Carga SIN87.377 MW 2,99%PLD MédioR$ 130,69/MWh 27,05%PLD SE/COR$ 130,69/MWh 27,05%PLD SulR$ 130,68/MWh 27,05%PLD NER$ 130,69/MWh 27,05%PLD NorteR$ 130,69/MWh 27,05%EAR SIN62,7% 0,16%EAR SE/CO56,9% 0,18%EAR Sul82,5% 1,35%EAR NE73,2% 0,27%EAR Norte78,3% 0,38%ENA SIN145% MLT 12,40%ENA SE/CO106% MLT 2,91%ENA Sul233% MLT 4,02%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 0,00%Carga SIN87.377 MW 2,99%PLD MédioR$ 130,69/MWh 27,05%PLD SE/COR$ 130,69/MWh 27,05%PLD SulR$ 130,68/MWh 27,05%PLD NER$ 130,69/MWh 27,05%PLD NorteR$ 130,69/MWh 27,05%EAR SIN62,7% 0,16%EAR SE/CO56,9% 0,18%EAR Sul82,5% 1,35%EAR NE73,2% 0,27%EAR Norte78,3% 0,38%ENA SIN145% MLT 12,40%ENA SE/CO106% MLT 2,91%ENA Sul233% MLT 4,02%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte57% MLT 0,00%
Hidráulica43.750 MW(49%) 3,59%Térmica11.821 MW(13%) 22,59%Eólica16.975 MW(19%) 4,16%Solar14.916 MW(17%) 12,45%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%Hidráulica43.750 MW(49%) 3,59%Térmica11.821 MW(13%) 22,59%Eólica16.975 MW(19%) 4,16%Solar14.916 MW(17%) 12,45%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%Hidráulica43.750 MW(49%) 3,59%Térmica11.821 MW(13%) 22,59%Eólica16.975 MW(19%) 4,16%Solar14.916 MW(17%) 12,45%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%
PETR4R$ 49,00 1,20%PETR3R$ 54,52 1,55%PRIO3R$ 64,19 2,67%RECV3R$ 11,36 0,53%VBBR3R$ 37,55 1,05%UGPA3R$ 38,02 0,99%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,70 2,37%EGIE3R$ 30,75 0,07%CMIG4R$ 11,45 1,06%CPFE3R$ 45,54 1,00%EQTL3R$ 39,65 2,16%ENGI11R$ 51,61 2,28%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,84 0,84%ENEV3R$ 27,36 0,11%TAEE11R$ 40,73 0,34%ALUP11R$ 33,74 1,05%LIGT3R$ 3,77 3,57%PETR4R$ 49,00 1,20%PETR3R$ 54,52 1,55%PRIO3R$ 64,19 2,67%RECV3R$ 11,36 0,53%VBBR3R$ 37,55 1,05%UGPA3R$ 38,02 0,99%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,70 2,37%EGIE3R$ 30,75 0,07%CMIG4R$ 11,45 1,06%CPFE3R$ 45,54 1,00%EQTL3R$ 39,65 2,16%ENGI11R$ 51,61 2,28%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,84 0,84%ENEV3R$ 27,36 0,11%TAEE11R$ 40,73 0,34%ALUP11R$ 33,74 1,05%LIGT3R$ 3,77 3,57%
BrentUS$ 104,61 2,81%WTIUS$ 100,05 2,37%Gás NaturalUS$ 2,83 0,11%DólarR$ 5,13 0,45%BrentUS$ 104,61 2,81%WTIUS$ 100,05 2,37%Gás NaturalUS$ 2,83 0,11%DólarR$ 5,13 0,45%BrentUS$ 104,61 2,81%WTIUS$ 100,05 2,37%Gás NaturalUS$ 2,83 0,11%DólarR$ 5,13 0,45%
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Radar Energia
AnáliseRenováveis & Transição

MME publica metodologia para seleção de áreas de eólica offshore no país

O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a metodologia para a seleção de áreas destinadas a projetos de geração de energia eólica no mar, um passo fundamental para o desenvolvimento da fonte no Brasil. O documento, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estabelece um processo de três etapas para identificar, definir e priorizar regiões, alinhado à Lei nº 15.097/2025 e à Resolução CNPE nº 1/2026.

28 de julho de 2026 às 16:23Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) disponibilizou nesta terça-feira (28/07) a metodologia padronizada para a seleção de áreas para o desenvolvimento de projetos de geração de energia eólica offshore no Brasil. O documento, acessível no site da pasta, estabelece um processo estruturado que visa conciliar o potencial energético com os demais usos do espaço marinho, em conformidade com a Lei nº 15.097/2025, que criou o marco legal do setor, e a Resolução CNPE nº 1/2026.

Elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sob coordenação do MME, a metodologia prevê três etapas: identificação de regiões potenciais, com exclusões legais e tecnológicas para mapear áreas viáveis; definição de áreas de interesse, refinando as regiões com base em sensibilidades socioambientais e compatibilidade de uso; e, por fim, a priorização de áreas, aplicando uma análise multicritério que inclui aspectos técnicos, econômicos, logísticos e socioambientais. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) já definiu uma distância mínima de 12 milhas náuticas (aproximadamente 22 quilômetros) da costa para a instalação dos parques.

A formalização desse processo de seleção de áreas é um avanço crucial para conferir segurança jurídica e previsibilidade aos desenvolvedores, destravando investimentos no segmento. Contudo, a eólica offshore ainda enfrenta desafios de competitividade: o Custo Nivelado de Energia (LCOE) estimado para o Brasil é de R$ 333/MWh, valor significativamente superior aos preços máximos de outras fontes renováveis em leilões recentes, como eólicas onshore (R$ 189/MWh) e solares (R$ 209/MWh).

Essa diferença de custo levanta preocupações sobre o impacto nas tarifas de energia. Associações como a Abradee e a Abrace já projetaram aumentos significativos nas contas de luz, caso os custos mais elevados da eólica offshore sejam repassados sem mecanismos de mitigação ou subsídios específicos. A metodologia, que resultou de um processo participativo com contribuições do Grupo de Trabalho Eólicas Offshore e da Consulta Pública nº 191/2025, indica a necessidade de coordenação com o planejamento de infraestruturas como sistemas de transmissão e instalações portuárias.

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