Carga SIN69.154 MW 6,07%PLD MédioR$ 163,11/MWh 28,69%PLD SE/COR$ 163,13/MWh 28,70%PLD SulR$ 163,05/MWh 28,64%PLD NER$ 163,13/MWh 28,70%PLD NorteR$ 163,14/MWh 28,70%EAR SIN71,6% 0,14%EAR SE/CO64,7% 0,00%EAR Sul84,2% 1,57%EAR NE87,8% 0,11%EAR Norte92,5% 0,11%ENA SIN136% MLT 4,62%ENA SE/CO101% MLT 0,98%ENA Sul263% MLT 0,38%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte76% MLT 0,00%Carga SIN69.154 MW 6,07%PLD MédioR$ 163,11/MWh 28,69%PLD SE/COR$ 163,13/MWh 28,70%PLD SulR$ 163,05/MWh 28,64%PLD NER$ 163,13/MWh 28,70%PLD NorteR$ 163,14/MWh 28,70%EAR SIN71,6% 0,14%EAR SE/CO64,7% 0,00%EAR Sul84,2% 1,57%EAR NE87,8% 0,11%EAR Norte92,5% 0,11%ENA SIN136% MLT 4,62%ENA SE/CO101% MLT 0,98%ENA Sul263% MLT 0,38%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte76% MLT 0,00%
Hidráulica37.423 MW(53%) 5,60%Térmica9.858 MW(14%) 7,47%Eólica11.407 MW(16%) 0,52%Solar9.598 MW(14%) 13,38%Nuclear1.940 MW(3%) 2,51%Hidráulica37.423 MW(53%) 5,60%Térmica9.858 MW(14%) 7,47%Eólica11.407 MW(16%) 0,52%Solar9.598 MW(14%) 13,38%Nuclear1.940 MW(3%) 2,51%Hidráulica37.423 MW(53%) 5,60%Térmica9.858 MW(14%) 7,47%Eólica11.407 MW(16%) 0,52%Solar9.598 MW(14%) 13,38%Nuclear1.940 MW(3%) 2,51%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

ANP pauta acesso a gasodutos e revisão de regras para biodiesel

A ANP aprovou a abertura de consulta pública para regulamentar o acesso não discriminatório a gasodutos e UPGNs, um passo para a Nova Lei do Gás, e pautou a revisão da regulamentação sobre o uso de biodiesel, buscando adequação à Lei do Combustível do Futuro.

13 de julho de 2026 às 16:02Fonte oficial: ANPRedação Radar Energia

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deu passos importantes na abertura do mercado de gás natural e na simplificação regulatória de biocombustíveis em sua Reunião de Diretoria nº 1.186, realizada em 10 de julho de 2026. A agência aprovou a abertura de Consulta Pública e Audiência Pública para uma minuta de resolução que estabelece regras de acesso a gasodutos de escoamento e Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGNs), além de pautar a revisão da regulamentação sobre o uso de biodiesel.

A proposta para o gás natural visa garantir o acesso não discriminatório e negociado de terceiros às infraestruturas, prevendo a extinção do direito de preferência dos proprietários após 30 anos de operação dos ativos. Contratos anteriores à resolução poderão ser reavaliados pela ANP para adequação compulsória, buscando maior transparência e concorrência. A minuta será submetida a uma Consulta Pública de 45 dias, seguida de Audiência Pública, e busca reduzir barreiras de entrada para novos agentes, com diretores da agência apontando que as atuais tarifas de escoamento e processamento podem chegar a US$ 9 por milhão de BTU.

No segmento de biocombustíveis, a ANP aprovou a inclusão na Agenda Regulatória 2025-2026 do processo de revisão da Resolução ANP nº 910/2022. O objetivo é adequar a regulamentação à Lei nº 14.993/2024 (Lei do Combustível do Futuro), que já dispensou a exigência de anuência prévia da ANP para usos voluntários de biodiesel em teores superiores aos do mandato obrigatório em certos casos. Por essa lei, os agentes precisarão apenas comunicar a agência sobre esses usos. A revisão da resolução pela ANP tem previsão de aprovação da proposta em janeiro de 2027, com um regime de transição a ser adotado. A medida desburocratiza e incentiva a adoção de maiores teores de biodiesel em setores como transporte público, ferroviário, navegação e geração de energia elétrica.

A diretoria da ANP também aprovou, por quatro votos a um, a abertura de um procedimento de ofício para mediar uma controvérsia entre Petrobras e PPSA sobre o acesso a gasodutos de escoamento e UPGNs do pré-sal. O diretor-geral Artur Watt votou contra a abertura imediata, defendendo que a agência deveria aguardar o desfecho das negociações entre as empresas antes de intervir, sinalizando divergências internas sobre o timing da atuação regulatória em disputas do setor.

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