Carga SIN81.092 MW 12,60%PLD MédioR$ 114,11/MWh 16,69%PLD SE/COR$ 114,11/MWh 16,69%PLD SulR$ 114,1/MWh 16,69%PLD NER$ 114,11/MWh 16,70%PLD NorteR$ 114,11/MWh 16,69%EAR SIN62,8% 0,32%EAR SE/CO56,9% 0,35%EAR Sul81,7% 0,37%EAR NE73,9% 0,27%EAR Norte79,1% 0,25%ENA SIN124% MLT 3,13%ENA SE/CO100% MLT 1,01%ENA Sul237% MLT 4,44%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte56% MLT 1,82%Carga SIN81.092 MW 12,60%PLD MédioR$ 114,11/MWh 16,69%PLD SE/COR$ 114,11/MWh 16,69%PLD SulR$ 114,1/MWh 16,69%PLD NER$ 114,11/MWh 16,70%PLD NorteR$ 114,11/MWh 16,69%EAR SIN62,8% 0,32%EAR SE/CO56,9% 0,35%EAR Sul81,7% 0,37%EAR NE73,9% 0,27%EAR Norte79,1% 0,25%ENA SIN124% MLT 3,13%ENA SE/CO100% MLT 1,01%ENA Sul237% MLT 4,44%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte56% MLT 1,82%
Hidráulica33.206 MW(44%) 7,13%Térmica9.088 MW(12%) 12,63%Eólica18.356 MW(24%) 26,80%Solar12.392 MW(17%) 4,89%Nuclear2.005 MW(3%) 4,54%Hidráulica33.206 MW(44%) 7,13%Térmica9.088 MW(12%) 12,63%Eólica18.356 MW(24%) 26,80%Solar12.392 MW(17%) 4,89%Nuclear2.005 MW(3%) 4,54%Hidráulica33.206 MW(44%) 7,13%Térmica9.088 MW(12%) 12,63%Eólica18.356 MW(24%) 26,80%Solar12.392 MW(17%) 4,89%Nuclear2.005 MW(3%) 4,54%
PETR4R$ 48,62 3,21%PETR3R$ 53,77 3,38%PRIO3R$ 62,00 3,01%RECV3R$ 11,25 0,81%VBBR3R$ 37,49 1,35%UGPA3R$ 38,04 1,66%RAIZ4R$ 0,28 0,00%CSAN3R$ 3,85 1,32%EGIE3R$ 30,75 2,02%CMIG4R$ 11,61 3,11%CPFE3R$ 46,55 0,60%EQTL3R$ 39,25 0,23%ENGI11R$ 51,49 0,12%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,95 0,42%ENEV3R$ 27,32 0,98%TAEE11R$ 41,44 0,22%ALUP11R$ 33,91 0,80%LIGT3R$ 3,54 0,84%PETR4R$ 48,62 3,21%PETR3R$ 53,77 3,38%PRIO3R$ 62,00 3,01%RECV3R$ 11,25 0,81%VBBR3R$ 37,49 1,35%UGPA3R$ 38,04 1,66%RAIZ4R$ 0,28 0,00%CSAN3R$ 3,85 1,32%EGIE3R$ 30,75 2,02%CMIG4R$ 11,61 3,11%CPFE3R$ 46,55 0,60%EQTL3R$ 39,25 0,23%ENGI11R$ 51,49 0,12%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,95 0,42%ENEV3R$ 27,32 0,98%TAEE11R$ 41,44 0,22%ALUP11R$ 33,91 0,80%LIGT3R$ 3,54 0,84%
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Radar Energia
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Aneel revisa agenda 2026-2027: foco em armazenamento e suprimento, WACC fica de fora

A ANEEL aprovou a primeira revisão da Agenda Regulatória 2026-2027, incorporando a regulamentação de sistemas de armazenamento de energia e a criação de um suprimento de última instância para consumidores livres. A agência, contudo, postergou a valoração da Geração Distribuída (GD) para 2027 e rejeitou o debate sobre a Taxa de Remuneração Regulatória (WACC) para o biênio.

9 de setembro de 2026 às 09:33Fonte oficial: ANEELRedação Radar Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou em 8 de setembro a primeira revisão de sua Agenda Regulatória para o biênio 2026-2027, ajustando o planejamento para incorporar novas demandas do setor elétrico. Entre as cinco novas atividades prioritárias, incluem-se a regulamentação dos custos de contratação e incentivos para sistemas de armazenamento de energia (baterias), o aprimoramento das regras de acesso ao sistema de transmissão via Decreto 12.772/2025, e a criação da figura do “Suprimento de Última Instância” para consumidores livres sem contrato.

As inclusões buscam endereçar gargalos e preparar o mercado para a abertura, em resposta a novas demandas do setor. A regulamentação de armazenamento pode incluir extensão de outorgas e descontos no uso da rede, enquanto o suprimento de última instância visa mitigar riscos de descasamento e inadimplência no mercado livre, oferecendo uma rede de segurança que pode influenciar a dinâmica de contratação e a estabilidade do ambiente de comercialização.

Por outro lado, a ANEEL postergou para 2027 a regulamentação do Art. 17 da Lei nº 14.300/2022, que trata da valoração de custos e benefícios da Geração Distribuída (GD), mantendo a incerteza sobre o modelo de remuneração pós-2029. Para 2026, o foco será o aprimoramento da gestão de excedentes. Além disso, a diretoria rejeitou a inclusão do debate sobre a Taxa de Remuneração Regulatória (WACC) na agenda, mantendo a metodologia vigente para a remuneração de capital das distribuidoras. O diretor-geral Sandoval Feitosa justificou a decisão afirmando que a agência não tem capacidade para abordar um problema que, em sua visão, 'ainda não existe'.

A agenda regulatória foi ajustada de 59 para 54 atividades, com 21 previstas para 2026 e 31 para 2027. Este movimento da agência, que também formalizou sua nova estrutura organizacional em 3 de setembro, demonstra uma adaptação contínua a instrumentos legais recentes, como o Decreto 12.772/2025 e a Lei 15.269/2025, que trouxe novas atribuições. A postergação da valoração da GD, no entanto, cria um risco de insegurança regulatória para o segmento, podendo inibir novos investimentos e dificultar o planejamento de longo prazo.

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