Carga SIN81.033 MW 7,26%PLD MédioR$ 90,97/MWh 3,81%PLD SE/COR$ 90,97/MWh 3,80%PLD SulR$ 90,97/MWh 3,81%PLD NER$ 90,97/MWh 3,81%PLD NorteR$ 90,97/MWh 3,80%EAR SIN62,8% 0,16%EAR SE/CO57,1% 0,35%EAR Sul83% 0,61%EAR NE72,9% 0,41%EAR Norte78% 0,38%ENA SIN157% MLT 8,28%ENA SE/CO110% MLT 3,77%ENA Sul248% MLT 6,44%ENA NE64% MLT 1,59%ENA Norte58% MLT 1,75%Carga SIN81.033 MW 7,26%PLD MédioR$ 90,97/MWh 3,81%PLD SE/COR$ 90,97/MWh 3,80%PLD SulR$ 90,97/MWh 3,81%PLD NER$ 90,97/MWh 3,81%PLD NorteR$ 90,97/MWh 3,80%EAR SIN62,8% 0,16%EAR SE/CO57,1% 0,35%EAR Sul83% 0,61%EAR NE72,9% 0,41%EAR Norte78% 0,38%ENA SIN157% MLT 8,28%ENA SE/CO110% MLT 3,77%ENA Sul248% MLT 6,44%ENA NE64% MLT 1,59%ENA Norte58% MLT 1,75%
Hidráulica41.911 MW(51%) 4,20%Térmica10.785 MW(13%) 8,76%Eólica13.969 MW(17%) 17,71%Solar12.848 MW(16%) 13,86%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica41.911 MW(51%) 4,20%Térmica10.785 MW(13%) 8,76%Eólica13.969 MW(17%) 17,71%Solar12.848 MW(16%) 13,86%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica41.911 MW(51%) 4,20%Térmica10.785 MW(13%) 8,76%Eólica13.969 MW(17%) 17,71%Solar12.848 MW(16%) 13,86%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%
PETR4R$ 49,00 1,20%PETR3R$ 54,52 1,55%PRIO3R$ 64,19 2,67%RECV3R$ 11,36 0,53%VBBR3R$ 37,55 1,05%UGPA3R$ 38,02 0,99%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,70 2,37%EGIE3R$ 30,75 0,07%CMIG4R$ 11,45 1,06%CPFE3R$ 45,54 1,00%EQTL3R$ 39,65 2,16%ENGI11R$ 51,61 2,28%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,84 0,84%ENEV3R$ 27,36 0,11%TAEE11R$ 40,73 0,34%ALUP11R$ 33,74 1,05%LIGT3R$ 3,77 3,57%PETR4R$ 49,00 1,20%PETR3R$ 54,52 1,55%PRIO3R$ 64,19 2,67%RECV3R$ 11,36 0,53%VBBR3R$ 37,55 1,05%UGPA3R$ 38,02 0,99%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,70 2,37%EGIE3R$ 30,75 0,07%CMIG4R$ 11,45 1,06%CPFE3R$ 45,54 1,00%EQTL3R$ 39,65 2,16%ENGI11R$ 51,61 2,28%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,84 0,84%ENEV3R$ 27,36 0,11%TAEE11R$ 40,73 0,34%ALUP11R$ 33,74 1,05%LIGT3R$ 3,77 3,57%
BrentUS$ 108,22 3,45%WTIUS$ 103,18 3,13%Gás NaturalUS$ 2,90 2,26%DólarR$ 5,13 0,54%BrentUS$ 108,22 3,45%WTIUS$ 103,18 3,13%Gás NaturalUS$ 2,90 2,26%DólarR$ 5,13 0,54%BrentUS$ 108,22 3,45%WTIUS$ 103,18 3,13%Gás NaturalUS$ 2,90 2,26%DólarR$ 5,13 0,54%
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Radar Energia
AnáliseMercado

Equatorial informa crescimento de 4,7% na energia injetada no 2T26

A Equatorial S.A. registrou um aumento de 4,7% na energia injetada bruta consolidada no segundo trimestre de 2026, impulsionado pelo avanço de 4,2% no Mercado Fio B. O desempenho reflete a expansão da demanda em diversas classes e regiões, com destaque para Pará e Amapá, e a manutenção das perdas abaixo do limite regulatório, conforme comunicado operacional da empresa.

31 de julho de 2026 às 10:23Fonte oficial: Mz-sitesRedação Radar Energia

A Equatorial S.A. informou o registro de um crescimento de 4,7% na energia injetada bruta consolidada em suas concessões de distribuição no segundo trimestre de 2026, conforme release operacional divulgado em 29 de julho. O Mercado Fio B, que espelha o consumo final, também avançou 4,2% no período, o que sinaliza demanda robusta nas áreas de atuação da companhia.

O avanço foi impulsionado principalmente pelas classes residencial, poder público, comercial e rural. Regionalmente, Pará (+6,2%), Amapá (+6,1%), Goiás (+5,6%), Maranhão (+5,3%) e Rio Grande do Sul (+4,3%) lideraram o avanço do Mercado Fio B. Em Alagoas, um ajuste contábil na competência de faturamento de clientes livres, implementado a partir de abril, impactou o dado; desconsiderando esse efeito extraordinário, a alta consolidada do Fio B alcançaria 5,0%.

A companhia também destacou a manutenção de suas perdas de energia abaixo do nível regulatório, um fator crucial para a rentabilidade das distribuidoras, pois garante o reconhecimento integral dos custos na tarifa. No Maranhão, a micro e minigeração distribuída (MMGD) representou 10,3% da energia injetada bruta no 2T26. Analistas do setor apontam que, embora a MMGD desafie a receita da Fio B, ela contribui para a segurança do suprimento local.

A transição para o fenômeno El Niño a partir de junho de 2026, com o aquecimento do Oceano Pacífico Equatorial, tende a intensificar o consumo de energia no segundo semestre, especialmente nas classes residencial e comercial, devido à maior demanda por refrigeração. Analistas do setor avaliam que esse cenário, somado ao crescimento da demanda já observado, pode gerar sinais de preço mais altos no PLD e na curva forward, impactando a estratégia de contratação de geradores e consumidores livres, além de pressionar as distribuidoras por maior lastro e garantia física no Ambiente de Contratação Regulado (ACR).

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