Carga SIN83.458 MW 0,76%PLD MédioR$ 104,69/MWh 28,24%PLD SE/COR$ 104,7/MWh 28,29%PLD SulR$ 104,69/MWh 28,11%PLD NER$ 104,69/MWh 28,29%PLD NorteR$ 104,7/MWh 28,29%EAR SIN68,8% 0,29%EAR SE/CO62,2% 0,32%EAR Sul84,8% 0,59%EAR NE82,7% 0,12%EAR Norte88,8% 0,34%ENA SIN119% MLT 1,65%ENA SE/CO105% MLT 0,94%ENA Sul188% MLT 3,59%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte76% MLT 1,30%Carga SIN83.458 MW 0,76%PLD MédioR$ 104,69/MWh 28,24%PLD SE/COR$ 104,7/MWh 28,29%PLD SulR$ 104,69/MWh 28,11%PLD NER$ 104,69/MWh 28,29%PLD NorteR$ 104,7/MWh 28,29%EAR SIN68,8% 0,29%EAR SE/CO62,2% 0,32%EAR Sul84,8% 0,59%EAR NE82,7% 0,12%EAR Norte88,8% 0,34%ENA SIN119% MLT 1,65%ENA SE/CO105% MLT 0,94%ENA Sul188% MLT 3,59%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte76% MLT 1,30%
Hidráulica43.520 MW(52%) 0,29%Térmica10.133 MW(12%) 8,41%Eólica14.759 MW(18%) 0,61%Solar13.794 MW(16%) 0,31%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%Hidráulica43.520 MW(52%) 0,29%Térmica10.133 MW(12%) 8,41%Eólica14.759 MW(18%) 0,61%Solar13.794 MW(16%) 0,31%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%Hidráulica43.520 MW(52%) 0,29%Térmica10.133 MW(12%) 8,41%Eólica14.759 MW(18%) 0,61%Solar13.794 MW(16%) 0,31%Nuclear1.990 MW(2%) 0,85%
PETR4R$ 40,87 2,53%PETR3R$ 45,69 3,10%PRIO3R$ 57,45 2,96%RECV3R$ 10,23 1,19%VBBR3R$ 34,23 2,45%UGPA3R$ 31,28 3,49%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,67 6,14%EGIE3R$ 29,73 0,34%CMIG4R$ 10,92 2,93%CPFE3R$ 44,80 2,80%EQTL3R$ 37,28 4,85%ENGI11R$ 46,88 6,69%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,81 3,14%ENEV3R$ 26,18 2,97%TAEE11R$ 39,25 2,02%ALUP11R$ 32,06 2,11%LIGT3R$ 3,10 0,00%PETR4R$ 40,87 2,53%PETR3R$ 45,69 3,10%PRIO3R$ 57,45 2,96%RECV3R$ 10,23 1,19%VBBR3R$ 34,23 2,45%UGPA3R$ 31,28 3,49%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,67 6,14%EGIE3R$ 29,73 0,34%CMIG4R$ 10,92 2,93%CPFE3R$ 44,80 2,80%EQTL3R$ 37,28 4,85%ENGI11R$ 46,88 6,69%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,81 3,14%ENEV3R$ 26,18 2,97%TAEE11R$ 39,25 2,02%ALUP11R$ 32,06 2,11%LIGT3R$ 3,10 0,00%
BrentUS$ 83,55 1,29%WTIUS$ 78,18 1,15%Gás NaturalUS$ 2,66 0,83%DólarR$ 5,08 1,06%BrentUS$ 83,55 1,29%WTIUS$ 78,18 1,15%Gás NaturalUS$ 2,66 0,83%DólarR$ 5,08 1,06%BrentUS$ 83,55 1,29%WTIUS$ 78,18 1,15%Gás NaturalUS$ 2,66 0,83%DólarR$ 5,08 1,06%
Ciclone-bomba causa interrupções de energia para centenas de milhares no Sul, Sudeste e Centro-OesteProdução da PetroReconcavo recua 1,4% em julho por manutenção e falhas elétricasAneel suspende restrições à autoprodução de usinas de até 5 MWANP aprova nova resolução para especificação e qualidade do biometanoCCEE informa adimplência de 77,5% na liquidação do MCP de junhoAneel abre consultas para primeiros leilões de armazenamento em bateriasANP aprova plano de Gato do Mato (Shell) e exige solução para escoamento de gás até 2032CCEE divulga resultados da apuração de garantia física para julho de 2026CCEE divulga recontabilizações do MCP para diversos períodos, incluindo meses de 2026CCEE divulga variação de garantias financeiras para CCEARs de LEE 2025CCEE divulga resultados finais do MCSD de Energia Nova A-0 para julho a dezembro de 2026ONS divulga cronograma para atualizar apuração de restrições eólicas e fotovoltaicasCiclone-bomba causa interrupções de energia para centenas de milhares no Sul, Sudeste e Centro-OesteProdução da PetroReconcavo recua 1,4% em julho por manutenção e falhas elétricasAneel suspende restrições à autoprodução de usinas de até 5 MWANP aprova nova resolução para especificação e qualidade do biometanoCCEE informa adimplência de 77,5% na liquidação do MCP de junhoAneel abre consultas para primeiros leilões de armazenamento em bateriasANP aprova plano de Gato do Mato (Shell) e exige solução para escoamento de gás até 2032CCEE divulga resultados da apuração de garantia física para julho de 2026CCEE divulga recontabilizações do MCP para diversos períodos, incluindo meses de 2026CCEE divulga variação de garantias financeiras para CCEARs de LEE 2025CCEE divulga resultados finais do MCSD de Energia Nova A-0 para julho a dezembro de 2026ONS divulga cronograma para atualizar apuração de restrições eólicas e fotovoltaicas
Radar Energia
AnáliseRenováveis

Brasil deve cair para 5ª posição no ranking global de energia solar em 2025

O Brasil, que em 2023 alcançou a 4ª posição global em adições anuais de capacidade solar, deve recuar para o 5º lugar em 2025, conforme projeção da SolarPower Europe. A queda no ranking reflete um crescimento mais acelerado de outras nações, como China e Estados Unidos, e a maturação do mercado brasileiro após o impulso inicial da geração distribuída.

25 de junho de 2026 às 08:17Fonte oficial: SolarpowereuropeRedação Radar Energia

O Brasil, um dos destaques recentes no setor global de energia solar, deve perder uma posição no ranking dos maiores mercados mundiais. Segundo relatório da SolarPower Europe, o país, que em 2023 foi o quarto maior em adições anuais de capacidade fotovoltaica, cairá para a quinta colocação em 2025. Essa projeção aponta uma desaceleração relativa em seu ritmo de expansão, comparado a outras potências.

A ascensão do Brasil no setor solar tem sido expressiva nos últimos anos, impulsionada principalmente pelo modelo de Geração Distribuída (GD). Em 2023, o país adicionou mais de 11,9 GW de capacidade solar, um volume que o posicionou entre os líderes globais. Esse avanço fez com que a fonte solar ultrapassasse 40 GW de capacidade instalada total, tornando-se a segunda maior da matriz elétrica nacional. Desse total, a GD responde por cerca de 28 GW, distribuídos em mais de 2,4 milhões de sistemas.

A projeção de queda para 2025 não representa um recuo absoluto do mercado brasileiro, mas uma mudança na dinâmica global. Nações como China, Estados Unidos e Índia continuam a investir e expandir suas capacidades em um ritmo ainda mais acelerado. A China, por exemplo, adicionou 216 GW em 2023, um volume que, por sua magnitude, impacta a comparação e reposiciona outros países no ranking relativo, mesmo aqueles com crescimentos robustos.

Internamente, o setor solar brasileiro impulsiona investimentos e empregos. Desde 2012, a fonte atraiu mais de R$ 200 bilhões em investimentos e gerou mais de 1,2 milhão de empregos acumulados, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Essa pujança econômica se manifesta tanto nos grandes projetos de geração centralizada, contratados em leilões, quanto na capilaridade da GD em residências, comércios e indústrias.

O arcabouço regulatório é fundamental para o desenvolvimento do setor. A Lei nº 14.300/2022, que estabeleceu o novo marco legal da Geração Distribuída, alterou as regras de compensação de energia para novos projetos a partir de 2023. Para a geração centralizada, as diretrizes são definidas por leilões de energia promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), complementadas por incentivos como o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI).

Os principais atores do mercado são o Ministério de Minas e Energia (MME), que define as políticas setoriais; a ANEEL, responsável pela regulamentação; e a ABSOLAR, que representa e defende os interesses do setor. Além deles, grandes empresas de geração, milhares de integradores de GD e uma gama de investidores nacionais e internacionais compõem esse ecossistema.

Apesar da projeção de queda no ranking, o crescimento absoluto da capacidade solar no Brasil deve prosseguir, impulsionado pela necessidade de diversificação da matriz energética e pelas metas de descarbonização. Contudo, a percepção de uma desaceleração relativa pode impactar a atratividade do país para novos investimentos e a velocidade da transição energética, exigindo atenção contínua às políticas de incentivo e ao ambiente regulatório.

A adaptação às novas regras da Lei nº 14.300/2022 para a GD e a realização de futuros leilões de energia que contemplem a fonte solar para a geração centralizada serão cruciais para manter o ritmo de expansão. O Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE), elaborado pelo MME e pela EPE, delineará as projeções de crescimento e as necessidades de investimento para a próxima década, influenciando diretamente o ritmo de expansão da capacidade solar no país.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.