Carga SIN80.568 MW 1,65%PLD MédioR$ 197,46/MWh 1,59%PLD SE/COR$ 199,99/MWh 0,42%PLD SulR$ 209,13/MWh 2,17%PLD NER$ 186,13/MWh 4,64%PLD NorteR$ 194,6/MWh 0,26%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,6% 0,15%EAR Sul56,7% 1,43%EAR NE90% 0,22%EAR Norte94,9% 0,21%ENA SE/CO90% MLT 1,12%ENA Sul61% MLT 3,39%ENA NE59% MLT 1,67%ENA Norte62% MLT 3,13%Carga SIN80.568 MW 1,65%PLD MédioR$ 197,46/MWh 1,59%PLD SE/COR$ 199,99/MWh 0,42%PLD SulR$ 209,13/MWh 2,17%PLD NER$ 186,13/MWh 4,64%PLD NorteR$ 194,6/MWh 0,26%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,6% 0,15%EAR Sul56,7% 1,43%EAR NE90% 0,22%EAR Norte94,9% 0,21%ENA SE/CO90% MLT 1,12%ENA Sul61% MLT 3,39%ENA NE59% MLT 1,67%ENA Norte62% MLT 3,13%
Hidráulica44.548 MW(53%) 1,70%Térmica12.014 MW(14%) 41,98%Eólica14.434 MW(17%) 7,97%Solar10.885 MW(13%) 6,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%Hidráulica44.548 MW(53%) 1,70%Térmica12.014 MW(14%) 41,98%Eólica14.434 MW(17%) 7,97%Solar10.885 MW(13%) 6,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%Hidráulica44.548 MW(53%) 1,70%Térmica12.014 MW(14%) 41,98%Eólica14.434 MW(17%) 7,97%Solar10.885 MW(13%) 6,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%
PETR4R$ 38,45 2,24%PETR3R$ 42,75 2,80%PRIO3R$ 53,94 3,85%RECV3R$ 9,98 1,29%VBBR3R$ 29,17 0,75%UGPA3R$ 25,25 0,94%RAIZ4R$ 0,42 0,00%CSAN3R$ 3,71 1,07%EGIE3R$ 33,71 1,43%CMIG4R$ 10,79 1,82%CPFE3R$ 45,12 2,27%EQTL3R$ 39,05 2,23%ENGI11R$ 46,90 0,51%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,41 0,44%ENEV3R$ 26,12 3,65%TAEE11R$ 39,88 0,23%ALUP11R$ 32,33 0,22%LIGT3R$ 3,18 7,07%PETR4R$ 38,45 2,24%PETR3R$ 42,75 2,80%PRIO3R$ 53,94 3,85%RECV3R$ 9,98 1,29%VBBR3R$ 29,17 0,75%UGPA3R$ 25,25 0,94%RAIZ4R$ 0,42 0,00%CSAN3R$ 3,71 1,07%EGIE3R$ 33,71 1,43%CMIG4R$ 10,79 1,82%CPFE3R$ 45,12 2,27%EQTL3R$ 39,05 2,23%ENGI11R$ 46,90 0,51%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,41 0,44%ENEV3R$ 26,12 3,65%TAEE11R$ 39,88 0,23%ALUP11R$ 32,33 0,22%LIGT3R$ 3,18 7,07%
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Brasil deve superar 60 GW de capacidade solar em 2025 com adição de 11,8 GW

O Brasil deve ultrapassar 60 gigawatts (GW) de capacidade instalada em energia solar em 2025, impulsionado pela adição de cerca de 11,8 GW no próximo ano. A expansão reflete o avanço da geração distribuída e a queda nos custos dos sistemas fotovoltaicos.

25 de junho de 2026 às 20:01Fonte oficial: MeerRedação Radar Energia

O Brasil deve superar a marca de 60 gigawatts (GW) de capacidade instalada em energia solar em 2025, impulsionado pela adição de cerca de 11,8 GW à sua capacidade no próximo ano, conforme projeções do setor. Esse crescimento robusto consolida a fonte solar como um pilar fundamental na matriz energética nacional.

A expansão é reflexo de um ambiente regulatório que incentivou a geração distribuída (GD) no país, iniciado com a Resolução Normativa 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que criou o sistema de compensação de energia. A REN 687/2015 aprimorou o marco, simplificando procedimentos e expandindo as modalidades de GD, catalisando o crescimento exponencial da fonte.

Atualmente, a capacidade solar instalada no país já ultrapassa 41 GW, representando mais de 17% da matriz elétrica nacional e consolidando a fonte como a segunda maior do Brasil. Essa escalada também é impulsionada pela queda de mais de 80% nos custos dos sistemas fotovoltaicos na última década, tornando a tecnologia cada vez mais competitiva e acessível para consumidores e investidores.

O principal arcabouço legal atual é a Lei nº 14.300/2022, conhecida como Marco Legal da Geração Distribuída, que trouxe segurança jurídica e estabeleceu regras claras para o faturamento e a compensação de energia. A nova legislação incluiu a cobrança gradual da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD) Fio B para novos projetos de GD que entraram em operação a partir de 2023, buscando equilibrar os custos da rede entre geradores e demais consumidores.

A crescente participação da energia solar contribui para a diversificação da matriz, a segurança energética e a redução da conta de luz para os consumidores-geradores, além de atrair investimentos significativos e gerar empregos na cadeia produtiva. Globalmente, o Brasil se destaca pelo seu potencial solar e pelo ritmo de crescimento na GD, comparável a mercados maduros como Alemanha e Austrália.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.