RNEST da Petrobras atinge recorde de processamento e produção de derivados em agosto
A Refinaria Abreu e Lima (RNEST) da Petrobras registrou em agosto de 2026 um recorde histórico de processamento em sua Unidade de Coqueamento Retardado (UCR), com média de 10.888 m³ por dia. O feito impulsionou novos picos de produção de GLP, nafta petroquímica e coque verde de petróleo, ampliando a oferta de derivados essenciais no mercado nacional.
A Unidade de Coqueamento Retardado (UCR) da Refinaria Abreu e Lima (RNEST), operada pela Petrobras, alcançou em agosto de 2026 um recorde histórico de processamento, atingindo 10.888 m³ por dia de carga. O volume superou o recorde anterior de 10.615 m³/d, estabelecido em setembro de 2016, demonstrando a crescente eficiência operacional da refinaria pernambucana.
Com o aumento do processamento, a RNEST também registrou novos recordes de produção de derivados no mesmo mês. A produção de GLP atingiu 10.089 toneladas, superando em cerca de 2,9% o recorde de maio de 2026. Já a nafta petroquímica alcançou 99.912 m³, volume aproximadamente 19,7% acima do recorde anterior de janeiro de 2017. O coque verde de petróleo também estabeleceu nova marca, com 63.607,8 toneladas, 7,4% acima do pico de maio de 2026.
Os recordes operacionais da RNEST se inserem em um contexto de alta performance da Petrobras e do Brasil em 2026. A companhia já havia reportado, no segundo trimestre do ano, um recorde de produção de petróleo e gás natural de 3,34 milhões de barris de óleo equivalente por dia. A produção nacional de petróleo e gás natural também atingiu um recorde histórico de 5,838 milhões de boed em junho de 2026, conforme noticiado pelo Radar Energia, consolidando a posição do país no cenário global de óleo e gás.
Para a Petrobras, o desempenho da RNEST reforça a capacidade de maximizar a produção de derivados e otimizar o retorno sobre seus ativos estratégicos. O incremento na oferta de GLP, nafta e coque verde de petróleo contribui para a maior disponibilidade desses produtos no mercado nacional e pode favorecer a estabilidade ou maior competitividade nos preços, beneficiando o consumidor final e as indústrias que dependem desses insumos. A sustentabilidade desses recordes dependerá de investimentos em modernização e gestão eficiente da cadeia de valor.
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