Ministério Público apura falhas da Energisa em Sorriso
O Ministério Público de Mato Grosso abriu apuração sobre possíveis falhas no fornecimento de energia elétrica pela Energisa Mato Grosso no município de Sorriso.
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O Ministério Público de Mato Grosso abriu apuração sobre possíveis falhas no fornecimento de energia elétrica pela Energisa Mato Grosso no município de Sorriso.
Uma frente fria associada a um ciclone extratropical gerou alerta de perigo para 226 cidades do Sul, Mato Grosso do Sul e São Paulo, com risco de interrupção no fornecimento de energia elétrica. O setor mobiliza planos de contingência, sob fiscalização da ANEEL, diante da recorrência de eventos climáticos extremos em 2026.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou os lotes 7 a 10 do Leilão de Transmissão nº 1/2026, formalizando investimentos de até R$ 1,8 bilhão em infraestrutura para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. O certame registrou deságios médios de 53,20% na Receita Anual Permitida (RAP) para esses lotes, com destaque para 59,04% no Lote 10, gerando uma economia anual de R$ 145,97 milhões para os consumidores.
A Raízen e sua controlada Raízen Energia concluíram a venda da Usina Caarapó, em Mato Grosso do Sul, para a Adecoagro Vale do Ivinhema S.A. A transação, formalizada em 2 de setembro de 2026, transfere o ativo de bioenergia, incluindo a capacidade de moagem de cana-de-açúcar e os contratos de fornecimento e comercialização de energia.
A ANEEL aprovou o reajuste tarifário anual da Neoenergia Elektro, com um efeito médio de 9,58% para os consumidores de São Paulo e Mato Grosso do Sul. As novas tarifas, que incluem um aumento de 12,24% para a classe residencial, entram em vigor a partir de 27 de agosto de 2026.
O Ministério de Minas e Energia (MME) comunicou a formalização da adesão das agências reguladoras de Sergipe, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul ao Pacto Nacional de Harmonização Regulatória do Mercado de Gás Natural. A assinatura dos acordos de cooperação técnica, realizada no evento Sergipe Oil & Gas 2026, busca alinhar normas e procedimentos entre União e estados, visando maior competitividade e segurança jurídica para o setor.
A Raízen Energia S.A. comunicou a venda da Usina Caarapó, em Mato Grosso do Sul, para a Adecoagro Vale do Ivinhema S.A. por R$ 760 milhões, em um movimento de otimização de portfólio. Embora gere caixa, analistas de mercado avaliam que o montante terá impacto limitado na desalavancagem da companhia, que enfrenta um processo de recuperação extrajudicial de R$ 65 bilhões em dívidas.
A Cosan formalizou a venda de 41,2 mil hectares da subsidiária Radar no Mato Grosso por R$ 1,85 bilhão, com a holding esperando receber R$ 586 milhões. A operação, que visa desalavancagem e simplificação de portfólio, foi comunicada um dia depois de a S&P Global Rating rebaixar a nota de crédito da companhia, citando fragilidade na estrutura financeira.
A MSGÁS homologou um contrato de R$ 3,5 milhões com a Polierg Indústria e Comércio Ltda. para o fornecimento de tubos de polietileno de alta densidade (PEAD). O material será usado na ampliação da rede de distribuição de gás natural em Mato Grosso do Sul, conforme publicado no Diário Oficial do Estado em 9 de julho.
A Cosan comunicou a conclusão de acordos para a alienação de propriedades do Grupo Radar no Mato Grosso, totalizando R$ 1,85 bilhão, dos quais R$ 586 milhões correspondem à sua participação indireta. A transação, que envolveu o exercício do direito de preferência por arrendatários como a SLC Agrícola, resolveu um impasse inicial e avança na estratégia de desinvestimento da companhia.
A AXIA Energia, por meio da Axia Energia Sul, garantiu a concessão de três lotes no Leilão de Transmissão nº 1/2026 da ANEEL, com um investimento estimado de R$ 668 milhões. Os projetos, localizados em Mato Grosso do Sul, São Paulo e Mato Grosso, somam uma Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 50,8 milhões e foram arrematados com deságios significativos, superando a média da segunda etapa do certame.
O setor elétrico se prepara para a segunda e última sessão pública do Leilão de Transmissão nº 1/2026, nesta sexta-feira (3/7). A disputa pelos lotes 7 a 10 prevê investimentos de R$ 1,8 bilhão. Esta etapa final do certame da ANEEL, que já garantiu R$ 3,354 bilhões em sua primeira fase, visa expandir a infraestrutura em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, reforçando a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realiza nesta sexta-feira (3/7) a segunda sessão pública do Leilão de Transmissão nº 1/2026, na B3, em São Paulo, para os Lotes 7 a 10. Esta etapa complementa a primeira sessão de março, que garantiu R$ 3,3 bilhões em investimentos e um deságio médio de 50,69% na Receita Anual Permitida (RAP), consolidando o formato inovador do certame em duas fases.

Mato Grosso do Sul homologou nove empresas como comercializadores de gás natural, em um passo que a Agência Estadual de Regulação (Agems) considera crucial para a transparência e segurança regulatória do setor. Mais de 85% do gás industrial já é negociado no mercado livre do estado. Impulsionada pela Nova Lei do Gás e pela Portaria nº 335 da Agems, a medida visa ampliar a concorrência, atrair investimentos e oferecer mais opções de contratação à indústria local, com potencial de reduzir os preços.