
Complexo Eólico Osório completa 20 anos e reforça investimentos da Statkraft no Sul
Cerimônia realizada na última quarta-feira, 28 de outubro, no Rio Grande do Sul, contou com a presença de autoridades e executivos da companhia
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Cerimônia realizada na última quarta-feira, 28 de outubro, no Rio Grande do Sul, contou com a presença de autoridades e executivos da companhia
Um estudo conjunto do Ministério de Minas e Energia (MME) e do Ministério de Portos e Aeroportos (MPOR) revela que nenhum porto brasileiro está totalmente preparado para a construção de grandes parques eólicos offshore sem aportes significativos. A adaptação da infraestrutura portuária para projetos de grande porte exigiria investimentos de até US$ 356,5 milhões por terminal, totalizando US$ 880 milhões para cinco portos, com prazos de 3 a 6,5 anos para prontidão.
O Ministério de Minas e Energia (MME) prevê encaminhar à Casa Civil, nas próximas semanas, a minuta do decreto que regulamenta o marco legal da eólica offshore (Lei nº 15.097/2025). A medida é crucial para definir o fluxo da Declaração de Interferência Prévia (DIP) e as competências dos órgãos federais, buscando simplificar processos e trazer segurança jurídica ao setor.

O Peru busca retomar negociações com o Chile para uma linha de transmissão de 1.000 MW, visando importar excedente solar e eólico chileno. O projeto, avaliado em US$ 550 milhões, pode gerar benefícios econômicos anuais de US$ 170 milhões, segundo estudo do BID, e reforça a integração energética regional.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estabeleceu novas diretrizes para a validação de modelos computacionais de usinas eólicas, solares fotovoltaicas e sistemas de armazenamento de energia (BESS), permitindo a certificação única por família de equipamento e exigindo o modo Grid-Forming para baterias. A medida visa aprimorar a representação operacional dessas tecnologias no Sistema Interligado Nacional (SIN), aumentando a transparência e a consistência nos estudos elétricos.
O Brasil reúne condições naturais para desenvolver a geração de energia eólica offshore, com ventos favoráveis ao longo de sua costa e potencial para ampliar a oferta de eletricidade renovável.
A ANEEL declarou utilidade pública para uma linha de transmissão de 73,5 km na Bahia, medida que viabiliza a servidão administrativa em 92 imóveis e é crucial para o escoamento de energia eólica de parques na região.
A França registrou 800 horas de preços negativos de eletricidade em 2026, impulsionada pelo excesso de oferta renovável. No Brasil, a ANEEL aprovou novas regras para o curtailment de eólicas e solares, e o MME propõe a revisão do PLD mínimo. Essas ações indicam uma reconfiguração da precificação e do risco no mercado, com crescente demanda por flexibilidade e armazenamento.
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 752/24, que permite a dedução de gastos com equipamentos de geração de energia renovável do Imposto de Renda da Pessoa Física, limitado a 8% dos rendimentos tributáveis. A proposta, que ainda passará por outras comissões e pelo Senado, visa incentivar investimentos em fontes como solar, eólica e biogás.
A EDP avalia a implementação de sistemas de armazenamento por baterias no Brasil, buscando reduzir o curtailment que limita a operação e a expansão de projetos renováveis. A iniciativa visa otimizar a receita de ativos eólicos e solares, embora a viabilidade dependa de um arcabouço regulatório claro para a remuneração desses serviços.
A CCEE retomou em outubro a cobrança de ressarcimentos por cortes de geração (curtailment) para usinas eólicas e solares que não se enquadraram no acordo de compensação, abrangendo valores de janeiro a maio de 2026. A medida, determinada pelo MME, afeta cerca de 75 usinas que terão passivos apurados e liquidados neste mês.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o rateio dos prejuízos com os cortes obrigatórios de geração (curtailment) entre usinas eólicas, solares e, futuramente, hidrelétricas com vertimento turbinável. A decisão, que encerra um debate de sete anos, estabelece um novo arcabouço para a gestão de riscos operacionais no Sistema Interligado Nacional (SIN).
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) publicou a lista de usinas eólicas e solares elegíveis para o mecanismo de compensação por cortes de geração, atendendo a uma solicitação do Ministério de Minas e Energia (MME). A medida avança na implementação da Portaria Normativa MME nº 140/2026, que visa ressarcir geradores por perdas passadas, mas que será custeada pelos consumidores via encargos na conta de luz.
A área técnica da Aneel sugeriu priorizar usinas eólicas e solares com contratos de reserva no rateio contábil dos cortes de geração (curtailment), transferindo o ônus inicial para empreendimentos com outros tipos de contrato. A proposta, que será votada pelo diretor Gentil Nogueira em 6 de outubro, busca adequar as regras à Lei nº 15.269/2025 e à Portaria nº 140/2026 do MME.
Pesquisadores da Unicamp desenvolveram uma nova arquitetura de bateria de fluxo que visa tornar o armazenamento de energia solar e eólica mais seguro, com custo reduzido e montagem simplificada. A inovação emprega eletrodos cilíndricos e circulação interna de eletrólito, eliminando a necessidade de bombas e mangueiras externas.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgou uma Nota Técnica que sistematiza o arcabouço normativo do licenciamento ambiental para projetos de energias eólica e solar fotovoltaica no Brasil. O documento visa reduzir a assimetria de informações e aumentar a previsibilidade dos processos para empreendedores e investidores do setor.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) atualizou os dados de restrição de operação por constrained-off em usinas eólicas, em um momento de intensa evolução regulatória da ANEEL para aprimorar a medição e definir os mecanismos de ressarcimento. O problema, que afeta a receita de geradores, é considerado de crescente materialidade para o setor.
Empreendedores de energia eólica e solar perdem a expectativa de prorrogação de benefícios de TUST/TUSD, após a Medida Provisória (MPV) 1212/24 ter perdido a eficácia em 21 de setembro. O Projeto de Lei (PL) 1956/24, que replicava a MPV e teve urgência aprovada pela Câmara, não avançou a tempo, esvaziando seu propósito original.
O CEO da Shell, Wael Sawan, afirmou que a empresa continua buscando oportunidades de crescimento no Brasil, onde já produz cerca de 500 mil boed. A estratégia foca na diversificação do portfólio, com atenção a áreas como biocombustíveis avançados, eólicas offshore e o mercado regulado de carbono.
Uma análise da Volt Robotics indica que as usinas hidrelétricas (UHEs) seriam as principais beneficiadas pela contratação de sistemas de armazenamento de energia no SIN, superando eólica e solar. O ganho se daria principalmente pela redução do vertimento turbinável, em um cenário de regulamentação consolidada e leilões de baterias iminentes, embora incertezas sobre a alocação do ERCAP e a ordem de cortes ainda persistam.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reportou uma restrição de 17.407 MW na geração renovável do Nordeste em 13 de setembro, evidenciando os desafios de escoamento da energia eólica e solar da região. O fenômeno, conhecido como 'curtailment', forçou ajustes operacionais no Sistema Interligado Nacional (SIN), com a carga global atingindo 73.230 MWméd.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) registrou carga de 87.136 MWméd no SIN em 1º de setembro, superando as projeções. A Energia Armazenada (EAR) do sistema ficou em 64,1%. O boletim destaca restrições significativas à geração eólica e solar, totalizando 4.361 MW, principalmente no Nordeste e Sudeste/Centro-Oeste, o que limita a injeção de energia mais barata na rede em um contexto de expansão do mercado livre e aumento de encargos.
A Aeris Energy, fabricante de pás para aerogeradores, conseguiu uma decisão judicial que suspende execuções e outras medidas de cobrança contra a companhia por até 60 dias. A medida visa dar fôlego para a renegociação de uma dívida bruta de R$ 1,9 bilhão e o ajuste de sua estrutura de capital, em meio a um cenário desafiador para o setor eólico.

O Senado Federal inicia a análise de um Projeto de Lei (PL 5133/2026) que busca estabelecer distâncias mínimas entre aerogeradores de parques eólicos terrestres e edificações. A proposta visa mitigar impactos socioambientais e criar um marco regulatório nacional para o setor.
A Eletrobras segue sua estratégia de otimização de portfólio pós-privatização, com foco em ativos 100% renováveis. Embora o mercado aguarde detalhes sobre a alienação de participações em SPEs de geração eólica e solar, a companhia já realizou movimentos significativos de desinvestimento e simplificação.
Em tramitação na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2591/26 busca criar um marco regulatório para parques eólicos terrestres, estabelecendo distâncias mínimas, monitoramento de impactos e pagamentos a proprietários de terras. A proposta visa equilibrar a expansão da fonte com a proteção econômica, social e ambiental das comunidades afetadas.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirmou o segundo acionamento do Plano de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição (PGEERD) em 23 de agosto, visando estabilizar o Sistema Interligado Nacional (SIN) em meio ao crescente volume de geração distribuída. A medida, que restringe a produção de usinas Tipo III, como PCHs e eólicas/solares de menor porte, ocorreu das 11h às 13h30.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) registrou em 20 de agosto uma carga global de 86.647 MWméd no SIN, com reservatórios em 66,6% da EAR, mas com restrições significativas à geração eólica e solar, especialmente no Nordeste. O submercado Norte atingiu um novo recorde de demanda, em um cenário que reforça os desafios de escoamento e a complexidade regulatória do setor.
A Aeris (AERI3) iniciou em 20 de agosto um procedimento de mediação com credores e ajuizou ação cautelar antecedente na Justiça de São Paulo para reestruturar seu endividamento. A medida busca suspender execuções por até 60 dias, visando negociar uma solução consensual e adequar a estrutura de capital da fabricante de pás eólicas à sua capacidade de geração de caixa.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou restrições significativas na geração eólica e solar em todos os subsistemas no dia 17 de agosto, totalizando mais de 16 GW, mesmo com reservatórios em níveis elevados. O cenário reforça a urgência das discussões regulatórias sobre compensação de cortes e flexibilidade do sistema, enquanto o mercado se prepara para a abertura a consumidores de baixa tensão.
A Aeris Energy reativou quatro linhas de produção e projeta uma carteira de pedidos robusta para 2026 e 2027, sinalizando uma retomada da demanda no setor eólico. Contudo, a empresa avalia um plano de reestruturação de capital para endereçar seu endividamento bilionário, conforme comunicado pela companhia.
A Aeris Energy registrou prejuízo líquido de R$ 152,04 milhões no segundo trimestre de 2026, conforme balanço. A fabricante de pás eólicas concluiu a renegociação de 90% de seu endividamento em maio de 2025, alongando prazos e obtendo carência, em um esforço para aliviar a pressão de liquidez e garantir a continuidade operacional.
O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que 1.539 usinas eólicas e solares, representando 53 GW, manifestaram interesse em aderir ao termo de compromisso para compensação de cortes de geração (curtailment) ocorridos entre setembro de 2023 e novembro de 2025. A alta adesão, de 91% da capacidade elegível, sinaliza a materialidade das perdas e a busca por segurança jurídica no setor.
A CCEE, por meio de Ricardo Simabuku, comunicou a importância das baterias para a flexibilidade e segurança do setor elétrico, especialmente na integração de fontes renováveis intermitentes, como eólica e solar, que já somam 35% da geração nacional.
A carga global do Sistema Interligado Nacional (SIN) atingiu 83.486 MWméd em 10 de agosto, com os reservatórios em 68,3% da Energia Armazenada (EAR). A operação, marcada por 35% de geração eólica e solar, enfrentou restrições de 266 MW no Sul devido a controle de frequência, conforme o Informativo Preliminar Diário da Operação (IPDO) do ONS.
A CCEE comunicou que não houve negociação na cessão quadrienal de energia de reserva eólica para o terceiro quadriênio das usinas do 4º LER, conforme o Comunicado nº 610/26. Geradores com excedente receberão o valor do contrato original, parcelado em 24 meses.
Um artigo recente da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) analisa o desenvolvimento do direito da energia no Brasil diante da Política Nacional de Transição Energética (PNTE), instituída em 2024. O estudo destaca os desafios jurídicos da nova política, que visa descarbonizar a matriz e projeta R$ 2 trilhões em investimentos em renováveis, com foco na expansão da geração eólica.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) publicou o cronograma para a revisão da metodologia de apuração e classificação das restrições de geração de usinas eólicas e fotovoltaicas. A iniciativa, exigida por portaria do MME, visa aprimorar a alocação de custos e a representação da disponibilidade real dessas fontes no SIN.
O Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou carga de 82.533 MWméd em 29 de julho de 2026, com a geração eólica respondendo por 18% da matriz e um corte de 385 MW no Sul, segundo o ONS. O cenário operacional se desenha em meio à persistente indefinição da ANEEL sobre as novas regras de curtailment, enquanto o CMSE aprovou a antecipação de 1,8 GW de térmicas para reforçar a segurança do suprimento.
O diretor Gentil Nogueira, da ANEEL, pediu vista hoje do processo da Consulta Pública 45/2019, que trata do rateio contábil dos cortes de geração. A medida suspende temporariamente a deliberação e adia a discussão sobre a inclusão de usinas hidrelétricas no mecanismo, que hoje afeta principalmente eólicas e solares.
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a metodologia para a seleção de áreas destinadas a projetos de geração de energia eólica no mar, um passo fundamental para o desenvolvimento da fonte no Brasil. O documento, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estabelece um processo de três etapas para identificar, definir e priorizar regiões, alinhado à Lei nº 15.097/2025 e à Resolução CNPE nº 1/2026.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) divulgou o relatório consolidado da operação do SIN durante a Copa do Mundo de 2026. O documento confirma o atendimento seguro às variações de consumo, mas revela a necessidade de restringir aproximadamente 20 GW de geração eólica e solar em um momento específico, durante o jogo entre Brasil e Japão, para garantir a estabilidade do sistema.
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a Portaria Normativa nº 140/2026, que estabelece os critérios para a compensação financeira de cerca de R$ 3,3 bilhões a geradores eólicos e solares por cortes de geração (curtailment) ocorridos entre 1º de setembro de 2023 e 25 de novembro de 2025. A medida, em vigor desde 21 de julho, exige que os agentes interessados desistam de ações judiciais e arbitrais relacionadas ao tema para receber os valores, com prazo para manifestação de interesse até 10 de agosto.
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a Portaria nº 140/2026, em 21 de julho, que regulamenta os procedimentos para a celebração do Termo de Compromisso de compensação por cortes de geração de energia eólica e solar (curtailment), abrangendo o período de setembro de 2023 a novembro de 2025. Paralelamente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) avança na revisão de regras de elegibilidade e cálculo; a deliberação da Consulta Pública nº 45/2019 sobre critérios operacionais, que estava prevista para hoje, 22 de julho, foi suspensa em 22 de junho de 2026 e aguarda nova data.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a Resolução Normativa nº 1.158/2026, que altera as Regras de Comercialização de Energia Elétrica. A principal mudança permite que o fator F_INDISP, usado no cálculo de indisponibilidade por restrições de transmissão (constrained-off) para usinas solares e eólicas, aceite valores fracionários, visando maior precisão na compensação dos geradores.
A Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) comunicou que a geração de eletricidade renovável global registrou seu maior crescimento histórico em 2024, com avanço de 9,8%. A capacidade instalada expandiu 15,5% em 2025, impulsionada pela competitividade de custos da energia solar e eólica.
Cinco associações do setor de energia defenderam hoje a aprovação do PL 3.716/2026, que propõe alterar a regra de custeio da contratação de sistemas de armazenamento em baterias. A mudança visa evitar que os geradores de fontes solar e eólica arquem sozinhos com os encargos, buscando uma distribuição mais equitativa dos custos sistêmicos.
O Ministério Público Federal na Paraíba recomendou a sanção de um projeto de lei que estabelece uma distância mínima de 1,5 quilômetro entre novos aerogeradores e habitações. A medida, aprovada pela Assembleia Legislativa em junho, aguarda a decisão do governador Lucas Ribeiro e pode criar um precedente regulatório para o setor eólico no Nordeste.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a carga global do Sistema Interligado Nacional (SIN) atingiu 79.762 MWméd em 10 de julho, destacando restrições significativas à geração eólica e solar nas regiões Nordeste e Sul.
A Agência Internacional de Energia (IEA) prevê um crescimento sem precedentes na capacidade global de energia renovável, com um acréscimo de quase 4.600 GW entre 2025 e 2030, o dobro do registrado nos cinco anos anteriores. A solar fotovoltaica e a eólica responderão por 96% dessa expansão, consolidando a transição energética global.