Carga SIN82.533 MW 0,05%PLD MédioR$ 184,62/MWh 2,45%PLD SE/COR$ 185,42/MWh 2,30%PLD SulR$ 185,41/MWh 2,30%PLD NER$ 183,65/MWh 2,70%PLD NorteR$ 184/MWh 2,51%EAR SIN69,9% 0,14%EAR SE/CO63,2% 0,00%EAR Sul85,3% 1,43%EAR NE84,3% 0,00%EAR Norte90,1% 0,22%ENA SIN137% MLT 11,38%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul256% MLT 1,19%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte67% MLT 0,00%Carga SIN82.533 MW 0,05%PLD MédioR$ 184,62/MWh 2,45%PLD SE/COR$ 185,42/MWh 2,30%PLD SulR$ 185,41/MWh 2,30%PLD NER$ 183,65/MWh 2,70%PLD NorteR$ 184/MWh 2,51%EAR SIN69,9% 0,14%EAR SE/CO63,2% 0,00%EAR Sul85,3% 1,43%EAR NE84,3% 0,00%EAR Norte90,1% 0,22%ENA SIN137% MLT 11,38%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul256% MLT 1,19%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte67% MLT 0,00%
Hidráulica43.359 MW(52%) 1,90%Térmica9.690 MW(12%) 2,87%Eólica15.237 MW(18%) 4,70%Solar12.711 MW(15%) 0,63%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.359 MW(52%) 1,90%Térmica9.690 MW(12%) 2,87%Eólica15.237 MW(18%) 4,70%Solar12.711 MW(15%) 0,63%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.359 MW(52%) 1,90%Térmica9.690 MW(12%) 2,87%Eólica15.237 MW(18%) 4,70%Solar12.711 MW(15%) 0,63%Nuclear2.009 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 42,25 2,52%PETR3R$ 47,85 3,08%PRIO3R$ 59,02 3,96%RECV3R$ 10,44 2,35%VBBR3R$ 35,47 0,97%UGPA3R$ 32,49 0,12%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,98 0,50%EGIE3R$ 29,73 0,93%CMIG4R$ 11,18 0,09%CPFE3R$ 45,59 0,81%EQTL3R$ 38,35 1,24%ENGI11R$ 49,13 1,35%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,15 2,62%ENEV3R$ 26,01 0,62%TAEE11R$ 39,59 0,53%ALUP11R$ 32,47 1,75%LIGT3R$ 3,28 3,14%PETR4R$ 42,25 2,52%PETR3R$ 47,85 3,08%PRIO3R$ 59,02 3,96%RECV3R$ 10,44 2,35%VBBR3R$ 35,47 0,97%UGPA3R$ 32,49 0,12%RAIZ4R$ 0,26 3,70%CSAN3R$ 3,98 0,50%EGIE3R$ 29,73 0,93%CMIG4R$ 11,18 0,09%CPFE3R$ 45,59 0,81%EQTL3R$ 38,35 1,24%ENGI11R$ 49,13 1,35%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,15 2,62%ENEV3R$ 26,01 0,62%TAEE11R$ 39,59 0,53%ALUP11R$ 32,47 1,75%LIGT3R$ 3,28 3,14%
BrentUS$ 89,70 1,15%WTIUS$ 84,07 0,46%Gás NaturalUS$ 2,77 1,72%DólarR$ 5,07 1,38%BrentUS$ 89,70 1,15%WTIUS$ 84,07 0,46%Gás NaturalUS$ 2,77 1,72%DólarR$ 5,07 1,38%BrentUS$ 89,70 1,15%WTIUS$ 84,07 0,46%Gás NaturalUS$ 2,77 1,72%DólarR$ 5,07 1,38%
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Carga do SIN atinge 82,5 GWméd com eólica em 18% e ANEEL adia regras de curtailment

O Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou carga de 82.533 MWméd em 29 de julho de 2026, com a geração eólica respondendo por 18% da matriz e um corte de 385 MW no Sul, segundo o ONS. O cenário operacional se desenha em meio à persistente indefinição da ANEEL sobre as novas regras de curtailment, enquanto o CMSE aprovou a antecipação de 1,8 GW de térmicas para reforçar a segurança do suprimento.

30 de julho de 2026 às 11:05Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

O Sistema Interligado Nacional (SIN) operou com uma carga global de 82.533 MWméd em 29 de julho de 2026, conforme o Informativo Preliminar Diário da Operação (IPDO) divulgado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A matriz de geração naquele dia foi composta por 52% de hidráulica, 18% de eólica, 15% de solar, 12% de térmica e 2% de nuclear. No submercado Sul, o ONS registrou uma restrição de 385 MW na geração renovável, entre 9h01 e 14h19, por controle de frequência, evidenciando os desafios da crescente participação das renováveis.

Apesar da recorrência de eventos como o corte no Sul, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) novamente adiou a definição das novas regras para o curtailment em 28 de julho, após um pedido de vista do diretor Gentil Nogueira. A decisão prolonga a insegurança regulatória para geradores de fontes renováveis, que seguem arcando individualmente com os prejuízos da energia não gerada. O setor aguarda a reclassificação dos chamados "cortes elétricos" para "cortes energéticos" e a definição de como os impactos econômicos dessas restrições serão distribuídos, tema que está em discussão na revisão da Resolução Normativa nº 1.030/2022.

Em contraste com a indefinição regulatória sobre os cortes, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) aprovou em 22 de julho a antecipação de contratos de cinco termelétricas, adicionando 1,8 GW de capacidade ao SIN a partir de 1º de setembro de 2026. A medida, que envolve contratos do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Energia (LRCE 2022) e do Leilão de Reserva de Capacidade na forma de Potência (LRCAP 2026), visa reforçar a segurança do atendimento eletroenergético e mitigar a necessidade de acionamento de térmicas sem contrato (merchant), que teriam um custo no mínimo 25% superior. Atualmente, o PLD no Sudeste/Centro-Oeste está em R$ 185,42/MWh.

A antecipação das térmicas tende a exercer uma pressão de baixa sobre o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e o Custo Marginal de Operação (CMO), ao garantir maior oferta contratada e reduzir a volatilidade. Geradores eólicos e solares, por sua vez, argumentam que o modelo proposto para o rateio dos custos de curtailment pode provocar uma transferência de custos entre as fontes, onerando mais as renováveis intermitentes. Essa tensão regulatória representa um risco para a atratividade de investimentos em novas usinas eólicas e solares, essenciais para a transição energética do país.

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