Carga SIN86.360 MW▲ 0,60%PLD MédioR$ 74,05/MWh▼ 29,74%PLD SE/COR$ 75,07/MWh▼ 29,58%PLD SulR$ 70,99/MWh▼ 30,23%PLD NER$ 75,07/MWh▼ 29,58%PLD NorteR$ 75,08/MWh▼ 29,58%EAR SIN62,1%▼ 0,16%EAR SE/CO57,3%▼ 0,17%EAR Sul81,8%▼ 0,85%EAR NE69,7%▼ 0,29%EAR Norte74%▼ 0,27%ENA SIN169% MLT▼ 2,31%ENA SE/CO144% MLT▲ 0,70%ENA Sul265% MLT• 0,00%ENA NE69% MLT• 0,00%ENA Norte53% MLT• 0,00%Carga SIN86.360 MW▲ 0,60%PLD MédioR$ 74,05/MWh▼ 29,74%PLD SE/COR$ 75,07/MWh▼ 29,58%PLD SulR$ 70,99/MWh▼ 30,23%PLD NER$ 75,07/MWh▼ 29,58%PLD NorteR$ 75,08/MWh▼ 29,58%EAR SIN62,1%▼ 0,16%EAR SE/CO57,3%▼ 0,17%EAR Sul81,8%▼ 0,85%EAR NE69,7%▼ 0,29%EAR Norte74%▼ 0,27%ENA SIN169% MLT▼ 2,31%ENA SE/CO144% MLT▲ 0,70%ENA Sul265% MLT• 0,00%ENA NE69% MLT• 0,00%ENA Norte53% MLT• 0,00%
Hidráulica46.119 MW(53%)▲ 3,18%Térmica8.421 MW(10%)▼ 10,21%Eólica15.439 MW(18%)▼ 1,14%Solar15.020 MW(17%)▲ 1,50%Nuclear1.361 MW(2%)▲ 0,81%Hidráulica46.119 MW(53%)▲ 3,18%Térmica8.421 MW(10%)▼ 10,21%Eólica15.439 MW(18%)▼ 1,14%Solar15.020 MW(17%)▲ 1,50%Nuclear1.361 MW(2%)▲ 0,81%Hidráulica46.119 MW(53%)▲ 3,18%Térmica8.421 MW(10%)▼ 10,21%Eólica15.439 MW(18%)▼ 1,14%Solar15.020 MW(17%)▲ 1,50%Nuclear1.361 MW(2%)▲ 0,81%
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Radar Energia
AnáliseMercado

Aeris reporta prejuízo de R$ 152 milhões no 2T26 e avança em reestruturação de dívida

A Aeris Energy registrou prejuízo líquido de R$ 152,04 milhões no segundo trimestre de 2026, conforme balanço. A fabricante de pás eólicas concluiu a renegociação de 90% de seu endividamento em maio de 2025, alongando prazos e obtendo carência, em um esforço para aliviar a pressão de liquidez e garantir a continuidade operacional.

12 de agosto de 2026 às 20:23Fonte oficial: AerisRedação Radar Energia

A Aeris Energy registrou prejuízo líquido de R$ 152,04 milhões no segundo trimestre de 2026, uma melhora de 4,8% em relação ao 2T25, conforme balanço divulgado pela companhia. A receita operacional líquida da fabricante de pás eólicas atingiu R$ 129,26 milhões no trimestre, com queda de 46,6% ante o 2T25, mas com crescimento de 22,4% ante o 1T26, impulsionada por exportações que responderam por quase 71% do faturamento.

Os resultados foram divulgados em meio a um processo de reestruturação de capital que incluiu a renegociação de aproximadamente 90% do endividamento da Aeris, concluída em maio de 2025. A operação alongou prazos de vencimento e concedeu carência para juros e amortização do principal até dezembro de 2027, com vencimento final em março de 2030. A Fitch Ratings classificou a renegociação como uma "troca de dívida em situação crítica" (DDE) em maio de 2025, refletindo a delicada posição financeira da empresa, que encerrou o 2T26 com dívida líquida de R$ 1,94 bilhão e patrimônio líquido consolidado negativo em R$ 989 milhões. O próximo vencimento relevante é de R$ 93 milhões com o BNDES, em agosto de 2026.

A Aeris foca agora na melhoria da eficiência operacional e na reativação de quatro linhas de produção, iniciada no final do 2T26 com expectativa de plena operação no 3T26. A empresa possui um pipeline de 2,0 GW para fornecimento de pás em 2026 e 2027, com 500 MW adicionais em negociações. Para o setor de energia eólica, a manutenção de um fornecedor doméstico como a Aeris é crucial para a cadeia de suprimentos, pois mitiga riscos de dependência externa e garante a oferta de equipamentos para novos projetos. Contudo, a fragilidade financeira da companhia ainda representa um risco para a previsibilidade e o custo de equipamentos no médio e longo prazo.

A administração da Aeris também destaca que o "dia do perdão" da ANEEL, medida regulatória que permite a desenvolvedores devolver concessões de transmissão inviáveis sem multas, pode liberar capacidade na rede para novos empreendimentos eólicos, potencialmente beneficiando a demanda futura por pás. A capacidade da empresa de reverter os prejuízos e gerar caixa suficiente para honrar as futuras amortizações, especialmente o vencimento com o BNDES, será determinante para sua sustentabilidade.

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