Carga SIN81.264 MW 2,53%PLD MédioR$ 132,82/MWh 12,66%PLD SE/COR$ 132,83/MWh 12,66%PLD SulR$ 132,82/MWh 12,66%PLD NER$ 132,82/MWh 12,66%PLD NorteR$ 132,83/MWh 12,66%EAR SIN71,1% 0,00%EAR SE/CO64,2% 0,16%EAR Sul84,1% 0,00%EAR NE87,1% 0,11%EAR Norte91,6% 0,00%ENA SIN120% MLT 3,23%ENA SE/CO97% MLT 1,02%ENA Sul248% MLT 1,98%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte73% MLT 1,35%Carga SIN81.264 MW 2,53%PLD MédioR$ 132,82/MWh 12,66%PLD SE/COR$ 132,83/MWh 12,66%PLD SulR$ 132,82/MWh 12,66%PLD NER$ 132,82/MWh 12,66%PLD NorteR$ 132,83/MWh 12,66%EAR SIN71,1% 0,00%EAR SE/CO64,2% 0,16%EAR Sul84,1% 0,00%EAR NE87,1% 0,11%EAR Norte91,6% 0,00%ENA SIN120% MLT 3,23%ENA SE/CO97% MLT 1,02%ENA Sul248% MLT 1,98%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte73% MLT 1,35%
Hidráulica40.400 MW(49%) 0,18%Térmica9.873 MW(12%) 7,01%Eólica18.620 MW(23%) 7,29%Solar11.481 MW(14%) 3,49%Nuclear1.990 MW(2%) 1,00%Hidráulica40.400 MW(49%) 0,18%Térmica9.873 MW(12%) 7,01%Eólica18.620 MW(23%) 7,29%Solar11.481 MW(14%) 3,49%Nuclear1.990 MW(2%) 1,00%Hidráulica40.400 MW(49%) 0,18%Térmica9.873 MW(12%) 7,01%Eólica18.620 MW(23%) 7,29%Solar11.481 MW(14%) 3,49%Nuclear1.990 MW(2%) 1,00%
PETR4R$ 40,90 0,76%PETR3R$ 45,81 0,61%PRIO3R$ 57,85 0,61%RECV3R$ 10,29 0,00%VBBR3R$ 34,92 3,47%UGPA3R$ 32,07 3,12%RAIZ4R$ 0,29 0,00%CSAN3R$ 3,84 2,29%EGIE3R$ 29,97 2,12%CMIG4R$ 11,12 0,27%CPFE3R$ 46,87 0,09%EQTL3R$ 39,50 2,06%ENGI11R$ 49,25 3,26%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,59 3,34%ENEV3R$ 25,68 4,71%TAEE11R$ 40,89 0,07%ALUP11R$ 33,28 1,39%LIGT3R$ 3,23 0,00%PETR4R$ 40,90 0,76%PETR3R$ 45,81 0,61%PRIO3R$ 57,85 0,61%RECV3R$ 10,29 0,00%VBBR3R$ 34,92 3,47%UGPA3R$ 32,07 3,12%RAIZ4R$ 0,29 0,00%CSAN3R$ 3,84 2,29%EGIE3R$ 29,97 2,12%CMIG4R$ 11,12 0,27%CPFE3R$ 46,87 0,09%EQTL3R$ 39,50 2,06%ENGI11R$ 49,25 3,26%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,59 3,34%ENEV3R$ 25,68 4,71%TAEE11R$ 40,89 0,07%ALUP11R$ 33,28 1,39%LIGT3R$ 3,23 0,00%
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Radar Energia
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Brasil finaliza imposto de importação de elétricos em 35%; Europa acelera vendas

O Brasil conclui em julho de 2026 a reintrodução gradual do imposto de importação para veículos eletrificados, atingindo a alíquota máxima de 35% para BEVs, PHEVs e HEVs. A medida visa impulsionar a produção local, enquanto a Europa registra um crescimento robusto nas vendas de BEVs em junho, com diferentes fontes apontando para aumentos significativos.

17 de julho de 2026 às 18:24Fonte oficial: AutoRedação Radar Energia

O Brasil aplica, a partir de julho de 2026, a alíquota máxima de 35% sobre o imposto de importação de todos os veículos eletrificados (BEV, PHEV e HEV), encerrando um cronograma gradual de reintrodução tarifária iniciado em 2023. A medida visa proteger a indústria nacional e estimular a produção local de veículos elétricos, com isenção para veículos fabricados no país e cotas para importação de componentes destinados à montagem local.

A política tarifária impacta diretamente os importadores de veículos eletrificados, que enfrentarão custos mais altos. Consumidores brasileiros podem ver os preços finais dos modelos importados aumentar em até 8%. Por outro lado, montadoras com produção local no Brasil, como BYD e GWM, são incentivadas a acelerar a nacionalização de componentes e a fabricação de veículos eletrificados no país, buscando transformar o perfil do mercado de importador para produtor e fortalecer a segurança da cadeia de suprimentos.

Em contraste com a estratégia brasileira de fomento à indústria local via tarifas, o mercado europeu de veículos elétricos a bateria (BEVs) demonstra um crescimento robusto impulsionado por subsídios governamentais, apoio político e uma oferta diversificada de modelos. A Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) reportou um aumento de 15% nas vendas de BEVs na Europa em junho de 2026. Contudo, análises de mercado de outras fontes, como E-Mobility Europe, New Automotive e Fier Automotive, indicam um crescimento de 39,5% para o mesmo período, totalizando 275.060 emplacamentos em 17 mercados, com uma participação de 25,6% no mercado. No primeiro semestre de 2026, as vendas de BEVs superaram 1,24 milhão de unidades, um avanço de 33,7% em relação ao mesmo período de 2025, conforme dados da ACEA.

Este cenário global de eletromobilidade, com estratégias distintas entre continentes, ressalta a importância de políticas coordenadas para a transição energética.

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