Carga SIN83.026 MW▼ 6,36%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,3%▲ 0,34%EAR SE/CO54,4%• 0,00%EAR Sul81,6%▲ 2,64%EAR NE62,6%▼ 0,16%EAR Norte63,9%▼ 0,47%ENA SIN164% MLT▲ 7,19%ENA SE/CO148% MLT• 0,00%ENA Sul223% MLT▲ 1,36%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%Carga SIN83.026 MW▼ 6,36%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,3%▲ 0,34%EAR SE/CO54,4%• 0,00%EAR Sul81,6%▲ 2,64%EAR NE62,6%▼ 0,16%EAR Norte63,9%▼ 0,47%ENA SIN164% MLT▲ 7,19%ENA SE/CO148% MLT• 0,00%ENA Sul223% MLT▲ 1,36%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%
Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%
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Estudo Siemens estima € 24,7 bilhões em redes elétricas europeias para VEs até 2030

Um estudo da Siemens estima que a Europa precisará de € 24,7 bilhões em investimentos nas redes de distribuição elétrica até 2030 para suportar o crescimento dos veículos elétricos. A pesquisa, encomendada por EIT Urban Mobility, ChargeUp Europe e ACEA, aponta que sistemas inteligentes de gestão do carregamento poderiam reduzir esse montante em € 10,6 bilhões.

9 de setembro de 2026 às 14:24Fonte oficial: SiemensRedação Radar Energia

A Europa necessitará de um investimento de € 24,7 bilhões em suas redes de distribuição elétrica até 2030 para acompanhar a expansão da frota de veículos elétricos (VEs), aponta um estudo da Siemens divulgado nesta quarta-feira (9). O levantamento, encomendado por EIT Urban Mobility, ChargeUp Europe e ACEA, destaca que a adoção de sistemas inteligentes de gestão do carregamento pode reduzir essa demanda, diminuindo o aporte necessário em € 10,6 bilhões, para € 14,1 bilhões.

O estudo 'Electricity Grids in Europe' projeta que a maior parte da pressão e do investimento físico (77,7%) será direcionada às redes de baixa tensão, impulsionada principalmente pelo carregamento residencial dos VEs. A projeção é que o número de veículos elétricos a bateria nos 64 centros urbanos analisados aumente consideravelmente até o final da década. A gestão inteligente do carregamento atua como um mecanismo importante, permitindo controlar a potência consumida em tempo real e otimizar o uso da capacidade existente, o que reduz a necessidade de reforços físicos.

Para os distribuidores de energia elétrica, o cenário exige planejamento e execução de investimentos em infraestrutura e digitalização, para evitar sobrecargas e interrupções no fornecimento. Governos e reguladores europeus, por sua vez, precisam criar um ambiente regulatório e de incentivos que viabilize esses aportes e promova a adoção de soluções de carregamento inteligente. A não realização dos investimentos ou a falha na implementação dessas soluções pode impactar a confiabilidade do sistema e gerar custos repassados aos consumidores via tarifas, comprometendo a transição energética na mobilidade.

A necessidade de adaptação das redes europeias se alinha com a aceleração das vendas de VEs no continente, conforme amplamente noticiado pela imprensa especializada em julho deste ano, intensificando a pressão sobre a infraestrutura existente. O Tribunal de Contas Europeu já havia, em 2021, apontado a dispersão das infraestruturas de carregamento e a falta de um roteiro estratégico global para a eletromobilidade na UE, o que reforça a relevância do estudo da Siemens para o planejamento energético e a transição para a mobilidade elétrica.

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