Carga SIN86.004 MW 16,41%PLD MédioR$ 186,87/MWh 60,08%PLD SE/COR$ 186,87/MWh 60,09%PLD SulR$ 186,86/MWh 60,08%PLD NER$ 186,86/MWh 60,08%PLD NorteR$ 186,87/MWh 60,09%EAR SIN62,7% 0,16%EAR SE/CO57,4% 0,17%EAR Sul82,7% 1,10%EAR NE70,9% 0,42%EAR Norte75,5% 0,40%ENA SIN168% MLT 5,66%ENA SE/CO141% MLT 0,71%ENA Sul254% MLT 0,79%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte55% MLT 0,00%Carga SIN86.004 MW 16,41%PLD MédioR$ 186,87/MWh 60,08%PLD SE/COR$ 186,87/MWh 60,09%PLD SulR$ 186,86/MWh 60,08%PLD NER$ 186,86/MWh 60,08%PLD NorteR$ 186,87/MWh 60,09%EAR SIN62,7% 0,16%EAR SE/CO57,4% 0,17%EAR Sul82,7% 1,10%EAR NE70,9% 0,42%EAR Norte75,5% 0,40%ENA SIN168% MLT 5,66%ENA SE/CO141% MLT 0,71%ENA Sul254% MLT 0,79%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte55% MLT 0,00%
Hidráulica43.971 MW(51%) 19,88%Térmica9.542 MW(11%) 11,62%Eólica16.133 MW(19%) 9,23%Solar15.008 MW(17%) 19,75%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.971 MW(51%) 19,88%Térmica9.542 MW(11%) 11,62%Eólica16.133 MW(19%) 9,23%Solar15.008 MW(17%) 19,75%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.971 MW(51%) 19,88%Térmica9.542 MW(11%) 11,62%Eólica16.133 MW(19%) 9,23%Solar15.008 MW(17%) 19,75%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 48,35 0,31%PETR3R$ 53,20 0,39%PRIO3R$ 60,46 4,40%RECV3R$ 10,94 0,73%VBBR3R$ 39,70 0,15%UGPA3R$ 39,48 0,89%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,74 2,47%EGIE3R$ 30,65 0,86%CMIG4R$ 11,36 1,34%CPFE3R$ 45,79 0,75%EQTL3R$ 40,54 2,45%ENGI11R$ 53,03 1,82%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,77 3,40%ENEV3R$ 27,70 2,10%TAEE11R$ 41,73 0,43%ALUP11R$ 32,57 0,40%LIGT3R$ 3,60 0,55%PETR4R$ 48,35 0,31%PETR3R$ 53,20 0,39%PRIO3R$ 60,46 4,40%RECV3R$ 10,94 0,73%VBBR3R$ 39,70 0,15%UGPA3R$ 39,48 0,89%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,74 2,47%EGIE3R$ 30,65 0,86%CMIG4R$ 11,36 1,34%CPFE3R$ 45,79 0,75%EQTL3R$ 40,54 2,45%ENGI11R$ 53,03 1,82%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,77 3,40%ENEV3R$ 27,70 2,10%TAEE11R$ 41,73 0,43%ALUP11R$ 32,57 0,40%LIGT3R$ 3,60 0,55%
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Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

Aneel adia aprovação da representação do programa de Resposta da Demanda em modelos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) adiou a aprovação da representação do Programa de Resposta da Demanda nos modelos computacionais de otimização eletroenergética, cruciais para a operação do sistema e formação de preços. A decisão, publicada nesta terça-feira, concede 90 dias ao ONS e à CCEE para aprimorar a transparência e divulgação do programa.

22 de setembro de 2026 às 17:18Fonte oficial: ANEELRedação Radar Energia

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) adiou, em reunião desta terça-feira (22/09), a aprovação da representação do Programa de Resposta da Demanda na cadeia de modelos de otimização eletroenergética. Esses modelos são fundamentais para a operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) e a formação de preços no mercado de energia, conforme comunicado pela agência. A ANEEL determinou que o Operador Nacional do Sistema (ONS) e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) têm 90 dias para aperfeiçoar os mecanismos de divulgação e transparência do programa, com o objetivo de ampliar as informações e permitir o acompanhamento adequado dos resultados e benefícios associados.

A decisão encerra a Consulta Pública 36/2023, que recebeu 38 contribuições de 14 agentes setoriais e teve como objetivo aperfeiçoar as regras do programa e revisar o submódulo 4.5 dos Procedimentos de Rede. Embora a representação nos modelos tenha sido adiada, o Programa de Resposta da Demanda segue em vigor desde janeiro de 2024, estabelecido pela Resolução Normativa ANEEL nº 1.040/2022. O mecanismo permite a redução voluntária do consumo de energia elétrica por grandes consumidores, atuando como um recurso adicional para o atendimento ao SIN, com o objetivo de aumentar a confiabilidade da operação e contribuir para a modicidade tarifária.

A exigência de maior transparência e aprimoramento dos dados, em linha com uma orientação recente do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), demonstra a prioridade da agência em obter informações robustas antes da plena integração do mecanismo na formação de preços e na operação sistêmica. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima um potencial de 8,8 GW para Resposta da Demanda no Brasil, podendo chegar a 13,1 GW em um cenário otimista. Em julho de 2026, o 3º Mecanismo Competitivo de Resposta da Demanda por Disponibilidade contratou 344 MW com um deságio médio de 49,23% sobre o preço-teto de R$ 55 mil por MW, indicando a competitividade e o potencial de economia do mecanismo.

O adiamento da representação nos modelos pode postergar a plena otimização do sistema elétrico com a Resposta da Demanda, uma vez que a integração nesses modelos é crucial para refletir seu valor na operação e na formação de preços. Contudo, a exigência de maior transparência visa garantir que, quando a representação for aprovada, ela contribua de forma mais eficaz para a modicidade tarifária e a confiabilidade do sistema, ao reduzir a necessidade de acionamento de usinas mais caras. A EPE, por exemplo, sugere a inclusão da resposta da demanda no cálculo do requisito de potência dos Leilões de Reserva de Capacidade (LRCAPs) e na formação do Custo Marginal de Operação (CMO), o que, segundo a EPE, poderia otimizar os custos do sistema.

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