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Hidráulica36.678 MW(50%) 9,54%Térmica8.549 MW(12%) 0,84%Eólica14.770 MW(20%) 12,10%Solar12.533 MW(17%) 7,25%Nuclear1.350 MW(2%) 0,74%Hidráulica36.678 MW(50%) 9,54%Térmica8.549 MW(12%) 0,84%Eólica14.770 MW(20%) 12,10%Solar12.533 MW(17%) 7,25%Nuclear1.350 MW(2%) 0,74%Hidráulica36.678 MW(50%) 9,54%Térmica8.549 MW(12%) 0,84%Eólica14.770 MW(20%) 12,10%Solar12.533 MW(17%) 7,25%Nuclear1.350 MW(2%) 0,74%
PETR4R$ 48,00 1,25%PETR3R$ 52,88 2,07%PRIO3R$ 61,05 3,54%RECV3R$ 10,85 3,30%VBBR3R$ 39,62 0,48%UGPA3R$ 38,82 0,15%RAIZ4R$ 0,27 0,00%CSAN3R$ 3,75 2,18%EGIE3R$ 30,32 1,81%CMIG4R$ 11,29 0,09%CPFE3R$ 45,23 0,13%EQTL3R$ 40,20 2,63%ENGI11R$ 52,81 1,34%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,61 5,61%ENEV3R$ 27,97 1,49%TAEE11R$ 41,64 0,34%ALUP11R$ 32,65 2,25%LIGT3R$ 3,59 1,13%PETR4R$ 48,00 1,25%PETR3R$ 52,88 2,07%PRIO3R$ 61,05 3,54%RECV3R$ 10,85 3,30%VBBR3R$ 39,62 0,48%UGPA3R$ 38,82 0,15%RAIZ4R$ 0,27 0,00%CSAN3R$ 3,75 2,18%EGIE3R$ 30,32 1,81%CMIG4R$ 11,29 0,09%CPFE3R$ 45,23 0,13%EQTL3R$ 40,20 2,63%ENGI11R$ 52,81 1,34%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,61 5,61%ENEV3R$ 27,97 1,49%TAEE11R$ 41,64 0,34%ALUP11R$ 32,65 2,25%LIGT3R$ 3,59 1,13%
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Radar Energia
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Brasil já possui matriz elétrica limpa que Alemanha almeja para 2040, afirma CEO da EDP

João Brito Martins, CEO da EDP América do Sul, destacou no Energy Summit que a matriz elétrica brasileira já atingiu um nível de limpeza que nações como a Alemanha projetam apenas para 2040. A afirmação sublinha a vantagem competitiva do Brasil na transição energética global, impulsionada por suas abundantes fontes renováveis.

23 de junho de 2026 às 15:47Fonte oficial: EstadãoRedação Radar Energia

O Brasil já possui uma matriz energética limpa que nações desenvolvidas, como a Alemanha, só esperam alcançar em 2040, afirmou João Brito Martins, CEO da EDP América do Sul, durante o Energy Summit. A declaração, reportada pelo jornal O Estado de S. Paulo, destaca a posição privilegiada do país no cenário global de descarbonização.

A matriz elétrica brasileira se distingue por ter aproximadamente 85% de sua energia proveniente de fontes renováveis, incluindo hidrelétricas, eólica, solar e biomassa. Esse patamar contrasta com a situação da Alemanha, que, apesar de seus investimentos significativos na transição energética, ainda tem cerca de 50% de sua eletricidade gerada por renováveis e busca atingir 80% até 2030, com meta de neutralidade de carbono para 2045.

Essa vantagem estrutural do Brasil, com abundância de recursos hídricos, sol e vento, torna sua transição energética mais orgânica e com menor custo marginal em comparação com a “Energiewende” alemã, que partiu de uma forte dependência de carvão e nuclear. A EDP, por exemplo, tem investido significativamente em projetos de energia solar e eólica no país, demonstrando seu compromisso com essa visão de uma matriz limpa.

A posição privilegiada do Brasil atrai investimentos internacionais e o posiciona como um ator estratégico na transição energética global, especialmente em áreas como o hidrogênio verde. Este cenário pode impulsionar a industrialização local de equipamentos e tecnologias renováveis, gerando empregos e valor agregado, além de potencializar a exportação de energia limpa, seja diretamente ou em produtos com baixa pegada de carbono.

Para manter o ritmo de expansão e garantir a segurança do sistema, o Brasil enfrenta desafios como o fortalecimento da infraestrutura de transmissão, essencial para escoar a energia gerada em regiões com alto potencial eólico e solar. A agenda de leilões de energia, as discussões sobre o aprimoramento do mercado livre e a integração de novas tecnologias, como armazenamento de energia, são fundamentais para o avanço do setor nos próximos anos.

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