Carga SIN81.282 MW 2,06%PLD MédioR$ 130,42/MWh 4,65%PLD SE/COR$ 130,61/MWh 4,80%PLD SulR$ 130,6/MWh 4,80%PLD NER$ 130,05/MWh 4,35%PLD NorteR$ 130,42/MWh 4,65%EAR SIN69,2% 0,14%EAR SE/CO62,6% 0,16%EAR Sul85,2% 0,59%EAR NE83,2% 0,24%EAR Norte89,3% 0,22%ENA SIN124% MLT 3,13%ENA SE/CO108% MLT 0,92%ENA Sul205% MLT 6,82%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte78% MLT 1,27%Carga SIN81.282 MW 2,06%PLD MédioR$ 130,42/MWh 4,65%PLD SE/COR$ 130,61/MWh 4,80%PLD SulR$ 130,6/MWh 4,80%PLD NER$ 130,05/MWh 4,35%PLD NorteR$ 130,42/MWh 4,65%EAR SIN69,2% 0,14%EAR SE/CO62,6% 0,16%EAR Sul85,2% 0,59%EAR NE83,2% 0,24%EAR Norte89,3% 0,22%ENA SIN124% MLT 3,13%ENA SE/CO108% MLT 0,92%ENA Sul205% MLT 6,82%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte78% MLT 1,27%
Hidráulica42.377 MW(52%) 24,80%Térmica9.369 MW(11%) 3,63%Eólica15.773 MW(19%) 0,29%Solar12.336 MW(15%) 3,46%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.377 MW(52%) 24,80%Térmica9.369 MW(11%) 3,63%Eólica15.773 MW(19%) 0,29%Solar12.336 MW(15%) 3,46%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.377 MW(52%) 24,80%Térmica9.369 MW(11%) 3,63%Eólica15.773 MW(19%) 0,29%Solar12.336 MW(15%) 3,46%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 42,21 1,95%PETR3R$ 47,45 2,41%PRIO3R$ 59,34 1,44%RECV3R$ 10,15 1,74%VBBR3R$ 35,36 2,13%UGPA3R$ 32,48 1,87%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,94 3,90%EGIE3R$ 30,23 0,43%CMIG4R$ 11,29 0,09%CPFE3R$ 46,16 0,11%EQTL3R$ 39,44 1,41%ENGI11R$ 50,47 0,56%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,30 0,89%ENEV3R$ 27,19 1,64%TAEE11R$ 39,72 0,70%ALUP11R$ 32,71 0,52%LIGT3R$ 3,10 0,96%PETR4R$ 42,21 1,95%PETR3R$ 47,45 2,41%PRIO3R$ 59,34 1,44%RECV3R$ 10,15 1,74%VBBR3R$ 35,36 2,13%UGPA3R$ 32,48 1,87%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,94 3,90%EGIE3R$ 30,23 0,43%CMIG4R$ 11,29 0,09%CPFE3R$ 46,16 0,11%EQTL3R$ 39,44 1,41%ENGI11R$ 50,47 0,56%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,30 0,89%ENEV3R$ 27,19 1,64%TAEE11R$ 39,72 0,70%ALUP11R$ 32,71 0,52%LIGT3R$ 3,10 0,96%
BrentUS$ 79,02 0,43%WTIUS$ 74,89 1,16%Gás NaturalUS$ 2,69 0,45%DólarR$ 5,13 0,47%BrentUS$ 79,02 0,43%WTIUS$ 74,89 1,16%Gás NaturalUS$ 2,69 0,45%DólarR$ 5,13 0,47%BrentUS$ 79,02 0,43%WTIUS$ 74,89 1,16%Gás NaturalUS$ 2,69 0,45%DólarR$ 5,13 0,47%
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AnálisePetróleo & Gás

Abegás critica novo Relivre e vê tentativa de descredibilizar regulação estadual

A Abegás criticou o relançamento do Relivre, ranking que avalia a regulação estadual do gás natural com um novo sistema de ratings. A associação afirmou que a ferramenta busca "descredibilizar" os estados e criar "competição artificial", desviando o foco do aumento da oferta e da competição de preços na molécula nos citygates.

5 de agosto de 2026 às 13:18Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

A Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado) criticou o relançamento do Relivre (Ranking do Mercado Livre de Gás), ferramenta organizada por IBP, Abrace e Abpip, que agora adota um sistema de rating para avaliar a regulação estadual do setor. Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (05/08), a associação afirmou que a nova metodologia busca "descredibilizar" as regulações dos estados e criar uma "competição artificial" entre as unidades da federação.

Para a Abegás, os critérios de avaliação do Relivre, que classificam os estados em cinco patamares (A a E) com base em 40 subitens e pilares como Isonomia, Comercialização, Facilidade de Migração e Desverticalização, desconsideram as diferentes realidades econômicas e sociais de cada estado. A entidade argumenta que uma boa regulação deve ser medida pelas melhores práticas para o desenvolvimento local, e não pelo atendimento de interesses específicos dos formuladores do ranking, sendo um equívoco pressupor uniformidade regulatória.

A associação defende que o fator decisivo para a real evolução do mercado livre de gás é o aumento da oferta de gás natural, impulsionado pelo crescimento da produção nacional e pela consequente maior competição no preço da molécula nos citygates. O Relivre, por sua vez, opera como um mecanismo de incentivo regulatório, buscando catalisar ajustes normativos estaduais alinhados à Nova Lei do Gás (Lei 14.134/2021) que, na visão de seus organizadores, promovem maior eficiência econômica e redução de custos energéticos.

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