Carga SIN87.029 MW 1,26%PLD MédioR$ 124,86/MWh 1,37%PLD SE/COR$ 127,1/MWh 1,32%PLD SulR$ 127,1/MWh 1,31%PLD NER$ 121,03/MWh 1,47%PLD NorteR$ 124,22/MWh 1,37%EAR SIN66,8% 0,30%EAR SE/CO60,5% 0,33%EAR Sul84,5% 0,12%EAR NE79% 0,63%EAR Norte85,9% 0,35%ENA SIN123% MLT 2,38%ENA SE/CO97% MLT 1,02%ENA Sul211% MLT 0,47%ENA NE65% MLT 1,52%ENA Norte67% MLT 1,47%Carga SIN87.029 MW 1,26%PLD MédioR$ 124,86/MWh 1,37%PLD SE/COR$ 127,1/MWh 1,32%PLD SulR$ 127,1/MWh 1,31%PLD NER$ 121,03/MWh 1,47%PLD NorteR$ 124,22/MWh 1,37%EAR SIN66,8% 0,30%EAR SE/CO60,5% 0,33%EAR Sul84,5% 0,12%EAR NE79% 0,63%EAR Norte85,9% 0,35%ENA SIN123% MLT 2,38%ENA SE/CO97% MLT 1,02%ENA Sul211% MLT 0,47%ENA NE65% MLT 1,52%ENA Norte67% MLT 1,47%
Hidráulica44.657 MW(51%) 2,53%Térmica9.781 MW(11%) 0,08%Eólica16.604 MW(19%) 3,65%Solar14.630 MW(17%) 3,94%Nuclear2.005 MW(2%) 0,05%Hidráulica44.657 MW(51%) 2,53%Térmica9.781 MW(11%) 0,08%Eólica16.604 MW(19%) 3,65%Solar14.630 MW(17%) 3,94%Nuclear2.005 MW(2%) 0,05%Hidráulica44.657 MW(51%) 2,53%Térmica9.781 MW(11%) 0,08%Eólica16.604 MW(19%) 3,65%Solar14.630 MW(17%) 3,94%Nuclear2.005 MW(2%) 0,05%
PETR4R$ 44,32 4,04%PETR3R$ 49,41 3,96%PRIO3R$ 62,04 0,88%RECV3R$ 10,57 3,93%VBBR3R$ 34,47 0,79%UGPA3R$ 34,32 3,16%RAIZ4R$ 0,23 4,55%CSAN3R$ 3,37 7,67%EGIE3R$ 27,82 0,04%CMIG4R$ 9,95 2,16%CPFE3R$ 42,25 2,60%EQTL3R$ 34,97 1,36%ENGI11R$ 43,71 0,09%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,10 0,50%ENEV3R$ 24,92 1,10%TAEE11R$ 37,45 1,46%ALUP11R$ 31,06 0,29%LIGT3R$ 3,22 1,58%PETR4R$ 44,32 4,04%PETR3R$ 49,41 3,96%PRIO3R$ 62,04 0,88%RECV3R$ 10,57 3,93%VBBR3R$ 34,47 0,79%UGPA3R$ 34,32 3,16%RAIZ4R$ 0,23 4,55%CSAN3R$ 3,37 7,67%EGIE3R$ 27,82 0,04%CMIG4R$ 9,95 2,16%CPFE3R$ 42,25 2,60%EQTL3R$ 34,97 1,36%ENGI11R$ 43,71 0,09%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,10 0,50%ENEV3R$ 24,92 1,10%TAEE11R$ 37,45 1,46%ALUP11R$ 31,06 0,29%LIGT3R$ 3,22 1,58%
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Radar Energia
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Aneel homologa reajuste tarifário de 10,18% para Enel SP; novas tarifas vigoram em 4 de julho

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou o reajuste tarifário anual da Enel Distribuição São Paulo (Enel SP) em 10,18% de efeito médio, com validade a partir de 4 de julho de 2026. A decisão, publicada em resolução, também aprovou ajustes para Energisa Tocantins e Cocel, além de definir regras para PIS/Pasep e Cofins nas faturas.

6 de julho de 2026 às 18:38Fonte oficial: CCEERedação Radar Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) homologou o reajuste tarifário anual da Enel Distribuição São Paulo (Enel SP) com um efeito médio de 10,18% para os consumidores. A decisão consta da Resolução Homologatória nº 3.596, de 30 de junho de 2026, que também aprovou os resultados do Reajuste Tarifário Anual de 2026 para a Energisa Tocantins e da Revisão Tarifária Periódica de 2026 para a Companhia Campolarguense de Energia (Cocel).

Para a Enel SP, as novas tarifas entram em vigor em 4 de julho de 2026, permanecendo válidas até 3 de julho de 2027. O percentual de 10,18% impactará diretamente os aproximadamente 8,9 milhões de unidades consumidoras cativas da distribuidora na Grande São Paulo. Os ajustes homologados pela ANEEL abrangem as Tarifas de Energia (TE) e de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD) para todas as concessionárias envolvidas.

A resolução da ANEEL também incluiu deliberações sobre a composição das faturas de energia, autorizando a inclusão dos valores de PIS/Pasep e Cofins, com a possibilidade de compensação de eventuais diferenças. Além disso, a norma define que os percentuais de descontos tarifários aplicados na TUSD e na TE para o faturamento da energia compensada, associada ao Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), devem observar a regra de transição estabelecida pelo art. 27 da Lei nº 14.300, de 6 de janeiro de 2022, que rege a geração distribuída.

Esses reajustes tarifários anuais são mecanismos regulatórios rotineiros, previstos nos contratos de concessão, que visam atualizar as tarifas com base na inflação e nos custos gerenciáveis das distribuidoras. A homologação da Diferença Mensal de Receita (DMR) e dos recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) a serem repassados pela CCEE às distribuidoras também influenciam a composição dos encargos setoriais, com reflexos nos custos de distribuição e, consequentemente, na tarifa final ao consumidor.

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