Carga SIN82.411 MW 2,14%PLD MédioR$ 197,98/MWh 8,39%PLD SE/COR$ 192,41/MWh 6,95%PLD SulR$ 214,7/MWh 6,39%PLD NER$ 192,4/MWh 11,56%PLD NorteR$ 192,41/MWh 9,06%EAR SIN71,1% 0,14%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,2% 0,35%EAR NE90,7% 0,33%EAR Norte95,8% 0,10%ENA SE/CO87% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte67% MLTCarga SIN82.411 MW 2,14%PLD MédioR$ 197,98/MWh 8,39%PLD SE/COR$ 192,41/MWh 6,95%PLD SulR$ 214,7/MWh 6,39%PLD NER$ 192,4/MWh 11,56%PLD NorteR$ 192,41/MWh 9,06%EAR SIN71,1% 0,14%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,2% 0,35%EAR NE90,7% 0,33%EAR Norte95,8% 0,10%ENA SE/CO87% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte67% MLT
Hidráulica46.291 MW(56%) 1,71%Térmica10.405 MW(12%) 3,58%Eólica14.078 MW(17%) 10,78%Solar10.634 MW(13%) 2,22%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.291 MW(56%) 1,71%Térmica10.405 MW(12%) 3,58%Eólica14.078 MW(17%) 10,78%Solar10.634 MW(13%) 2,22%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.291 MW(56%) 1,71%Térmica10.405 MW(12%) 3,58%Eólica14.078 MW(17%) 10,78%Solar10.634 MW(13%) 2,22%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 38,80 0,60%PETR3R$ 43,34 0,63%PRIO3R$ 57,20 0,81%RECV3R$ 10,18 2,72%VBBR3R$ 28,80 1,69%UGPA3R$ 25,10 3,76%RAIZ4R$ 0,42 0,00%CSAN3R$ 3,49 0,58%EGIE3R$ 33,88 1,29%CMIG4R$ 10,68 0,38%CPFE3R$ 43,88 1,04%EQTL3R$ 37,05 0,11%ENGI11R$ 45,44 0,57%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,29 0,98%ENEV3R$ 24,49 1,70%TAEE11R$ 39,30 1,08%ALUP11R$ 30,95 1,56%LIGT3R$ 2,85 14,92%PETR4R$ 38,80 0,60%PETR3R$ 43,34 0,63%PRIO3R$ 57,20 0,81%RECV3R$ 10,18 2,72%VBBR3R$ 28,80 1,69%UGPA3R$ 25,10 3,76%RAIZ4R$ 0,42 0,00%CSAN3R$ 3,49 0,58%EGIE3R$ 33,88 1,29%CMIG4R$ 10,68 0,38%CPFE3R$ 43,88 1,04%EQTL3R$ 37,05 0,11%ENGI11R$ 45,44 0,57%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,29 0,98%ENEV3R$ 24,49 1,70%TAEE11R$ 39,30 1,08%ALUP11R$ 30,95 1,56%LIGT3R$ 2,85 14,92%
BrentUS$ 80,59 1,31%WTIUS$ 76,54 0,33%Gás NaturalUS$ 3,20 1,69%DólarR$ 5,15 0,54%BrentUS$ 80,59 1,31%WTIUS$ 76,54 0,33%Gás NaturalUS$ 3,20 1,69%DólarR$ 5,15 0,54%BrentUS$ 80,59 1,31%WTIUS$ 76,54 0,33%Gás NaturalUS$ 3,20 1,69%DólarR$ 5,15 0,54%
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ONS Atualiza Dados de Restrição Operacional por Constrained-Off em Usinas Solares

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou dados atualizados sobre as restrições operacionais por "constrained-off" em usinas solares fotovoltaicas. Esse fenômeno força o desligamento de geradores devido a gargalos na rede de transmissão. A iniciativa está alinhada à Resolução Normativa ANEEL nº 1.030/2022, que formaliza a compensação e os procedimentos para mitigar os impactos no setor elétrico.

19 de junho de 2026 às 19:04Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) atualizou os dados sobre as restrições operacionais impostas a usinas solares fotovoltaicas pelo mecanismo de "constrained-off". A divulgação, que visa gerenciar o escoamento da crescente capacidade solar no país, segue as diretrizes da Resolução Normativa ANEEL nº 1.030/2022. Essa norma estabelece as regras para o tratamento dessas ocorrências no Sistema Interligado Nacional (SIN).

O termo "constrained-off" refere-se à situação em que usinas geradoras, apesar de terem plena capacidade de produção, são impedidas de injetar energia na rede devido a limitações na infraestrutura de transmissão ou distribuição. Para o setor solar fotovoltaico, que registrou uma rápida expansão nos últimos anos, essa restrição representa uma perda de receita e um desafio operacional significativo, especialmente em regiões com alta concentração de empreendimentos.

A rápida expansão da geração solar fotovoltaica no Brasil, acelerada a partir de meados da década de 2010, tem superado em algumas regiões a capacidade de escoamento da rede de transmissão. O Nordeste, em particular, consolidou-se como um polo de geração renovável, mas também como uma área com gargalos significativos. A infraestrutura existente não consegue acompanhar o ritmo de instalação de novas usinas, resultando em volumes expressivos de energia que não podem ser despachados.

Antes da Resolução Normativa ANEEL nº 1.030/2022, o tratamento e a compensação para o "constrained-off" eram menos formalizados, gerando incerteza para os geradores e desafios operacionais para o ONS. A resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) padronizou procedimentos e critérios de compensação, buscando trazer mais previsibilidade ao setor e garantir a segurança e a estabilidade do sistema elétrico. A norma detalha as condições de despacho fora da ordem de mérito e o ressarcimento aos geradores.

Os principais atores envolvidos nesta dinâmica são o ONS, responsável por identificar, gerenciar e divulgar as restrições operacionais, e a ANEEL, que estabelece as diretrizes regulatórias. Os geradores fotovoltaicos são diretamente afetados pela perda de receita e pelo desligamento de suas usinas, enquanto as transmissoras são responsáveis pela infraestrutura que, por vezes, apresenta os gargalos que deflagram o problema.

Com uma capacidade instalada de energia solar fotovoltaica que já ultrapassa os 40 GW, somando geração centralizada e distribuída, o Brasil enfrenta a necessidade urgente de adequar sua rede. Em 2023, o ONS registrou volumes significativos de energia não escoada devido a essas restrições, o que evidencia que a energia limpa gerada não está sendo plenamente aproveitada, principalmente em áreas de grande potencial renovável.

Os impactos do "constrained-off" são diversos. O fenômeno afeta diretamente a rentabilidade dos projetos solares, resultando em perdas de receita para os geradores e aumentando o risco de investimento em novas usinas, sobretudo em regiões já congestionadas. Para o consumidor final, os custos de compensação aos geradores pela energia não escoada podem ser repassados para a tarifa, elevando o custo final da eletricidade.

Além disso, a não utilização plena da capacidade renovável retarda a transição energética e a descarbonização da matriz elétrica brasileira, limitando o potencial de fontes limpas. Essa questão não é exclusiva do Brasil; países como Alemanha, Austrália e a Califórnia, nos Estados Unidos, com alta penetração de renováveis intermitentes, também enfrentam desafios semelhantes de "curtailment" e congestionamento de rede. No Brasil, a geração eólica no Nordeste já enfrentou cenário similar no passado, o que impulsionou investimentos em linhas de transmissão.

O ONS continuará a monitorar e divulgar periodicamente os dados de "constrained-off", fornecendo transparência ao mercado sobre as restrições operacionais e a evolução do problema. A ANEEL, por sua vez, pode revisar a Resolução Normativa nº 1.030/2022 ou emitir notas técnicas complementares para aprimorar a metodologia de compensação e os procedimentos operacionais, com base na experiência acumulada e no feedback do setor. A expansão da rede de transmissão, por meio de leilões promovidos pela agência, é crucial para mitigar o problema a médio e longo prazo.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.