divulga metas de descarbonização e net zero até 2050
Radar Energia
AnáliseMercado

Aneel mantém bandeira tarifária amarela em agosto pelo quarto mês consecutivo

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira tarifária amarela para o mês de agosto de 2026, impondo um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh. É o quarto mês consecutivo sob o patamar amarelo, refletindo a necessidade de acionamento de termelétricas e pressionando o consumidor cativo.

31 de julho de 2026 às 18:18Fonte oficial: ANEELRedação Radar Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira tarifária amarela para o mês de agosto de 2026, com um adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, o equivalente a R$ 18,85 por Megawatt-hora (MWh), nas faturas de energia. A decisão, anunciada nesta sexta-feira (31/07) pela agência reguladora, marca o quarto mês consecutivo em que o sistema de bandeiras sinaliza custos elevados de geração no Sistema Interligado Nacional (SIN).

A persistência da bandeira amarela reflete as condições hidrológicas menos favoráveis, que demandam o acionamento de usinas termelétricas com custos de operação mais altos para complementar a oferta de energia. Consumidores residenciais, comerciais e industriais conectados ao SIN são diretamente impactados pela cobrança adicional, enquanto os do Mercado Livre de Energia (ACL) e aqueles com Geração Distribuída (GD) reduzem ou eliminam sua exposição a esse custo variável.

Após quatro meses consecutivos sob a bandeira verde no início do ano, de janeiro a abril, a sequência de bandeiras amarelas desde maio de 2026 sinaliza a continuidade de um cenário de custos de geração mais elevados. A previsão de intensificação do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026, com seus efeitos de aumento de temperaturas e redução de chuvas nas regiões Norte e Nordeste, reforça a perspectiva de bandeiras mais caras ao longo do ano.

Para o mercado, a manutenção da bandeira amarela, com projeções de Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) entre R$ 100/MWh e R$ 160/MWh para o Sudeste/Centro-Oeste em agosto, tende a sustentar um patamar mais elevado na curva forward de energia. Contudo, a abertura do mercado livre para comércios e indústrias de baixa tensão a partir de agosto de 2026, conforme a Lei 15.269/2025, oferece uma alternativa para que mais empresas busquem contratos com preços negociados, desvinculando-se da volatilidade das bandeiras tarifárias.

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