Carga SIN86.462 MW▼ 0,20%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,3%▼ 0,17%EAR SE/CO55,1%▲ 0,36%EAR Sul79,4%▼ 2,46%EAR NE62,1%▼ 0,16%EAR Norte60,3%▼ 2,74%ENA SIN156% MLT▼ 6,02%ENA SE/CO156% MLT▲ 2,63%ENA Sul230% MLT▼ 1,71%ENA NE64% MLT▲ 3,23%ENA Norte45% MLT▲ 2,27%Carga SIN86.462 MW▼ 0,20%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN58,3%▼ 0,17%EAR SE/CO55,1%▲ 0,36%EAR Sul79,4%▼ 2,46%EAR NE62,1%▼ 0,16%EAR Norte60,3%▼ 2,74%ENA SIN156% MLT▼ 6,02%ENA SE/CO156% MLT▲ 2,63%ENA Sul230% MLT▼ 1,71%ENA NE64% MLT▲ 3,23%ENA Norte45% MLT▲ 2,27%
Hidráulica47.122 MW(55%)▲ 5,88%Térmica9.544 MW(11%)▼ 9,73%Eólica12.829 MW(15%)▲ 64,81%Solar15.617 MW(18%)▼ 0,68%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%Hidráulica47.122 MW(55%)▲ 5,88%Térmica9.544 MW(11%)▼ 9,73%Eólica12.829 MW(15%)▲ 64,81%Solar15.617 MW(18%)▼ 0,68%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%Hidráulica47.122 MW(55%)▲ 5,88%Térmica9.544 MW(11%)▼ 9,73%Eólica12.829 MW(15%)▲ 64,81%Solar15.617 MW(18%)▼ 0,68%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,44%
PETR4R$ 52,71▲ 0,38%PETR3R$ 60,01▲ 1,66%PRIO3R$ 71,49▼ 0,29%RECV3R$ 11,03▼ 0,27%VBBR3R$ 29,60▼ 3,46%UGPA3R$ 31,76▼ 3,64%RAIZ4R$ 0,30▼ 3,23%CSAN3R$ 2,33▼ 0,85%EGIE3R$ 26,26▼ 4,16%CMIG4R$ 10,07▼ 0,69%CPFE3R$ 41,90▼ 2,44%EQTL3R$ 32,60▼ 4,29%ENGI11R$ 44,29▼ 3,11%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,87▼ 1,45%ENEV3R$ 25,70▼ 2,58%TAEE11R$ 39,59▼ 0,30%ALUP11R$ 31,40▼ 1,10%LIGT3R$ 2,49▲ 5,06%PETR4R$ 52,71▲ 0,38%PETR3R$ 60,01▲ 1,66%PRIO3R$ 71,49▼ 0,29%RECV3R$ 11,03▼ 0,27%VBBR3R$ 29,60▼ 3,46%UGPA3R$ 31,76▼ 3,64%RAIZ4R$ 0,30▼ 3,23%CSAN3R$ 2,33▼ 0,85%EGIE3R$ 26,26▼ 4,16%CMIG4R$ 10,07▼ 0,69%CPFE3R$ 41,90▼ 2,44%EQTL3R$ 32,60▼ 4,29%ENGI11R$ 44,29▼ 3,11%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 10,87▼ 1,45%ENEV3R$ 25,70▼ 2,58%TAEE11R$ 39,59▼ 0,30%ALUP11R$ 31,40▼ 1,10%LIGT3R$ 2,49▲ 5,06%
BrentUS$ 113,43▼ 1,26%WTIUS$ 104,12▲ 2,08%Gás NaturalUS$ 2,90▼ 1,83%DólarR$ 5,44▲ 1,75%BrentUS$ 113,43▼ 1,26%WTIUS$ 104,12▲ 2,08%Gás NaturalUS$ 2,90▼ 1,83%DólarR$ 5,44▲ 1,75%BrentUS$ 113,43▼ 1,26%WTIUS$ 104,12▲ 2,08%Gás NaturalUS$ 2,90▼ 1,83%DólarR$ 5,44▲ 1,75%
▸Statkraft aponta integração de fontes renováveis como desafio para atender à nova demanda por energia▸Complexo Eólico Osório completa 20 anos e reforça investimentos da Statkraft no Sul▸ABRATE: Leilão de Transmissão nº 4/2026-ANEEL traz ganhos para o consumidor▸Alta competição do Leilão de Transmissão beneficia consumidor com deságio acima de 50% e R$ 8,9 bi em investimentos▸ABESPetro lança Painel Dinâmico com dados de óleo e gás▸CME avança com PL para tirar encargos extrassetoriais da CDE e aliviar tarifa▸7ª edição do Circuito Biogás nos Estados chega a Pernambuco para debater investimentos e oportunidades para o setor▸Axia negocia R$ 680 milhões para estabilizar rede de transmissão no RN▸Celeo Redes Brasil arremata lote 4 de leilão de transmissão com deságio de 50,55%▸Aneel lança relatório com metas operacionais para setor elétrico frente ao El Niño▸Arsesp propõe revisão do Fator X para gás e saneamento em SP e abre consultas▸EPA propõe ampla desregulamentação de regras de emissão para petróleo e gás nos EUA▸Statkraft aponta integração de fontes renováveis como desafio para atender à nova demanda por energia▸Complexo Eólico Osório completa 20 anos e reforça investimentos da Statkraft no Sul▸ABRATE: Leilão de Transmissão nº 4/2026-ANEEL traz ganhos para o consumidor▸Alta competição do Leilão de Transmissão beneficia consumidor com deságio acima de 50% e R$ 8,9 bi em investimentos▸ABESPetro lança Painel Dinâmico com dados de óleo e gás▸CME avança com PL para tirar encargos extrassetoriais da CDE e aliviar tarifa▸7ª edição do Circuito Biogás nos Estados chega a Pernambuco para debater investimentos e oportunidades para o setor▸Axia negocia R$ 680 milhões para estabilizar rede de transmissão no RN▸Celeo Redes Brasil arremata lote 4 de leilão de transmissão com deságio de 50,55%▸Aneel lança relatório com metas operacionais para setor elétrico frente ao El Niño▸Arsesp propõe revisão do Fator X para gás e saneamento em SP e abre consultas▸EPA propõe ampla desregulamentação de regras de emissão para petróleo e gás nos EUA
Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

MME autoriza UTE Novo Tempo Barcarena II, projeto de R$ 615,3 milhões no Pará

O Ministério de Minas e Energia (MME) autorizou a implantação e exploração da Usina Termelétrica (UTE) Novo Tempo Barcarena II, de 130,3 MW, em Barcarena, Pará. O investimento estimado é de R$ 615,3 milhões, formalizando um avanço para a Centrais Elétricas Barcarena S.A. (Celba), operada pela Arxen.

16 de setembro de 2026 às 12:06Fonte oficial: DOURedação Radar Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a autorização para a implantação e exploração da Usina Termelétrica (UTE) Novo Tempo Barcarena II, com capacidade instalada de 130,3 MW, localizada em Barcarena, no Pará. A Portaria SNTEP/MME Nº 3.187, de 14 de setembro de 2026, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 15 de setembro, chancela um investimento estimado em R$ 615,3 milhões para a Centrais Elétricas Barcarena S.A. (Celba), operada pela Arxen.

A decisão do MME, por meio da Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento (SNTEP), formaliza o avanço de um projeto contratado no Leilão de Reserva de Capacidade (LRCap) de 2026. Este instrumento regulatório visa assegurar a segurança do suprimento de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN), remunerando a disponibilidade de potência das usinas. A UTE, movida a gás natural, adicionará capacidade firme e despachável, complementando a geração renovável intermitente e fortalecendo a segurança energética no subsistema Norte.

Com a entrada em operação da UTE Novo Tempo Barcarena II, o sistema elétrico brasileiro ganha um reforço estratégico na matriz termelétrica a gás natural, oferecendo flexibilidade operacional ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e mitigando o risco de desabastecimento em cenários de hidrologia desfavorável ou alta demanda. Os custos associados à contratação de reserva de capacidade são, por regra, repassados aos consumidores por meio de encargos setoriais, alinhando-se à política do MME de expansão da geração termelétrica a gás no país.

A autorização para a UTE Novo Tempo Barcarena II (também conhecida como CELBA 3) segue um padrão de expansão da capacidade termelétrica na região, embora seja crucial diferenciá-la da UTE Novo Tempo Barcarena (CELBA 2), de aproximadamente 629 MW, que entrou em operação comercial em agosto de 2026. A ANEEL e o ONS atuarão na fiscalização e monitoramento do projeto, cujo cronograma de implantação e cumprimento das etapas de licenciamento e construção serão acompanhados de perto.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.