Carga SIN86.217 MW▲ 9,57%PLD MédioR$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD SE/COR$ 87,34/MWh▼ 45,90%PLD SulR$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD NER$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD NorteR$ 87,34/MWh▼ 45,90%EAR SIN58,5%• 0,00%EAR SE/CO54,9%▲ 0,37%EAR Sul82,5%▼ 0,24%EAR NE62,4%▼ 0,16%EAR Norte62,6%▼ 1,11%ENA SIN169% MLT▼ 1,74%ENA SE/CO150% MLT▲ 0,67%ENA Sul233% MLT▲ 1,75%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%Carga SIN86.217 MW▲ 9,57%PLD MédioR$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD SE/COR$ 87,34/MWh▼ 45,90%PLD SulR$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD NER$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD NorteR$ 87,34/MWh▼ 45,90%EAR SIN58,5%• 0,00%EAR SE/CO54,9%▲ 0,37%EAR Sul82,5%▼ 0,24%EAR NE62,4%▼ 0,16%EAR Norte62,6%▼ 1,11%ENA SIN169% MLT▼ 1,74%ENA SE/CO150% MLT▲ 0,67%ENA Sul233% MLT▲ 1,75%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%
Hidráulica52.160 MW(61%)▲ 20,25%Térmica10.428 MW(12%)▲ 11,52%Eólica5.995 MW(7%)▼ 46,11%Solar16.237 MW(19%)▲ 20,40%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%Hidráulica52.160 MW(61%)▲ 20,25%Térmica10.428 MW(12%)▲ 11,52%Eólica5.995 MW(7%)▼ 46,11%Solar16.237 MW(19%)▲ 20,40%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%Hidráulica52.160 MW(61%)▲ 20,25%Térmica10.428 MW(12%)▲ 11,52%Eólica5.995 MW(7%)▼ 46,11%Solar16.237 MW(19%)▲ 20,40%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%
PETR4R$ 53,88▼ 8,18%PETR3R$ 60,80▼ 6,81%PRIO3R$ 71,14▼ 3,60%RECV3R$ 11,14▼ 12,97%VBBR3R$ 32,21▼ 10,08%UGPA3R$ 35,24▼ 8,59%RAIZ4R$ 0,34▼ 20,93%CSAN3R$ 2,77▼ 46,73%EGIE3R$ 27,50▼ 10,69%CMIG4R$ 10,34▼ 11,40%CPFE3R$ 42,70▼ 14,24%EQTL3R$ 34,84▼ 28,72%ENGI11R$ 47,29▼ 28,86%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,76▼ 29,40%ENEV3R$ 26,67▼ 15,28%TAEE11R$ 40,50▼ 9,50%ALUP11R$ 32,05▼ 17,14%LIGT3R$ 2,72▼ 25,89%PETR4R$ 53,88▼ 8,18%PETR3R$ 60,80▼ 6,81%PRIO3R$ 71,14▼ 3,60%RECV3R$ 11,14▼ 12,97%VBBR3R$ 32,21▼ 10,08%UGPA3R$ 35,24▼ 8,59%RAIZ4R$ 0,34▼ 20,93%CSAN3R$ 2,77▼ 46,73%EGIE3R$ 27,50▼ 10,69%CMIG4R$ 10,34▼ 11,40%CPFE3R$ 42,70▼ 14,24%EQTL3R$ 34,84▼ 28,72%ENGI11R$ 47,29▼ 28,86%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,76▼ 29,40%ENEV3R$ 26,67▼ 15,28%TAEE11R$ 40,50▼ 9,50%ALUP11R$ 32,05▼ 17,14%LIGT3R$ 2,72▼ 25,89%
BrentUS$ 110,12▼ 4,91%WTIUS$ 101,03▼ 0,72%Gás NaturalUS$ 3,02▲ 16,14%DólarR$ 5,34▲ 7,61%BrentUS$ 110,12▼ 4,91%WTIUS$ 101,03▼ 0,72%Gás NaturalUS$ 3,02▲ 16,14%DólarR$ 5,34▲ 7,61%BrentUS$ 110,12▼ 4,91%WTIUS$ 101,03▼ 0,72%Gás NaturalUS$ 3,02▲ 16,14%DólarR$ 5,34▲ 7,61%
▸Copel cria Vice-Presidência de Operações para integrar gestão e buscar sinergias▸CMSE delibera por continuidade e aprimoramento da Resposta da Demanda para 2027▸Petrobras aprimora SAF na Reduc e reduz intensidade de carbono em 23,8%▸Aneel debate futuro do setor no ENASE em cenário de alta tarifária▸EPE recomenda R$ 689 milhões em expansão de transmissão para Vitória, ES▸Abraceel apresenta autorregulação para reforçar segurança no mercado de comercialização de energia▸Peru propõe interconexão de 1.000 MW com Chile para importar energia solar▸Filipinas projetam 1,2 GW de capacidade nuclear até 2032 para segurança energética▸BNDES credencia primeira bateria com conteúdo nacional para leilão de capacidade▸São Martinho inicia período de silêncio antes de divulgar resultados do 2T27▸Consumo de energia da Energisa avança 8,3% em setembro▸Aneel abre tomada de subsídios para projeto de 5,2 MW em SC▸Copel cria Vice-Presidência de Operações para integrar gestão e buscar sinergias▸CMSE delibera por continuidade e aprimoramento da Resposta da Demanda para 2027▸Petrobras aprimora SAF na Reduc e reduz intensidade de carbono em 23,8%▸Aneel debate futuro do setor no ENASE em cenário de alta tarifária▸EPE recomenda R$ 689 milhões em expansão de transmissão para Vitória, ES▸Abraceel apresenta autorregulação para reforçar segurança no mercado de comercialização de energia▸Peru propõe interconexão de 1.000 MW com Chile para importar energia solar▸Filipinas projetam 1,2 GW de capacidade nuclear até 2032 para segurança energética▸BNDES credencia primeira bateria com conteúdo nacional para leilão de capacidade▸São Martinho inicia período de silêncio antes de divulgar resultados do 2T27▸Consumo de energia da Energisa avança 8,3% em setembro▸Aneel abre tomada de subsídios para projeto de 5,2 MW em SC
Radar Energia
AnáliseMercado

CMSE delibera por continuidade e aprimoramento da Resposta da Demanda para 2027

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) deliberou pela continuidade e aprimoramento dos mecanismos de Resposta da Demanda para 2027, consolidando a ferramenta como um recurso de flexibilidade para o Sistema Interligado Nacional (SIN). O volume contratado nos certames do ONS cresceu de 93 MW em 2024 para 344 MW em 2026, com deságios expressivos.

27 de outubro de 2026 às 08:19Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) deliberou pela continuidade e aprimoramento dos mecanismos de Resposta da Demanda (RD) para 2027, consolidando a ferramenta como um recurso de flexibilidade e segurança para o Sistema Interligado Nacional (SIN). A decisão, anunciada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em 26 de outubro de 2026, encarrega a ANEEL e o ONS de apresentar um cronograma das etapas em curso e previstas para esses aperfeiçoamentos.

O primeiro processo competitivo para contratação de Resposta da Demanda na modalidade disponibilidade, conduzido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) em outubro de 2024, contratou 93 MW para o período de ponta, com deságio médio de 12,1% em relação ao preço-teto. O êxito inicial impulsionou novas edições, e o volume contratado evoluiu para 229 MW em 2025, atingindo 344 MW no terceiro mecanismo competitivo, realizado em julho de 2026, que registrou deságio médio de 49,23%. Esses certames remuneram os participantes com uma receita fixa mensal, enquanto o programa estrutural (RN ANEEL nº 1.040/2022) permite ofertas semanais de redução de demanda com remuneração atrelada ao Mercado de Curto Prazo (MCP).

A Resposta da Demanda é vista como um instrumento para a modicidade tarifária e a redução dos Encargos de Serviços do Sistema (ESS), com recebimentos via encargos que somaram R$ 653.414,72 em setembro de 2026. No entanto, a plena materialização de seu impacto na formação de preços ainda enfrenta obstáculos. Em 22 de setembro de 2026, a ANEEL adiou a aprovação da representação da RD no modelo DESSEM, o que permitiria reflexos diretos no Custo Marginal de Operação (CMO) e no Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), postergando a sinalização eficiente de preços. O ONS e a CCEE receberam 90 dias para aperfeiçoar os mecanismos de divulgação e transparência do programa.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta um potencial considerável para a Resposta da Demanda, estimando que o mecanismo possa disponibilizar entre 5,86 GW e 13,05 GW de potência ao SIN, com um potencial de referência de 8,79 GW. O volume atual contratado, de 344 MW, ainda representa uma fração desse potencial, o que indica vasto espaço para expansão. Consumidores livres e parcialmente livres, assim como agregadores, ganham uma nova fonte de receita e um instrumento para a gestão ativa de sua demanda, otimizando custos de energia. Para o sistema elétrico, o mecanismo proporciona maior flexibilidade e segurança operacional.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.