Carga SIN84.844 MW 1,41%PLD MédioR$ 179,14/MWh 25,56%PLD SE/COR$ 179,15/MWh 25,56%PLD SulR$ 179,14/MWh 25,56%PLD NER$ 179,14/MWh 25,56%PLD NorteR$ 179,15/MWh 25,56%EAR SIN62,6% 0,00%EAR SE/CO56,8% 0,00%EAR Sul81,4% 0,00%EAR NE73,4% 0,14%EAR Norte78,6% 0,25%ENA SIN129% MLT 4,88%ENA SE/CO103% MLT 1,98%ENA Sul224% MLT 1,32%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 1,79%Carga SIN84.844 MW 1,41%PLD MédioR$ 179,14/MWh 25,56%PLD SE/COR$ 179,15/MWh 25,56%PLD SulR$ 179,14/MWh 25,56%PLD NER$ 179,14/MWh 25,56%PLD NorteR$ 179,15/MWh 25,56%EAR SIN62,6% 0,00%EAR SE/CO56,8% 0,00%EAR Sul81,4% 0,00%EAR NE73,4% 0,14%EAR Norte78,6% 0,25%ENA SIN129% MLT 4,88%ENA SE/CO103% MLT 1,98%ENA Sul224% MLT 1,32%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 1,79%
Hidráulica42.234 MW(50%) 1,73%Térmica9.643 MW(11%) 1,75%Eólica17.712 MW(21%) 0,18%Solar13.265 MW(16%) 0,36%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.234 MW(50%) 1,73%Térmica9.643 MW(11%) 1,75%Eólica17.712 MW(21%) 0,18%Solar13.265 MW(16%) 0,36%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.234 MW(50%) 1,73%Térmica9.643 MW(11%) 1,75%Eólica17.712 MW(21%) 0,18%Solar13.265 MW(16%) 0,36%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
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BrentUS$ 104,81 2,62%WTIUS$ 100,36 2,07%Gás NaturalUS$ 2,83 0,25%DólarR$ 5,12 0,38%BrentUS$ 104,81 2,62%WTIUS$ 100,36 2,07%Gás NaturalUS$ 2,83 0,25%DólarR$ 5,12 0,38%BrentUS$ 104,81 2,62%WTIUS$ 100,36 2,07%Gás NaturalUS$ 2,83 0,25%DólarR$ 5,12 0,38%
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Radar Energia
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Abrapch aponta 16,9 GW em projetos de PCHs e CGHs com potencial de R$ 169 bilhões

Um levantamento da ABRAPCH, baseado em dados da ANEEL, identificou 16,9 GW em projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) em fase de estudos ambientais no Brasil. O potencial, que representa um investimento estimado de R$ 169 bilhões, ganha relevância com a Lei nº 15.269/2025, que estabeleceu a contratação obrigatória de 4.900 MW em hidrelétricas de menor porte.

11 de setembro de 2026 às 16:23Fonte oficial: ABRAPCHRedação Radar Energia
Abrapch aponta 16,9 GW em projetos de PCHs e CGHs com potencial de R$ 169 bilhões
Foto: ABRAPCH

O Brasil possui um potencial significativo para expandir sua capacidade de geração de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), com aproximadamente 16,9 GW em projetos já em fase de estudos ambientais. A estimativa, apresentada pela Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas (ABRAPCH) em levantamento baseado em dados públicos da ANEEL, aponta para um volume de investimentos da ordem de R$ 169 bilhões e a criação de mais de 1 milhão de empregos, caso esses empreendimentos avancem.

Apesar de o país já contar com 107 GW de capacidade hidrelétrica instalada, cerca de 40% do potencial nacional ainda não foi aproveitado, segundo a ABRAPCH. O inventário mostra que as oportunidades estão distribuídas por diversas regiões, com maior concentração no Centro-Oeste, Sul e Sudeste, destacando estados como Goiás (2,8 GW), Minas Gerais (3 GW), Mato Grosso (2,2 GW) e Paraná (1,9 GW). A experiência internacional, com países como a Áustria operando mais de 3.200 usinas e 15 GW em capacidade em território similar ao do Paraná, reforça a tese de que há espaço para a hidreletricidade de menor porte.

Esse potencial ganha um novo impulso com a Lei nº 15.269/2025, que estabeleceu a contratação obrigatória de 4.900 MW em hidrelétricas de até 50 MW, com uma etapa inicial de 3.000 MW já regionalizada. Além disso, as PCHs e CGHs continuam a se beneficiar do desconto de 50% na Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão e Distribuição (TUST/TUSD), conforme a Lei nº 14.120/2021, e da suspensão, pela ANEEL, da restrição à autoprodução para usinas de até 5 MW. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) também decidiu, em abril de 2026, pela retomada imediata dos estudos para novos projetos hidrelétricos com capacidade de armazenamento, priorizando reservatórios de usos múltiplos.

A materialização desses projetos, contudo, depende da superação de desafios regulatórios e de financiamento. A Lei nº 15.269/2025 ainda aguarda a regulamentação de 42 pontos, com a contratação dos 3 GW iniciais via leilão de reserva de capacidade tendendo a ser realizada apenas em 2027. Há também a necessidade de prorrogação dos Despachos de Registro de Adequabilidade (DRS-PCH) que vencem em 31 de dezembro de 2026, pleito já encaminhado pela ABRAPCH. A previsibilidade regulatória e ambiental, aliada a condições de financiamento compatíveis, é vista como crucial para atrair os investimentos de longo prazo necessários, conforme defende Epitácio Barzotto, vice-presidente do Conselho de Administração da ABRAPCH.

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