
Complexo Eólico Osório completa 20 anos e reforça investimentos da Statkraft no Sul
Cerimônia realizada na última quarta-feira, 28 de outubro, no Rio Grande do Sul, contou com a presença de autoridades e executivos da companhia
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Cerimônia realizada na última quarta-feira, 28 de outubro, no Rio Grande do Sul, contou com a presença de autoridades e executivos da companhia

Certame realizado na B3 teve 5 vencedores, prevê 20,3 mil empregos e assegura infraestrutura indispensável para a transição energética, avalia a ABRATE

Encontro gratuito será realizado em 05 de novembro, no Recife, reunindo poder público, empresas, pesquisadores e especialistas para discutir a expansão do biogás e do biometano.
A Axia Energia está em negociação com o IDB Invest para um financiamento de até R$ 680 milhões, visando a implantação do Lote 7 da concessão de transmissão no Rio Grande do Norte. O projeto prevê a instalação de compensadores síncronos, essenciais para a estabilidade da rede elétrica na Região Nordeste, polo de geração renovável.
O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estimam R$ 142 bilhões em investimentos no setor de biocombustíveis entre 2027 e 2036. A projeção, detalhada no Caderno de Biocombustíveis e Combustíveis Sintéticos do PDE 2036 em consulta pública, aponta para uma expansão robusta da oferta de etanol, biodiesel e biometano, impulsionada por políticas de descarbonização.
O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou uma consulta pública para atualizar as diretrizes do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica (POTEE), propondo vincular a licitação de novas instalações à demanda confirmada por Contratos de Uso do Sistema de Transmissão (CUSTs), agora estendidos a consumidores livres. A medida visa otimizar investimentos e reduzir custos para o consumidor.
A ISA Energia Brasil, antiga ISA CTEEP, agendou para 3 de novembro a divulgação de seus resultados do terceiro trimestre de 2026. A companhia mantém um plano de investimentos de R$ 12,3 bilhões em projetos de transmissão, com foco em reforços e melhorias já autorizados pela ANEEL, essenciais para a infraestrutura elétrica nacional.
Um estudo conjunto do Ministério de Minas e Energia (MME) e do Ministério de Portos e Aeroportos (MPOR) revela que nenhum porto brasileiro está totalmente preparado para a construção de grandes parques eólicos offshore sem aportes significativos. A adaptação da infraestrutura portuária para projetos de grande porte exigiria investimentos de até US$ 356,5 milhões por terminal, totalizando US$ 880 milhões para cinco portos, com prazos de 3 a 6,5 anos para prontidão.
A ANEEL aprovou os editais para os leilões de sistemas de armazenamento de energia e reduziu em 38% o CAPEX de referência para os projetos, uma medida que visa otimizar custos e atrair investimentos para a tecnologia.
A ANEEL está em fase final de elaboração de uma nova regulamentação para o armazenamento de energia, com aprovação prevista para dezembro de 2026, buscando modernizar o setor e dar clareza a investimentos. Em paralelo, debates no ENASE 2026 reforçam a agenda de transparência tarifária e empoderamento do consumidor.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) recomendou a implantação da nova Subestação Serra 500/138 kV e reforços na rede de transmissão da Região Metropolitana de Vitória, no Espírito Santo. O investimento estimado é de R$ 689 milhões, visando mitigar riscos de sobrecarga e garantir o suprimento elétrico diante do crescimento da demanda e do intercâmbio de energia entre submercados.
O BNDES credenciou o primeiro sistema de armazenamento de energia em baterias (SAE) com conteúdo nacional, da empresa You.On, para o Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência (LRCAP) de 2026. A medida valida o arcabouço regulatório e financeiro desenhado para impulsionar a cadeia produtiva local, abrindo um novo vetor de investimento no setor elétrico.
A Hitachi Energy reforça sua estrutura industrial no Brasil com um investimento de R$ 1,8 bilhão, incluindo a expansão da fábrica em Guarulhos e a construção de uma nova unidade em Pindamonhangaba. O movimento visa suprir a demanda crescente por infraestrutura elétrica, impulsionada pelos leilões de transmissão e a expansão das energias renováveis.
A Hitachi Energy anunciou um investimento de R$ 385 milhões no Brasil para expandir a fabricação de buchas e comutadores em Pindamonhangaba e elevar a produção de transformadores. O comunicado da empresa destaca que a iniciativa visa posicionar o país como polo de exportação e reduzir a dependência de importações de componentes críticos.
O Programa de Eficiência Energética (PEE) da ANEEL movimentou R$ 699,51 milhões em investimentos no terceiro trimestre de 2026, com potencial de economia de 317.027,23 MWh/ano, conforme boletim da agência. A divulgação ocorre enquanto o setor aguarda as novas diretrizes do programa, discutidas na Consulta Pública nº 018/2026.
O Ministério da Fazenda iniciou a consulta pública para a segunda edição da Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB), ampliando seu escopo com novos objetivos como biodiversidade e economia circular. A medida visa direcionar financiamentos e investimentos para atividades com impacto ambiental e social positivo, fortalecendo a transparência e o combate ao greenwashing no mercado.
O Programa de Eficiência Energética (PEE) da ANEEL registrou o início de 154 novos projetos no terceiro trimestre de 2026, com investimento previsto de R$ 595,82 milhões e potencial para economia de 259.973 MWh/ano. Os resultados são divulgados em meio à revisão regulatória do programa, que busca um modelo mais focado em desempenho e resultados estratégicos para o setor elétrico.
A Vale concluiu a venda do controle acionário do Complexo da Mina de Thompson, no Canadá, para a Exiro Nickel Company, mas assegurou um contrato plurianual de offtake da produção de concentrado de níquel. A transação, que inclui um compromisso de investimento de US$ 200 milhões, otimiza o portfólio da mineradora e reforça a segurança da cadeia de suprimentos de um mineral crítico para a transição energética.
A Receita Federal, por meio da Solução de Consulta Cosit nº 177/2026, publicada em 18 de setembro, vedou a apuração de créditos de PIS/Pasep e Cofins sobre a energia elétrica autogerada e consumida pela própria pessoa jurídica. A decisão, que tem caráter vinculante, eleva os custos operacionais para autoprodutores e pode desincentivar novos investimentos na modalidade.
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 752/24, que permite a dedução de gastos com equipamentos de geração de energia renovável do Imposto de Renda da Pessoa Física, limitado a 8% dos rendimentos tributáveis. A proposta, que ainda passará por outras comissões e pelo Senado, visa incentivar investimentos em fontes como solar, eólica e biogás.
A agência busca viabilizar a abertura do mercado livre de energia para a baixa tensão e modernizar o setor, exigindo estudos de custo-benefício das distribuidoras e reconhecendo investimentos na tarifa. A fatura digital será padrão, mas a opção impressa gratuita será mantida.

A economia global enfrenta o choque dos preços de energia, mas investimentos em inteligência artificial sustentam o crescimento, avalia o FMI. No Brasil, essa dinâmica, combinada com a Lei do Redata e a abertura do mercado livre, projeta uma transformação profunda no setor elétrico, com demanda exponencial por lastro e oportunidades para geradores e comercializadoras.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estima um crescimento de 23% na demanda global por energia primária até 2050, defendendo a necessidade de US$ 17.4 trilhões em investimentos em petróleo, gás e outras fontes para evitar escassez. A projeção, divulgada pelo secretário-geral da entidade, Haitham Al Ghais, no Congresso Mundial do Petróleo, ressalta a importância de aportes contínuos para garantir a segurança energética global.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter sua sede atual em Brasília, cancelando um processo de mudança que geraria um custo adicional de R$ 131,4 milhões ao longo de dez anos. A diretoria colegiada aprovou a decisão por unanimidade, optando por investir na modernização do prédio existente.
A Engie Brasil Energia, por meio de sua subsidiária Engie Transmissão de Energia Participações S.A., arrematou o Lote 2 e sublotes 3A, 3B, 3C e 3D do Leilão de Transmissão nº 01/2026 da ANEEL. Os projetos, que incluem uma linha de transmissão e cinco compensadores síncronos, somam mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos e garantem R$ 122,7 milhões em Receita Anual Permitida (RAP) por trinta anos.
A ANEEL estabeleceu o marco regulatório para Sistemas de Armazenamento de Energia (SAE) autônomos, colocalizados e Usinas Hidrelétricas Reversíveis (UHRs) por meio da Resolução Normativa nº 1.161/2026. A norma, em vigor desde junho, prevê tratamento diferenciado na cobrança de TUSD/TUST para sistemas despachados pelo ONS, visando destravar investimentos no segmento.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) abriu consulta pública para revisar o modelo de credenciamento de instituições de pesquisa e desenvolvimento (PD&I), buscando desburocratizar o processo e otimizar a aplicação de recursos no setor de óleo e gás. A proposta substitui a análise detalhada de unidades por consulta a bases públicas, sem alterar os percentuais de investimento obrigatório.
O Plano Decenal de Expansão de Energia 2036 da EPE estima que o Brasil alcançará 13 GW de flexibilidade no setor elétrico até 2036, com destaque para o aumento de baterias e resposta da demanda, além da inédita inclusão de Usinas Hidrelétricas Reversíveis (UHRs). O documento, que prevê R$ 3,3 trilhões em investimentos, está em consulta pública até 6 de novembro.
A ANP divulgou os resultados do 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, com a arrecadação de R$ 3 bilhões em bônus de assinatura e a arrematação de 49 blocos exploratórios. A Petrobras liderou as aquisições, focando em bacias estratégicas, enquanto o ciclo prevê investimentos mínimos de R$ 1,582 bilhão na fase de exploração.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, assinou decreto que permite a alienação de participação minoritária do Estado na Bahiagás, visando atrair investimentos privados para o plano de expansão da distribuidora sem abrir mão do controle acionário. A Mitsui, sócia da Bahiagás, terá direito de preferência na aquisição das ações.
A ANP divulgou nesta quarta-feira (7) os resultados do 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção, com a Prio arrematando os blocos Magnetita e Hematita, na Bacia de Campos. O certame movimentou R$ 530,46 milhões em bônus de assinatura e prevê R$ 778,42 milhões em investimentos exploratórios.

A Cemig anunciou o Ciclo 5 do Inova Cemig.Lab, seu programa de inovação aberta, buscando startups para desenvolver soluções para 13 desafios do setor elétrico. A companhia prevê investir até R$ 1,6 milhão por projeto selecionado, com inscrições abertas até 1º de novembro de 2026.
A Receita Federal do Brasil publicou uma Solução de Consulta que endurece as regras para o benefício fiscal de Ex-tarifário, exigindo interpretação estritamente literal das especificações de mercadorias importadas. A medida, com efeito vinculante, aumenta o risco de conformidade e pode elevar os custos de projetos e investimentos, incluindo no setor de energia.

O Ministério de Minas e Energia (MME) propôs um mandato de descarbonização para o mercado de gás natural, elevando a meta de 0,5% para 1% de biometano em 2027, com uma trajetória crescente até 5% em 2030. A proposta, que ainda passará por consulta pública, visa dar previsibilidade ao setor e impulsionar investimentos no biocombustível.
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou o Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica (POTEE) 2026, que formaliza a inclusão inédita de tecnologias como Dynamic Line Rating (DLR), HVDC-VSC e Sistemas de Armazenamento por Baterias (BESS) no planejamento da rede nacional. O plano prevê um investimento estimado de R$ 24 bilhões em 45 obras a serem implantadas até 2033.

A Associação Brasileira de Pequenas Centrais Hidrelétricas (ABRAPCH) apresentou um caderno de propostas aos candidatos das Eleições 2026, visando ampliar a participação das PCHs e CGHs na matriz energética. O documento aponta um potencial de 13 GW em novos empreendimentos, com estimativa de R$ 100 bilhões em investimentos e até 1 milhão de empregos, defendendo mudanças regulatórias e fiscais.
A África se tornou o epicentro de uma disputa geopolítica energética entre Estados Unidos e China. Washington prioriza investimentos em petróleo e gás, enquanto Pequim consolida sua liderança na exportação de tecnologias solares e de baterias. Este movimento molda um futuro energético dual para o continente, redefinindo cadeias de suprimentos globais.
O Ministério de Minas e Energia (MME) aprovou o Plano Nacional de Energia (PNE) 2055, um documento estratégico que projeta a oferta interna de energia dobrando e a participação de fontes renováveis superando 80% da matriz até 2055. Elaborado em conjunto com a EPE, o plano orienta futuras políticas e investimentos para um sistema energético mais limpo e resiliente.
A Edge, do grupo Compass Gás e Energia, estruturou R$ 2 bilhões em investimentos para o mercado de gás natural e biometano no Brasil, projetando um novo ciclo de expansão impulsionado pelo avanço do mercado livre e a busca por descarbonização, conforme comunicado pela ABEGÁS. A companhia já atende mais de 70 clientes em 11 estados e aposta na diversificação de fontes e na capilaridade do GNL off-grid.
A WEG comunicou um investimento de US$ 165 milhões para expandir a produção de geradores na América do Norte. O aporte visa atender à crescente demanda por soluções de geração de energia para aplicações críticas, impulsionada pela expansão de data centers nos Estados Unidos.
O Serviço Geológico do Brasil (SGB) e o Ministério de Minas e Energia (MME) abriram consulta pública para o Plano Decenal de Geofísica (PlanGeo Geofísica), que prevê investimentos de R$ 3,3 bilhões até 2035 em levantamentos para minerais críticos. A proposta busca reduzir o risco exploratório e impulsionar a pesquisa mineral, essencial para a transição energética.
O Ministério de Minas e Energia prorrogou os contratos de concessão de 14 distribuidoras de energia elétrica, estabelecendo um arcabouço regulatório mais rigoroso. As empresas deverão cumprir metas ambiciosas de qualidade e redução de perdas, além de apresentar planos de investimentos robustos para os próximos 30 anos.
A WEG anunciou um investimento de R$ 330 milhões para duplicar a capacidade anual de sua fábrica de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) em Itajaí (SC), alcançando 4 GWh. O aporte antecipa o Leilão de Reserva de Capacidade de dezembro de 2026, focado em BESS e com requisitos de conteúdo local.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a estatal precisará expandir sua atuação em energias renováveis para sustentar sua relevância no setor energético brasileiro até 2050, além de recompor as reservas de petróleo e gás. A companhia prevê investir US$ 13 bilhões em baixo carbono até 2030, com meta de 1,7 GW em geração renovável.
A Light S.A. aprovou um aval irrevogável para a primeira emissão de notas comerciais de sua subsidiária Light Serviços de Eletricidade (Light SESA), no valor de R$ 1 bilhão, com vencimento em 30 de setembro de 2029. Os recursos serão direcionados para investimentos na prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica.
A Brava Energia planeja alcançar a marca de 100 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) a partir de 2027, impulsionada por uma campanha de perfuração de quatro novos poços nos campos de Atlanta, na Bacia de Santos, e Papa-Terra, na Bacia de Campos. A companhia prevê investimentos de US$ 550 milhões em 2026 para a expansão.
A Petrobras informou que busca encontrar entre 6 bilhões e 8 bilhões de barris de óleo in place (VOIP) na Bacia da Foz do Amazonas. Este volume é considerado o patamar mínimo para justificar os altos investimentos e desafios operacionais na região, estratégica para a reposição de reservas da companhia.

Um estudo da PPSA, apresentado na ROG.e 2026, identifica que a atuação integrada entre operadores, PPSA e ANP, aliada a governança e tecnologia, é crucial para o avanço de projetos complexos no pré-sal. O trabalho busca mitigar ineficiências e otimizar o reconhecimento de custos em óleo, impactando a rentabilidade dos consórcios e a arrecadação da União.
A Axia Energia consolidou R$ 8,7 bilhões em 12 projetos de transmissão, e a Aneel aprovou o edital do Leilão nº 4/2026, que prevê R$ 8,9 bilhões adicionais. Somados, esses investimentos totalizam R$ 17,6 bilhões na infraestrutura do Sistema Interligado Nacional (SIN), com estimativa de mais de 38 mil empregos diretos e indiretos.
O Ministério de Minas e Energia (MME) formalizou a autorização para a implantação da UTE Termonordeste II, uma termelétrica a gás natural de 291 MW em João Pessoa, Paraíba. O projeto, da Centrais Elétricas da Paraíba S.A. - EPASA, prevê investimento de R$ 660 milhões e operação sob o regime de Produção Independente de Energia Elétrica (PIE).