Carga SIN79.642 MW 16,91%PLD MédioR$ 124,63/MWh 14,77%PLD SE/COR$ 124,63/MWh 14,77%PLD SulR$ 124,62/MWh 14,76%PLD NER$ 124,63/MWh 14,77%PLD NorteR$ 124,63/MWh 14,76%EAR SIN69,3% 0,14%EAR SE/CO62,7% 0,16%EAR Sul84,7% 0,36%EAR NE83,4% 0,12%EAR Norte89,5% 0,11%ENA SIN128% MLT 5,88%ENA SE/CO109% MLT 0,91%ENA Sul220% MLT 5,98%ENA NE68% MLT 1,49%ENA Norte79% MLT 1,28%Carga SIN79.642 MW 16,91%PLD MédioR$ 124,63/MWh 14,77%PLD SE/COR$ 124,63/MWh 14,77%PLD SulR$ 124,62/MWh 14,76%PLD NER$ 124,63/MWh 14,77%PLD NorteR$ 124,63/MWh 14,76%EAR SIN69,3% 0,14%EAR SE/CO62,7% 0,16%EAR Sul84,7% 0,36%EAR NE83,4% 0,12%EAR Norte89,5% 0,11%ENA SIN128% MLT 5,88%ENA SE/CO109% MLT 0,91%ENA Sul220% MLT 5,98%ENA NE68% MLT 1,49%ENA Norte79% MLT 1,28%
Hidráulica33.956 MW(46%) 1,71%Térmica9.722 MW(13%) 18,52%Eólica15.727 MW(21%) 17,30%Solar12.778 MW(17%) 24,94%Nuclear2.007 MW(3%) 0,05%Hidráulica33.956 MW(46%) 1,71%Térmica9.722 MW(13%) 18,52%Eólica15.727 MW(21%) 17,30%Solar12.778 MW(17%) 24,94%Nuclear2.007 MW(3%) 0,05%Hidráulica33.956 MW(46%) 1,71%Térmica9.722 MW(13%) 18,52%Eólica15.727 MW(21%) 17,30%Solar12.778 MW(17%) 24,94%Nuclear2.007 MW(3%) 0,05%
PETR4R$ 42,82 1,38%PETR3R$ 48,46 1,18%PRIO3R$ 58,38 4,06%RECV3R$ 10,36 2,91%VBBR3R$ 36,08 0,08%UGPA3R$ 33,18 0,39%RAIZ4R$ 0,27 3,85%CSAN3R$ 4,16 2,21%EGIE3R$ 30,49 2,32%CMIG4R$ 11,45 0,97%CPFE3R$ 47,04 1,95%EQTL3R$ 39,76 2,85%ENGI11R$ 51,21 2,81%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,46 4,37%ENEV3R$ 27,45 4,33%TAEE11R$ 40,46 2,02%ALUP11R$ 33,06 1,35%LIGT3R$ 3,17 2,76%PETR4R$ 42,82 1,38%PETR3R$ 48,46 1,18%PRIO3R$ 58,38 4,06%RECV3R$ 10,36 2,91%VBBR3R$ 36,08 0,08%UGPA3R$ 33,18 0,39%RAIZ4R$ 0,27 3,85%CSAN3R$ 4,16 2,21%EGIE3R$ 30,49 2,32%CMIG4R$ 11,45 0,97%CPFE3R$ 47,04 1,95%EQTL3R$ 39,76 2,85%ENGI11R$ 51,21 2,81%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,46 4,37%ENEV3R$ 27,45 4,33%TAEE11R$ 40,46 2,02%ALUP11R$ 33,06 1,35%LIGT3R$ 3,17 2,76%
BrentUS$ 81,49 2,72%WTIUS$ 77,53 3,50%Gás NaturalUS$ 2,69 3,45%DólarR$ 5,10 0,45%BrentUS$ 81,49 2,72%WTIUS$ 77,53 3,50%Gás NaturalUS$ 2,69 3,45%DólarR$ 5,10 0,45%BrentUS$ 81,49 2,72%WTIUS$ 77,53 3,50%Gás NaturalUS$ 2,69 3,45%DólarR$ 5,10 0,45%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

RELIVRE relança ranking do gás com nova metodologia; Alagoas e Sergipe lideram

A Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (ABRACE Energia), em parceria com o IBP e a ABPIP, relançou o Ranking do Mercado Livre de Gás (RELIVRE) com uma metodologia aprimorada, que agora classifica os estados por rating. Alagoas e Sergipe despontam com rating B nos resultados de 2026, seguidos por Minas Gerais.

4 de agosto de 2026 às 08:21Fonte oficial: ABRACE EnergiaRedação Radar Energia

A Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (ABRACE Energia), em conjunto com o Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP) e a Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (ABPIP), relançou em 3 de agosto o Ranking do Mercado Livre de Gás (RELIVRE) com uma metodologia aprimorada. A ferramenta, que avalia as regulamentações estaduais à luz da Lei do Gás (Lei 14.134/2021), agora classifica os estados por rating em cinco patamares (A a E). Nos resultados de 2026, Alagoas e Sergipe lideram com rating B, na faixa de 70% a 90% de cumprimento dos critérios, seguidos por Minas Gerais, também com rating B.

A nova metodologia do RELIVRE introduz um sistema de classificação detalhado, onde 'A' representa mais de 90% de cumprimento dos critérios e 'E' menos de 25%. A redefinição dos pesos dos macrocritérios é um ponto central: a Isonomia entre consumidores cativos e livres passou a valer até 39% da nota, Comercialização até 25%, Facilidade de Migração até 23% e Desverticalização 13%. A plataforma avalia um total de 40 itens regulatórios, oferecendo um diagnóstico pormenorizado do ambiente normativo estadual.

A iniciativa visa estimular o avanço das normas estaduais para a abertura do mercado livre de gás natural, identificando os ambientes regulatórios mais favoráveis. Embora não seja uma norma governamental, o ranking atua como um balizador setorial, direcionando a percepção de risco regulatório e a alocação de capital. Grandes consumidores industriais e produtores de gás são os principais beneficiados, enquanto os estados são incentivados a aprimorar suas regulamentações para atrair novos negócios e investimentos.

A redefinição dos pesos dos macrocritérios, com maior foco na isonomia, reflete um aprimoramento na forma de valorizar os aspectos regulatórios para a efetiva abertura do mercado. Este movimento do setor privado complementa outras frentes de abertura, como a recente resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que, em 30 de julho, aprovou a venda direta de gás natural da União pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) via leilões, com expectativa de reduzir em mais de 50% o preço do gás para a indústria. O principal risco é a disparidade entre estados, caso os menos avançados demorem a se adaptar, concentrando os benefícios da Nova Lei do Gás em poucas regiões.

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