Carga SIN74.610 MW▼ 7,15%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,4%▲ 0,34%EAR SE/CO55,2%▲ 0,18%EAR Sul79,8%▲ 0,63%EAR NE61,9%• 0,00%EAR Norte59,9%▼ 0,33%ENA SIN147% MLT▼ 5,77%ENA SE/CO147% MLT▼ 6,96%ENA Sul231% MLT▲ 1,32%ENA NE57% MLT▼ 12,31%ENA Norte47% MLT▲ 2,17%Carga SIN74.610 MW▼ 7,15%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,4%▲ 0,34%EAR SE/CO55,2%▲ 0,18%EAR Sul79,8%▲ 0,63%EAR NE61,9%• 0,00%EAR Norte59,9%▼ 0,33%ENA SIN147% MLT▼ 5,77%ENA SE/CO147% MLT▼ 6,96%ENA Sul231% MLT▲ 1,32%ENA NE57% MLT▼ 12,31%ENA Norte47% MLT▲ 2,17%
Hidráulica37.156 MW(50%)▼ 18,59%Térmica9.286 MW(12%)▼ 13,32%Eólica12.814 MW(17%)▲ 37,11%Solar13.998 MW(19%)▼ 4,52%Nuclear1.356 MW(2%)• 0,00%Hidráulica37.156 MW(50%)▼ 18,59%Térmica9.286 MW(12%)▼ 13,32%Eólica12.814 MW(17%)▲ 37,11%Solar13.998 MW(19%)▼ 4,52%Nuclear1.356 MW(2%)• 0,00%Hidráulica37.156 MW(50%)▼ 18,59%Térmica9.286 MW(12%)▼ 13,32%Eólica12.814 MW(17%)▲ 37,11%Solar13.998 MW(19%)▼ 4,52%Nuclear1.356 MW(2%)• 0,00%
PETR4R$ 52,71▲ 0,38%PETR3R$ 60,01▲ 1,66%PRIO3R$ 71,49▼ 0,29%RECV3R$ 11,03▼ 0,27%VBBR3R$ 29,60▼ 3,46%UGPA3R$ 31,76▼ 3,64%RAIZ4R$ 0,30▼ 3,23%CSAN3R$ 2,33▼ 0,85%EGIE3R$ 26,26▼ 4,16%CMIG4R$ 10,07▼ 0,69%CPFE3R$ 41,90▼ 2,44%EQTL3R$ 32,60▼ 4,29%ENGI11R$ 44,29▼ 3,11%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,87▼ 1,45%ENEV3R$ 25,70▼ 2,58%TAEE11R$ 39,59▼ 0,30%ALUP11R$ 31,40▼ 1,10%LIGT3R$ 2,49▲ 5,06%PETR4R$ 52,71▲ 0,38%PETR3R$ 60,01▲ 1,66%PRIO3R$ 71,49▼ 0,29%RECV3R$ 11,03▼ 0,27%VBBR3R$ 29,60▼ 3,46%UGPA3R$ 31,76▼ 3,64%RAIZ4R$ 0,30▼ 3,23%CSAN3R$ 2,33▼ 0,85%EGIE3R$ 26,26▼ 4,16%CMIG4R$ 10,07▼ 0,69%CPFE3R$ 41,90▼ 2,44%EQTL3R$ 32,60▼ 4,29%ENGI11R$ 44,29▼ 3,11%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,87▼ 1,45%ENEV3R$ 25,70▼ 2,58%TAEE11R$ 39,59▼ 0,30%ALUP11R$ 31,40▼ 1,10%LIGT3R$ 2,49▲ 5,06%
BrentUS$ 106,40▼ 6,20%WTIUS$ 97,36▼ 6,49%Gás NaturalUS$ 2,96▲ 2,07%DólarR$ 5,44▲ 0,97%BrentUS$ 106,40▼ 6,20%WTIUS$ 97,36▼ 6,49%Gás NaturalUS$ 2,96▲ 2,07%DólarR$ 5,44▲ 0,97%BrentUS$ 106,40▼ 6,20%WTIUS$ 97,36▼ 6,49%Gás NaturalUS$ 2,96▲ 2,07%DólarR$ 5,44▲ 0,97%
▸ONS: carga do SIN chega a 74,6 GWméd; reservatórios operam com 58,4%▸G20 sob EUA orienta agenda global para desregulamentação e abundância energética▸Consumidores de BH cobram Cemig após 48 horas sem energia▸EDP Transmissão Goiás arremata Lote 2 de leilão com deságio de 53,29%▸Aneel mantém bandeira verde em novembro e alivia conta de luz pelo segundo mês consecutivo▸Statkraft aponta integração de fontes renováveis como desafio para atender à nova demanda por energia▸Complexo Eólico Osório completa 20 anos e reforça investimentos da Statkraft no Sul▸ABRATE: Leilão de Transmissão nº 4/2026-ANEEL traz ganhos para o consumidor▸Alta competição do Leilão de Transmissão beneficia consumidor com deságio acima de 50% e R$ 8,9 bi em investimentos▸ABESPetro lança Painel Dinâmico com dados de óleo e gás▸CME avança com PL para tirar encargos extrassetoriais da CDE e aliviar tarifa▸7ª edição do Circuito Biogás nos Estados chega a Pernambuco para debater investimentos e oportunidades para o setor▸ONS: carga do SIN chega a 74,6 GWméd; reservatórios operam com 58,4%▸G20 sob EUA orienta agenda global para desregulamentação e abundância energética▸Consumidores de BH cobram Cemig após 48 horas sem energia▸EDP Transmissão Goiás arremata Lote 2 de leilão com deságio de 53,29%▸Aneel mantém bandeira verde em novembro e alivia conta de luz pelo segundo mês consecutivo▸Statkraft aponta integração de fontes renováveis como desafio para atender à nova demanda por energia▸Complexo Eólico Osório completa 20 anos e reforça investimentos da Statkraft no Sul▸ABRATE: Leilão de Transmissão nº 4/2026-ANEEL traz ganhos para o consumidor▸Alta competição do Leilão de Transmissão beneficia consumidor com deságio acima de 50% e R$ 8,9 bi em investimentos▸ABESPetro lança Painel Dinâmico com dados de óleo e gás▸CME avança com PL para tirar encargos extrassetoriais da CDE e aliviar tarifa▸7ª edição do Circuito Biogás nos Estados chega a Pernambuco para debater investimentos e oportunidades para o setor
Radar Energia
AnáliseMercado

EPE publica diretrizes para inclusão de baterias no leilão de reserva de capacidade

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgou as orientações para o cadastramento de sistemas de armazenamento de energia em bateria eletroquímica no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP). Essa iniciativa permite que a tecnologia, vital para a flexibilidade da rede, seja contratada para assegurar o suprimento elétrico nacional, representando um avanço na política energética do Brasil.

19 de junho de 2026 às 20:17Fonte oficial: EPERedação Radar Energia

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou as instruções detalhadas para o cadastramento de sistemas de armazenamento de energia em bateria eletroquímica, permitindo sua participação no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP). A medida é um marco para o setor elétrico, pois reconhece formalmente as baterias como uma solução elegível para fornecer capacidade firme ao sistema, função tradicionalmente exercida por usinas termelétricas.

Com a inclusão das baterias, o Brasil se alinha a mercados elétricos mais desenvolvidos, como os dos Estados Unidos (CAISO, ERCOT) e da Austrália, onde o armazenamento de energia já é remunerado por mecanismos de capacidade e serviços ancilares. Essa valorização da flexibilidade e resiliência do sistema elétrico é fundamental para a transição energética e a integração de fontes renováveis intermitentes.

O Leilão de Reserva de Capacidade (LRCAP) foi instituído em 2021, por meio da Portaria MME nº 14/2022, com o objetivo de assegurar o suprimento de energia elétrica no país. Inicialmente, o foco era a contratação de usinas termelétricas, que oferecem despachabilidade e garantia de potência. A inclusão das baterias agora reflete a crescente maturidade e competitividade dessa tecnologia, que passa a ser considerada em igualdade com as fontes tradicionais de capacidade.

A EPE, responsável pela análise técnica, avaliará os projetos cadastrados, enquanto o Ministério de Minas e Energia (MME) definirá as diretrizes gerais para o leilão. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), por sua vez, regulará as regras dos certames e a remuneração dos ativos contratados, com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) identificando as necessidades de capacidade do sistema.

A base regulatória para o LRCAP está no Decreto nº 10.893/2021 e na Portaria MME nº 14/2022, que estabelecem as diretrizes para a contratação de reserva de capacidade. A adaptação dessas normativas para contemplar novas tecnologias, como as baterias, alinha-se aos objetivos do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE), que prevê a crescente demanda por flexibilidade da rede e a diversificação da matriz energética.

Atualmente, o Brasil possui uma matriz elétrica com mais de 190 GW de capacidade instalada. Contudo, enfrenta desafios de intermitência devido à rápida expansão das fontes eólica e solar, que já somam mais de 40 GW. O primeiro LRCAP, realizado em 2021, contratou 4,6 GW de potência, majoritariamente de termelétricas, com um custo anual de aproximadamente R$ 2,6 bilhões. A entrada das baterias pode diversificar essa oferta e reduzir a dependência de fontes mais poluentes.

A expectativa é que a inclusão das baterias no LRCAP impulsione investimentos significativos em armazenamento de energia, contribuindo para a estabilização do sistema elétrico e facilitando a integração de mais fontes renováveis. Essa diversificação da capacidade firme pode, inclusive, mitigar a volatilidade do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD). Contudo, o custo da contratação dessa capacidade será, por fim, repassado à tarifa dos consumidores, impactando o encargo setorial.

Para investidores e desenvolvedores de projetos de armazenamento, a possibilidade de participar do LRCAP representa uma oportunidade de garantir contratos de longo prazo, essenciais para a viabilidade econômica de seus empreendimentos. A remuneração por capacidade firme oferece uma receita previsível, incentivando a construção de novas plantas de baterias e a modernização da infraestrutura existente.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.