Carga SIN72.018 MW 0,05%PLD MédioR$ 114,11/MWh 16,69%PLD SE/COR$ 114,11/MWh 16,69%PLD SulR$ 114,1/MWh 16,69%PLD NER$ 114,11/MWh 16,70%PLD NorteR$ 114,11/MWh 16,69%EAR SIN63% 0,16%EAR SE/CO57,1% 0,00%EAR Sul82% 0,00%EAR NE74,1% 0,27%EAR Norte79,3% 0,25%ENA SIN128% MLT 3,03%ENA SE/CO99% MLT 1,02%ENA Sul248% MLT 5,34%ENA NE63% MLT 1,56%ENA Norte55% MLT 0,00%Carga SIN72.018 MW 0,05%PLD MédioR$ 114,11/MWh 16,69%PLD SE/COR$ 114,11/MWh 16,69%PLD SulR$ 114,1/MWh 16,69%PLD NER$ 114,11/MWh 16,70%PLD NorteR$ 114,11/MWh 16,69%EAR SIN63% 0,16%EAR SE/CO57,1% 0,00%EAR Sul82% 0,00%EAR NE74,1% 0,27%EAR Norte79,3% 0,25%ENA SIN128% MLT 3,03%ENA SE/CO99% MLT 1,02%ENA Sul248% MLT 5,34%ENA NE63% MLT 1,56%ENA Norte55% MLT 0,00%
Hidráulica35.757 MW(48%) 7,02%Térmica10.402 MW(14%) 18,62%Eólica14.476 MW(19%) 12,82%Solar11.814 MW(16%) 0,26%Nuclear1.918 MW(3%) 3,62%Hidráulica35.757 MW(48%) 7,02%Térmica10.402 MW(14%) 18,62%Eólica14.476 MW(19%) 12,82%Solar11.814 MW(16%) 0,26%Nuclear1.918 MW(3%) 3,62%Hidráulica35.757 MW(48%) 7,02%Térmica10.402 MW(14%) 18,62%Eólica14.476 MW(19%) 12,82%Solar11.814 MW(16%) 0,26%Nuclear1.918 MW(3%) 3,62%
PETR4R$ 48,09 1,11%PETR3R$ 53,24 1,26%PRIO3R$ 62,00 0,81%RECV3R$ 11,25 1,66%VBBR3R$ 37,49 1,68%UGPA3R$ 38,04 4,36%RAIZ4R$ 0,28 3,70%CSAN3R$ 3,91 2,36%EGIE3R$ 30,89 1,75%CMIG4R$ 11,70 4,65%CPFE3R$ 47,32 1,26%EQTL3R$ 39,25 0,85%ENGI11R$ 51,49 0,23%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,14 4,39%ENEV3R$ 27,69 0,18%TAEE11R$ 41,83 0,67%ALUP11R$ 33,91 1,31%LIGT3R$ 3,60 1,10%PETR4R$ 48,09 1,11%PETR3R$ 53,24 1,26%PRIO3R$ 62,00 0,81%RECV3R$ 11,25 1,66%VBBR3R$ 37,49 1,68%UGPA3R$ 38,04 4,36%RAIZ4R$ 0,28 3,70%CSAN3R$ 3,91 2,36%EGIE3R$ 30,89 1,75%CMIG4R$ 11,70 4,65%CPFE3R$ 47,32 1,26%EQTL3R$ 39,25 0,85%ENGI11R$ 51,49 0,23%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,14 4,39%ENEV3R$ 27,69 0,18%TAEE11R$ 41,83 0,67%ALUP11R$ 33,91 1,31%LIGT3R$ 3,60 1,10%
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Justiça de SP reconhece falhas da Enel em apagão de 2025 e classifica ciclone como 'fortuito interno'

A Justiça de São Paulo reconheceu falhas da Enel Distribuição São Paulo no apagão de dezembro de 2025, que afetou 4,4 milhões de unidades consumidoras na Grande São Paulo. A decisão de primeira instância classifica o ciclone que causou o evento como "fortuito interno", atribuindo à concessionária a responsabilidade por eventos climáticos severos e exigindo maior preparo operacional.

8 de setembro de 2026 às 20:20Fonte oficial: MpRedação Radar Energia

A Justiça de São Paulo reconheceu falhas da Enel Distribuição São Paulo no apagão que afetou 4,4 milhões de unidades consumidoras na Grande São Paulo em dezembro de 2025, classificando o ciclone que causou o evento como "fortuito interno". A decisão de primeira instância, proferida pela 31ª Vara Cível do Foro Central da Capital no processo nº 4078354-88.2025.8.26.0100, estabelece um precedente ao atribuir à concessionária a responsabilidade por eventos climáticos severos.

Essa interpretação, baseada em parte na Nota Técnica nº 9/2026-SFT/ANEEL, rejeita a alegação de força maior da Enel e considera fenômenos climáticos extremos como riscos inerentes e previsíveis à atividade de distribuição. A sentença corrobora deficiências na gestão de crise, alocação inadequada de equipes — especialmente no período noturno — e falhas na manutenção da rede e no controle de vegetação, exigindo da Enel maior preparo operacional e investimentos preventivos.

A decisão judicial intensifica a pressão sobre a Enel Distribuição São Paulo, que já havia anunciado um plano de investimento de R$ 10 bilhões para modernização da rede. Além disso, a empresa enfrenta multas aplicadas pelos Procons Paulistano e Procon-SP, que somam R$ 28,2 milhões, e segue com o processo de caducidade de sua concessão na ANEEL, com as alegações finais apresentadas em agosto de 2026 e decisão final a cargo do Ministério de Minas e Energia.

O reconhecimento do "fortuito interno" pela Justiça paulista estabelece um precedente jurídico relevante para o setor elétrico, podendo influenciar futuras avaliações regulatórias e judiciais sobre a responsabilidade das distribuidoras em eventos climáticos extremos. A medida se alinha à crescente pressão do MME e da ANEEL por maior fiscalização e resiliência das redes.

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