Carga SIN85.593 MW 4,73%PLD MédioR$ 140,03/MWh 8,78%PLD SE/COR$ 145,47/MWh 8,43%PLD SulR$ 145,47/MWh 8,44%PLD NER$ 131,67/MWh 10,06%PLD NorteR$ 137,52/MWh 8,28%EAR SIN65,6% 0,46%EAR SE/CO59,4% 0,34%EAR Sul84,8% 0,35%EAR NE77,3% 0,39%EAR Norte84,1% 0,47%ENA SIN111% MLT 1,77%ENA SE/CO93% MLT 0,00%ENA Sul197% MLT 1,50%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte63% MLT 0,00%Carga SIN85.593 MW 4,73%PLD MédioR$ 140,03/MWh 8,78%PLD SE/COR$ 145,47/MWh 8,43%PLD SulR$ 145,47/MWh 8,44%PLD NER$ 131,67/MWh 10,06%PLD NorteR$ 137,52/MWh 8,28%EAR SIN65,6% 0,46%EAR SE/CO59,4% 0,34%EAR Sul84,8% 0,35%EAR NE77,3% 0,39%EAR Norte84,1% 0,47%ENA SIN111% MLT 1,77%ENA SE/CO93% MLT 0,00%ENA Sul197% MLT 1,50%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte63% MLT 0,00%
Hidráulica43.314 MW(50%) 8,07%Térmica9.458 MW(11%) 2,66%Eólica17.949 MW(21%) 1,95%Solar13.518 MW(16%) 0,62%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%Hidráulica43.314 MW(50%) 8,07%Térmica9.458 MW(11%) 2,66%Eólica17.949 MW(21%) 1,95%Solar13.518 MW(16%) 0,62%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%Hidráulica43.314 MW(50%) 8,07%Térmica9.458 MW(11%) 2,66%Eólica17.949 MW(21%) 1,95%Solar13.518 MW(16%) 0,62%Nuclear2.008 MW(2%) 0,90%
PETR4R$ 41,79 0,76%PETR3R$ 46,26 1,45%PRIO3R$ 60,42 1,95%RECV3R$ 10,50 0,10%VBBR3R$ 33,50 1,06%UGPA3R$ 33,23 4,29%RAIZ4R$ 0,23 4,17%CSAN3R$ 3,75 7,14%EGIE3R$ 28,94 3,21%CMIG4R$ 10,57 3,53%CPFE3R$ 44,80 4,55%EQTL3R$ 37,29 2,64%ENGI11R$ 47,69 5,00%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,82 5,56%ENEV3R$ 26,56 1,76%TAEE11R$ 38,92 3,02%ALUP11R$ 32,94 3,07%LIGT3R$ 3,39 3,35%PETR4R$ 41,79 0,76%PETR3R$ 46,26 1,45%PRIO3R$ 60,42 1,95%RECV3R$ 10,50 0,10%VBBR3R$ 33,50 1,06%UGPA3R$ 33,23 4,29%RAIZ4R$ 0,23 4,17%CSAN3R$ 3,75 7,14%EGIE3R$ 28,94 3,21%CMIG4R$ 10,57 3,53%CPFE3R$ 44,80 4,55%EQTL3R$ 37,29 2,64%ENGI11R$ 47,69 5,00%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,82 5,56%ENEV3R$ 26,56 1,76%TAEE11R$ 38,92 3,02%ALUP11R$ 32,94 3,07%LIGT3R$ 3,39 3,35%
BrentUS$ 87,21 1,55%WTIUS$ 82,30 0,07%Gás NaturalUS$ 2,90 4,87%DólarR$ 5,16 0,15%BrentUS$ 87,21 1,55%WTIUS$ 82,30 0,07%Gás NaturalUS$ 2,90 4,87%DólarR$ 5,16 0,15%BrentUS$ 87,21 1,55%WTIUS$ 82,30 0,07%Gás NaturalUS$ 2,90 4,87%DólarR$ 5,16 0,15%
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Radar Energia
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Eletrobras avança em estratégia de desinvestimento em SPEs eólicas e solares, com mercado atento a detalhes

A Eletrobras segue sua estratégia de otimização de portfólio pós-privatização, com foco em ativos 100% renováveis. Embora o mercado aguarde detalhes sobre a alienação de participações em SPEs de geração eólica e solar, a companhia já realizou movimentos significativos de desinvestimento e simplificação.

26 de agosto de 2026 às 11:43Fonte oficial: CVMRedação Radar Energia

A Eletrobras prossegue com sua estratégia de otimização de portfólio, buscando alinhar seus ativos à visão de negócios pós-privatização. O mercado aguarda detalhes sobre a alienação de participações em Sociedades de Propósito Específico (SPEs) de geração eólica e solar, um movimento que se insere nesse processo contínuo de desinvestimento.

Desde a privatização em junho de 2022, a Eletrobras tem focado na simplificação e na transição para um portfólio 100% renovável, alinhada ao compromisso “Net Zero 2030”. Esse movimento incluiu a venda da última usina termelétrica, a UTE Santa Cruz, em outubro de 2025, e o descruzamento de participações em SPEs de transmissão, como Vale do São Bartolomeu e Lago Azul, em fevereiro de 2025. A empresa já reduziu suas SPEs de mais de 150 para cerca de 60, em um processo contínuo de reestruturação.

A consolidação do portfólio em fontes limpas, que em outubro de 2025 contava com 81 usinas — sendo 47 hidrelétricas, 33 eólicas e uma solar —, posiciona a Eletrobras como um player relevante na transição energética. Para o mercado, a efetivação desses desinvestimentos em eólicas e solares tende a aumentar a liquidez de ativos no Ambiente de Contratação Livre (ACL), potencialmente influenciando o sinal de preço para essas fontes. Contudo, a ausência de um Fato Relevante específico em 2026 com os detalhes da conclusão desses desinvestimentos pode gerar incerteza sobre o status exato desses ativos e a clareza da comunicação da empresa.

A valorização de aproximadamente 41% das ações da Eletrobras desde a privatização, segundo dados de mercado, reflete a confiança na nova gestão e na estratégia de portfólio eficiente. No entanto, a transparência na formalização de marcos importantes é crucial. O mercado deve acompanhar os próximos comunicados oficiais para obter detalhes sobre os ativos negociados, os valores envolvidos e o cronograma, informações essenciais para uma avaliação precisa do impacto na estratégia da companhia e na curva forward para energias renováveis.

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