Carga SIN83.026 MW▼ 6,36%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,3%▲ 0,34%EAR SE/CO54,4%• 0,00%EAR Sul81,6%▲ 2,64%EAR NE62,6%▼ 0,16%EAR Norte63,9%▼ 0,47%ENA SIN164% MLT▲ 7,19%ENA SE/CO148% MLT• 0,00%ENA Sul223% MLT▲ 1,36%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%Carga SIN83.026 MW▼ 6,36%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,3%▲ 0,34%EAR SE/CO54,4%• 0,00%EAR Sul81,6%▲ 2,64%EAR NE62,6%▼ 0,16%EAR Norte63,9%▼ 0,47%ENA SIN164% MLT▲ 7,19%ENA SE/CO148% MLT• 0,00%ENA Sul223% MLT▲ 1,36%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%
Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%
PETR4R$ 58,68▲ 1,61%PETR3R$ 65,24▲ 0,76%PRIO3R$ 73,80▲ 3,49%RECV3R$ 12,80▲ 3,23%VBBR3R$ 35,82▼ 2,74%UGPA3R$ 38,55▼ 3,70%RAIZ4R$ 0,43▲ 2,38%CSAN3R$ 5,20▲ 2,16%EGIE3R$ 30,79▼ 1,00%CMIG4R$ 11,67▼ 0,26%CPFE3R$ 49,79▲ 0,57%EQTL3R$ 48,88▲ 0,51%ENGI11R$ 66,47▲ 0,71%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,24▲ 0,07%ENEV3R$ 31,48▼ 2,14%TAEE11R$ 44,75▼ 1,08%ALUP11R$ 38,68• 0,03%LIGT3R$ 3,67▼ 0,27%PETR4R$ 58,68▲ 1,61%PETR3R$ 65,24▲ 0,76%PRIO3R$ 73,80▲ 3,49%RECV3R$ 12,80▲ 3,23%VBBR3R$ 35,82▼ 2,74%UGPA3R$ 38,55▼ 3,70%RAIZ4R$ 0,43▲ 2,38%CSAN3R$ 5,20▲ 2,16%EGIE3R$ 30,79▼ 1,00%CMIG4R$ 11,67▼ 0,26%CPFE3R$ 49,79▲ 0,57%EQTL3R$ 48,88▲ 0,51%ENGI11R$ 66,47▲ 0,71%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,24▲ 0,07%ENEV3R$ 31,48▼ 2,14%TAEE11R$ 44,75▼ 1,08%ALUP11R$ 38,68• 0,03%LIGT3R$ 3,67▼ 0,27%
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Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

ANP abre consulta para programa de 'gas release' focado em desverticalização do gás

A ANP abriu consulta pública para debater o programa de 'gas release', que visa reduzir a concentração no mercado de gás natural. A proposta obriga agentes relevantes, como a Petrobras, a ofertar volumes em leilões anuais a partir de 2027, buscando maior competitividade e liquidez no setor.

10 de setembro de 2026 às 11:54Fonte oficial: ANPRedação Radar Energia

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) abriu a Consulta e Audiência Públicas nº 16/2026 para debater a regulamentação do Programa de Redução da Concentração no Mercado de Gás Natural, conhecido como 'gas release'. A iniciativa busca impulsionar a competitividade do setor ao prever a obrigação de agentes com posição relevante ofertarem volumes em leilões anuais. A consulta está aberta desde 7 de agosto e recebe contribuições até 28 de setembro de 2026, com audiência pública marcada para 21 de outubro.

O mecanismo proposto pela ANP estabelece ciclos de quatro anos, a partir de 2027, nos quais os agentes designados deverão disponibilizar volumes de gás em leilões, sendo vedada a participação do próprio grupo econômico como adquirente. A Petrobras é expressamente designada para o primeiro ciclo. A calibragem regulatória definirá volumes, preço mínimo inicial e duração da medida, priorizando gás nacional de terceiros ou importado via Gasbol, em um esforço de desverticalização e aumento da liquidez do mercado.

A agência tem como meta reduzir o índice de concentração do mercado atacadista não termelétrico de gás natural de aproximadamente 3.750 para 2.500 pontos até 2030, o que indica um aumento significativo na diversidade de fornecedores. A expectativa é de maior concorrência e aprimoramento na formação de preços, com potencial benefício ao consumidor final, como observado em um precedente regional no Nordeste, onde a abertura do mercado resultou em queda de 48% no preço médio atacadista entre 2019 e 2024.

A proposta se insere na agenda regulatória 2025-2026 da ANP, que já contemplou o fim do direito de preferência em gasodutos e UPGNs e regras para acesso de terceiros a terminais de GNL, consolidando a reforma do setor. Embora a medida seja amparada pelo Art. 33 da Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021), a obrigatoriedade de desinvestimento de volumes por agentes relevantes pode gerar contestações, e a consulta prévia ao Cade, prevista na proposta, será crucial para mitigar riscos regulatórios e jurídicos.

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