Carga SIN85.375 MW 1,87%PLD MédioR$ 95,02/MWh 18,74%PLD SE/COR$ 95,14/MWh 20,11%PLD SulR$ 94,67/MWh 14,32%PLD NER$ 95,14/MWh 20,11%PLD NorteR$ 95,14/MWh 20,11%EAR SIN62,8% 0,00%EAR SE/CO57,6% 0,17%EAR Sul81,1% 0,49%EAR NE72,1% 0,28%EAR Norte76,8% 0,39%ENA SIN152% MLT 0,65%ENA SE/CO129% MLT 3,20%ENA Sul264% MLT 0,38%ENA NE66% MLT 1,54%ENA Norte57% MLT 0,00%Carga SIN85.375 MW 1,87%PLD MédioR$ 95,02/MWh 18,74%PLD SE/COR$ 95,14/MWh 20,11%PLD SulR$ 94,67/MWh 14,32%PLD NER$ 95,14/MWh 20,11%PLD NorteR$ 95,14/MWh 20,11%EAR SIN62,8% 0,00%EAR SE/CO57,6% 0,17%EAR Sul81,1% 0,49%EAR NE72,1% 0,28%EAR Norte76,8% 0,39%ENA SIN152% MLT 0,65%ENA SE/CO129% MLT 3,20%ENA Sul264% MLT 0,38%ENA NE66% MLT 1,54%ENA Norte57% MLT 0,00%
Hidráulica43.880 MW(51%) 6,09%Térmica10.164 MW(12%) 5,85%Eólica15.466 MW(18%) 2,15%Solar14.600 MW(17%) 2,41%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.880 MW(51%) 6,09%Térmica10.164 MW(12%) 5,85%Eólica15.466 MW(18%) 2,15%Solar14.600 MW(17%) 2,41%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.880 MW(51%) 6,09%Térmica10.164 MW(12%) 5,85%Eólica15.466 MW(18%) 2,15%Solar14.600 MW(17%) 2,41%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 48,71 3,41%PETR3R$ 53,93 4,09%PRIO3R$ 62,50 4,84%RECV3R$ 11,22 1,32%VBBR3R$ 38,92 0,41%UGPA3R$ 38,97 1,41%RAIZ4R$ 0,27 0,00%CSAN3R$ 3,67 3,67%EGIE3R$ 30,96 1,44%CMIG4R$ 11,29 1,71%CPFE3R$ 45,47 1,68%EQTL3R$ 39,56 0,05%ENGI11R$ 52,47 1,82%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,90 2,76%ENEV3R$ 27,39 1,52%TAEE11R$ 41,69 2,18%ALUP11R$ 33,46 0,15%LIGT3R$ 3,55 4,05%PETR4R$ 48,71 3,41%PETR3R$ 53,93 4,09%PRIO3R$ 62,50 4,84%RECV3R$ 11,22 1,32%VBBR3R$ 38,92 0,41%UGPA3R$ 38,97 1,41%RAIZ4R$ 0,27 0,00%CSAN3R$ 3,67 3,67%EGIE3R$ 30,96 1,44%CMIG4R$ 11,29 1,71%CPFE3R$ 45,47 1,68%EQTL3R$ 39,56 0,05%ENGI11R$ 52,47 1,82%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,90 2,76%ENEV3R$ 27,39 1,52%TAEE11R$ 41,69 2,18%ALUP11R$ 33,46 0,15%LIGT3R$ 3,55 4,05%
BrentUS$ 103,82 1,90%WTIUS$ 101,26 1,14%Gás NaturalUS$ 2,91 0,73%DólarR$ 5,15 0,18%BrentUS$ 103,82 1,90%WTIUS$ 101,26 1,14%Gás NaturalUS$ 2,91 0,73%DólarR$ 5,15 0,18%BrentUS$ 103,82 1,90%WTIUS$ 101,26 1,14%Gás NaturalUS$ 2,91 0,73%DólarR$ 5,15 0,18%
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Abrage instala comitê para discutir armazenamento hidráulico após avanço regulatório

A Abrage criou o Comitê Armazenamento de Energia (CAE) em 31 de julho, reunindo especialistas para debater projetos de armazenamento hidráulico e novas hidrelétricas reversíveis. A iniciativa vem após a consolidação do arcabouço regulatório para o setor, que eliminou a dupla cobrança e abriu caminho para leilões de capacidade.

3 de agosto de 2026 às 16:18Fonte oficial: ABRAGERedação Radar Energia
Abrage instala comitê para discutir armazenamento hidráulico após avanço regulatório
Foto: ABRAGE

A Abrage, associação que representa geradores de energia, instalou na última sexta-feira, 31 de julho, seu Comitê Armazenamento de Energia (CAE), o 12º grupo de trabalho da entidade. O novo comitê tem como objetivo reunir especialistas das empresas associadas para discutir os principais temas relacionados ao desenvolvimento de projetos de armazenamento hidráulico no Brasil, bem como a viabilização de novos empreendimentos hidrelétricos com capacidade de armazenamento, conforme comunicado da associação.

A criação do CAE ocorre em um momento de consolidação do arcabouço regulatório para o armazenamento de energia no país. Em junho, a ANEEL aprovou as Resoluções Normativas nº 1.161/2026 e nº 1.162/2026, que estabeleceram o tratamento regulatório definitivo para a tecnologia, eliminando a "dupla cobrança" que era uma barreira para a viabilidade de projetos. Antes, em abril, o CNPE já havia aprovado a Resolução nº 8/2026, com diretrizes para o desenvolvimento e contratação de Sistemas de Armazenamento Hidráulico (SAHs), como as hidrelétricas reversíveis, abrindo caminho para sua contratação via leilões de capacidade.

A instalação do comitê sinaliza a mobilização estratégica da indústria geradora para influenciar a implementação e o desenvolvimento do mercado de armazenamento, especialmente o hidráulico. A Abrage, que desde 2024 defende ativamente o armazenamento hidráulico como pilar para a segurança energética, busca agora, por meio do CAE, um fórum permanente de diálogo para alinhamento de posicionamentos institucionais e aprofundamento das discussões técnicas, visando contribuir para um ambiente regulatório e institucional favorável à implantação de projetos.

Para o setor, o comitê reflete a maturidade do mercado de armazenamento no Brasil, após a remoção de barreiras econômicas e a definição de um tratamento regulatório claro. As empresas geradoras e desenvolvedoras de projetos de armazenamento hidráulico são as principais beneficiárias, ganhando um canal institucional para articular suas demandas e influenciar o desenho de mercado e os próximos Leilões de Reserva de Capacidade (LRCAP) dedicados à tecnologia, que são esperados para impulsionar a flexibilidade operativa do Sistema Interligado Nacional (SIN) e a segurança energética.

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