Carga SIN85.950 MW 2,84%PLD MédioR$ 126,59/MWh 4,00%PLD SE/COR$ 128,8/MWh 3,87%PLD SulR$ 128,79/MWh 3,87%PLD NER$ 122,84/MWh 4,25%PLD NorteR$ 125,95/MWh 4,02%EAR SIN67% 0,30%EAR SE/CO60,7% 0,16%EAR Sul84,6% 0,24%EAR NE79,5% 0,38%EAR Norte86,2% 0,35%ENA SIN126% MLT 2,33%ENA SE/CO98% MLT 1,01%ENA Sul212% MLT 0,00%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 0,00%Carga SIN85.950 MW 2,84%PLD MédioR$ 126,59/MWh 4,00%PLD SE/COR$ 128,8/MWh 3,87%PLD SulR$ 128,79/MWh 3,87%PLD NER$ 122,84/MWh 4,25%PLD NorteR$ 125,95/MWh 4,02%EAR SIN67% 0,30%EAR SE/CO60,7% 0,16%EAR Sul84,6% 0,24%EAR NE79,5% 0,38%EAR Norte86,2% 0,35%ENA SIN126% MLT 2,33%ENA SE/CO98% MLT 1,01%ENA Sul212% MLT 0,00%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte68% MLT 0,00%
Hidráulica43.554 MW(50%) 3,91%Térmica9.773 MW(11%) 1,00%Eólica17.233 MW(20%) 2,78%Solar14.076 MW(16%) 7,34%Nuclear2.006 MW(2%) 0,10%Hidráulica43.554 MW(50%) 3,91%Térmica9.773 MW(11%) 1,00%Eólica17.233 MW(20%) 2,78%Solar14.076 MW(16%) 7,34%Nuclear2.006 MW(2%) 0,10%Hidráulica43.554 MW(50%) 3,91%Térmica9.773 MW(11%) 1,00%Eólica17.233 MW(20%) 2,78%Solar14.076 MW(16%) 7,34%Nuclear2.006 MW(2%) 0,10%
PETR4R$ 43,11 1,51%PETR3R$ 48,14 1,43%PRIO3R$ 61,53 0,08%RECV3R$ 10,42 2,89%VBBR3R$ 35,41 5,23%UGPA3R$ 33,94 0,35%RAIZ4R$ 0,22 4,35%CSAN3R$ 3,39 5,28%EGIE3R$ 27,69 1,28%CMIG4R$ 10,17 0,39%CPFE3R$ 42,29 3,17%EQTL3R$ 34,83 1,75%ENGI11R$ 44,29 1,37%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,10 0,00%ENEV3R$ 25,10 2,32%TAEE11R$ 37,17 0,21%ALUP11R$ 31,40 0,32%LIGT3R$ 3,08 4,64%PETR4R$ 43,11 1,51%PETR3R$ 48,14 1,43%PRIO3R$ 61,53 0,08%RECV3R$ 10,42 2,89%VBBR3R$ 35,41 5,23%UGPA3R$ 33,94 0,35%RAIZ4R$ 0,22 4,35%CSAN3R$ 3,39 5,28%EGIE3R$ 27,69 1,28%CMIG4R$ 10,17 0,39%CPFE3R$ 42,29 3,17%EQTL3R$ 34,83 1,75%ENGI11R$ 44,29 1,37%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,10 0,00%ENEV3R$ 25,10 2,32%TAEE11R$ 37,17 0,21%ALUP11R$ 31,40 0,32%LIGT3R$ 3,08 4,64%
BrentUS$ 93,86 2,44%WTIUS$ 86,74 1,06%Gás NaturalUS$ 2,76 1,95%DólarR$ 5,17 0,87%BrentUS$ 93,86 2,44%WTIUS$ 86,74 1,06%Gás NaturalUS$ 2,76 1,95%DólarR$ 5,17 0,87%BrentUS$ 93,86 2,44%WTIUS$ 86,74 1,06%Gás NaturalUS$ 2,76 1,95%DólarR$ 5,17 0,87%
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Radar Energia
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Leilão de Transmissão nº 1/2026 contrata todos os lotes da segunda etapa com deságio de 53,20%

A segunda etapa do Leilão de Transmissão nº 01/2026 foi concluída com sucesso em 3 de julho, com a contratação de todos os quatro lotes e um deságio médio de 53,20% sobre a Receita Anual Permitida (RAP). O certame, que soma R$ 1,8 bilhão em investimentos, eleva o total do leilão para R$ 5,1 bilhões, abrangendo 859 km de linhas e 4.350 MVA em capacidade de subestações, com uma economia tarifária estimada em R$ 11,8 bilhões aos consumidores.

6 de julho de 2026 às 07:26Fonte oficial: EPERedação Radar Energia

A segunda etapa do Leilão de Transmissão nº 01/2026 foi concluída com sucesso em 3 de julho de 2026, na Bolsa de Valores de São Paulo, com a contratação de todos os quatro lotes ofertados. O certame registrou um deságio médio de 53,20% sobre a Receita Anual Permitida (RAP), superando o deságio de 50,69% da primeira etapa e consolidando um investimento de R$ 1,8 bilhão em novos empreendimentos para a rede básica do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Com a conclusão desta fase, o Leilão de Transmissão nº 01/2026 totaliza R$ 5,1 bilhões em investimentos contratados, divididos entre R$ 3,3 bilhões na primeira etapa e os R$ 1,8 bilhão da segunda. Os projetos arrematados em ambas as etapas preveem a construção de 859 km de linhas de transmissão e a ampliação de 4.350 MVA em capacidade de transformação de subestações, distribuídos por 11 estados brasileiros.

A expressiva redução na RAP, que na segunda etapa atingiu 53,20% (frente aos 50,69% da primeira), representa uma economia substancial para os consumidores. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima que apenas esta etapa gerará R$ 4,2 bilhões em economia ao longo dos 30 anos de contrato, somando-se aos R$ 7,6 bilhões economizados na primeira etapa, totalizando R$ 11,8 bilhões em benefícios tarifários.

Essa economia se reflete diretamente na composição da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) e da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), aliviando o custo final da energia. A capacidade de atrair investimentos com deságios significativos demonstra a atratividade do segmento de transmissão e a competitividade do mercado.

Um ponto de destaque na segunda etapa foi a relicitação dos lotes 7 a 10. Esses projetos haviam sido concedidos à MEZ Energia em leilões de 2020 e 2021, mas tiveram seus contratos caducados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) devido ao não início das obras. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou a inclusão desses lotes no certame em 24 de junho de 2026, após um processo de solução consensual com a empresa.

A coordenação dos estudos de planejamento pela EPE e a organização e regulamentação do leilão pela ANEEL foram cruciais para o sucesso. Empresas como CYMI, Engie, Consórcio BR2ET, Axia Energia e Consórcio Olympus XX foram as vencedoras, assumindo a responsabilidade pela construção e operação dos novos ativos.

A expansão da infraestrutura de transmissão é fundamental para a segurança e eficiência do fornecimento energético nacional. Os novos empreendimentos permitirão a integração de novas fontes renováveis, como solar e eólica, e aumentarão a capacidade de escoamento, impactando positivamente a formação do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) e a disponibilidade de lastro tanto no mercado livre (ACL) quanto no regulado (ACR).

A inclusão dos lotes relicitados, com aval do TCU em 24 de junho de 2026, e a efetividade na solução de contratos caducados reforçam a previsibilidade regulatória, a confiança dos investidores e a solidez do arcabouço do setor elétrico brasileiro.

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