Carga SIN83.026 MW▼ 6,36%PLD MédioR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD SE/COR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD SulR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD NER$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD NorteR$ 161,43/MWh▲ 181,68%EAR SIN58,3%▲ 0,34%EAR SE/CO54,4%• 0,00%EAR Sul81,6%▲ 2,64%EAR NE62,6%▼ 0,16%EAR Norte63,9%▼ 0,47%ENA SIN164% MLT▲ 7,19%ENA SE/CO148% MLT• 0,00%ENA Sul223% MLT▲ 1,36%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%Carga SIN83.026 MW▼ 6,36%PLD MédioR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD SE/COR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD SulR$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD NER$ 161,43/MWh▲ 181,68%PLD NorteR$ 161,43/MWh▲ 181,68%EAR SIN58,3%▲ 0,34%EAR SE/CO54,4%• 0,00%EAR Sul81,6%▲ 2,64%EAR NE62,6%▼ 0,16%EAR Norte63,9%▼ 0,47%ENA SIN164% MLT▲ 7,19%ENA SE/CO148% MLT• 0,00%ENA Sul223% MLT▲ 1,36%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%
Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica44.769 MW(54%)▼ 2,21%Térmica9.456 MW(11%)▼ 6,13%Eólica12.501 MW(15%)▼ 20,63%Solar14.950 MW(18%)▼ 4,81%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%
PETR4R$ 58,68▲ 1,61%PETR3R$ 65,24▲ 0,76%PRIO3R$ 73,80▲ 3,49%RECV3R$ 12,80▲ 3,23%VBBR3R$ 35,82▼ 2,74%UGPA3R$ 38,55▼ 3,70%RAIZ4R$ 0,43▲ 2,38%CSAN3R$ 5,20▲ 2,16%EGIE3R$ 30,79▼ 1,00%CMIG4R$ 11,67▼ 0,26%CPFE3R$ 49,79▲ 0,57%EQTL3R$ 48,88▲ 0,51%ENGI11R$ 66,47▲ 0,71%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,24▲ 0,07%ENEV3R$ 31,48▼ 2,14%TAEE11R$ 44,75▼ 1,08%ALUP11R$ 38,68• 0,03%LIGT3R$ 3,67▼ 0,27%PETR4R$ 58,68▲ 1,61%PETR3R$ 65,24▲ 0,76%PRIO3R$ 73,80▲ 3,49%RECV3R$ 12,80▲ 3,23%VBBR3R$ 35,82▼ 2,74%UGPA3R$ 38,55▼ 3,70%RAIZ4R$ 0,43▲ 2,38%CSAN3R$ 5,20▲ 2,16%EGIE3R$ 30,79▼ 1,00%CMIG4R$ 11,67▼ 0,26%CPFE3R$ 49,79▲ 0,57%EQTL3R$ 48,88▲ 0,51%ENGI11R$ 66,47▲ 0,71%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 15,24▲ 0,07%ENEV3R$ 31,48▼ 2,14%TAEE11R$ 44,75▼ 1,08%ALUP11R$ 38,68• 0,03%LIGT3R$ 3,67▼ 0,27%
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Radar Energia
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ONS atualiza dados de intercâmbio do SIN com países vizinhos

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) disponibilizou em 8 de setembro de 2026 dados mais recentes sobre o intercâmbio de energia entre o Sistema Interligado Nacional (SIN) e Argentina, Uruguai e Paraguai. A atualização aprimora a transparência operacional e oferece insumos detalhados para análises de mercado, sem alterar regras regulatórias.

11 de setembro de 2026 às 13:20Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) atualizou em 8 de setembro de 2026 os dados de intercâmbio de energia entre o Sistema Interligado Nacional (SIN) e países vizinhos. As informações mais recentes sobre os fluxos com Argentina, Uruguai e Paraguai foram disponibilizadas em seu portal de dados abertos, às 19h04 (horário de Brasília).

A atualização consiste na disponibilização de dados mais recentes no conjunto “Intercâmbio do SIN com Outros Países”, detalhando o fluxo de potência ativa em MW médios, em base horária. Dados positivos indicam exportação do Brasil, enquanto valores negativos representam importação. O ONS ressalta que a medida se restringe à gestão e publicação de informações operacionais, sem alterar as regras ou limites regulatórios de intercâmbio internacional de energia, e ocorre sob licença Creative Commons Atribuição (CC-BY).

Para o setor, a atualização regular desses dados aprimora a transparência operacional e fornece insumos mais recentes e detalhados para que os agentes de mercado possam refinar suas análises de balanço energético e de risco. A disponibilização em base horária permite uma compreensão mais granular da contribuição desses intercâmbios para a oferta e demanda do sistema, considerando que o fluxo pode ser um recurso estratégico em momentos de necessidade, como o recente acionamento de emergência com a Argentina noticiado pelo Radar Energia em 11 de setembro.

A atualização dos dados impacta positivamente a qualidade das análises e projeções dos agentes. Informações mais atualizadas sobre exportação e importação de energia permitem uma avaliação precisa da segurança do suprimento e da flexibilidade operacional do SIN, subsidiando decisões de trading e gestão de portfólio, especialmente para aqueles com exposição nos submercados Sul e Sudeste/Centro-Oeste.

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