Carga SIN78.688 MW▼ 5,22%PLD MédioR$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD SE/COR$ 87,34/MWh▼ 45,90%PLD SulR$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD NER$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD NorteR$ 87,34/MWh▼ 45,90%EAR SIN58,5%▲ 0,34%EAR SE/CO54,7%▲ 0,55%EAR Sul82,7%▲ 1,35%EAR NE62,5%▼ 0,16%EAR Norte63,3%▼ 0,94%ENA SIN172% MLT▲ 4,88%ENA SE/CO149% MLT▲ 0,68%ENA Sul229% MLT▲ 2,69%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%Carga SIN78.688 MW▼ 5,22%PLD MédioR$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD SE/COR$ 87,34/MWh▼ 45,90%PLD SulR$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD NER$ 87,33/MWh▼ 45,90%PLD NorteR$ 87,34/MWh▼ 45,90%EAR SIN58,5%▲ 0,34%EAR SE/CO54,7%▲ 0,55%EAR Sul82,7%▲ 1,35%EAR NE62,5%▼ 0,16%EAR Norte63,3%▼ 0,94%ENA SIN172% MLT▲ 4,88%ENA SE/CO149% MLT▲ 0,68%ENA Sul229% MLT▲ 2,69%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%
Hidráulica43.376 MW(55%)▼ 3,11%Térmica9.351 MW(12%)▼ 1,11%Eólica11.125 MW(14%)▼ 11,01%Solar13.486 MW(17%)▼ 9,79%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica43.376 MW(55%)▼ 3,11%Térmica9.351 MW(12%)▼ 1,11%Eólica11.125 MW(14%)▼ 11,01%Solar13.486 MW(17%)▼ 9,79%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica43.376 MW(55%)▼ 3,11%Térmica9.351 MW(12%)▼ 1,11%Eólica11.125 MW(14%)▼ 11,01%Solar13.486 MW(17%)▼ 9,79%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%
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Petrobras aprimora SAF na Reduc e reduz intensidade de carbono em 23,8%

A Petrobras otimizou a produção de seu Combustível Sustentável de Aviação (SAF) na Refinaria Duque de Caxias (Reduc), alcançando uma redução de 23,8% na intensidade de carbono, conforme recertificação internacional ISCC CORSIA de outubro de 2026. O avanço, comunicado pela empresa, posiciona o produto para atender às metas do ProBioQAV, que iniciam em 2027.

26 de outubro de 2026 às 20:19Fonte oficial: PetrobrasRedação Radar Energia

A Petrobras aprimorou a produção de seu Combustível Sustentável de Aviação (SAF) na Refinaria Duque de Caxias (Reduc) e alcançou uma redução de 23,8% na intensidade de carbono do produto. A melhoria foi confirmada por uma recertificação internacional ISCC CORSIA, emitida em outubro de 2026, o que, segundo a empresa, posiciona o SAF da Reduc entre os mais descarbonizados do mercado e amplia sua competitividade.

O avanço técnico resultou da otimização da gestão do hidrogênio na refinaria, que priorizou o insumo proveniente da reforma catalítica de nafta. Essa otimização diminuiu em 29% a intensidade de carbono do hidrogênio empregado, impactando diretamente o perfil ambiental do SAF final. A iniciativa ganha relevância diante da iminente entrada em vigor das metas obrigatórias de redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) para a aviação doméstica, estabelecidas pelo Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV).

Instituído pela Lei nº 14.993/2024, a "Lei do Combustível do Futuro", e regulamentado pelo Decreto nº 13.094/2026, o ProBioQAV define metas que começam em 1% de redução de GEE em 2027 e 2028, avançando progressivamente até 10% a partir de 2037. A obrigação é focada na intensidade de carbono, e não em um percentual fixo de mistura física, abordagem que confere maior flexibilidade e eficácia ambiental. Para isso, o programa criou o Certificado de Sustentabilidade do SAF (CS-SAF), que permite a separação do atributo ambiental do produto físico via modelo book-and-claim, e proíbe a emissão de CBIOs para evitar dupla contagem de benefícios.

Os produtores e importadores de SAF, como a Petrobras, devem garantir que o combustível atenda às especificações da ANP e aos padrões internacionais, e contratar uma entidade registradora para a emissão do CS-SAF. Os operadores aéreos nacionais, por sua vez, devem reduzir as emissões de seus voos domésticos a partir de 2027 e se adequar aos procedimentos de monitoramento, reporte e verificação (MRV) a serem detalhados pela ANAC. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) possuem prazo até 18 de dezembro de 2026 para editar os atos normativos complementares necessários à implementação efetiva do ProBioQAV.

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