Carga SIN83.486 MW 16,61%PLD MédioR$ 121,43/MWh 8,10%PLD SE/COR$ 121,43/MWh 8,09%PLD SulR$ 121,43/MWh 8,10%PLD NER$ 121,43/MWh 8,10%PLD NorteR$ 121,44/MWh 8,10%EAR SIN68,3% 0,29%EAR SE/CO61,8% 0,16%EAR Sul84,3% 0,35%EAR NE81,8% 0,24%EAR Norte88% 0,23%ENA SIN121% MLT 1,63%ENA SE/CO102% MLT 0,97%ENA Sul190% MLT 0,00%ENA NE67% MLT 1,47%ENA Norte72% MLT 1,37%Carga SIN83.486 MW 16,61%PLD MédioR$ 121,43/MWh 8,10%PLD SE/COR$ 121,43/MWh 8,09%PLD SulR$ 121,43/MWh 8,10%PLD NER$ 121,43/MWh 8,10%PLD NorteR$ 121,44/MWh 8,10%EAR SIN68,3% 0,29%EAR SE/CO61,8% 0,16%EAR Sul84,3% 0,35%EAR NE81,8% 0,24%EAR Norte88% 0,23%ENA SIN121% MLT 1,63%ENA SE/CO102% MLT 0,97%ENA Sul190% MLT 0,00%ENA NE67% MLT 1,47%ENA Norte72% MLT 1,37%
Hidráulica43.176 MW(51%) 12,80%Térmica9.754 MW(12%) 23,88%Eólica16.465 MW(20%) 26,10%Solar12.735 MW(15%) 19,25%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.176 MW(51%) 12,80%Térmica9.754 MW(12%) 23,88%Eólica16.465 MW(20%) 26,10%Solar12.735 MW(15%) 19,25%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.176 MW(51%) 12,80%Térmica9.754 MW(12%) 23,88%Eólica16.465 MW(20%) 26,10%Solar12.735 MW(15%) 19,25%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 41,77 1,09%PETR3R$ 46,51 1,48%PRIO3R$ 59,12 3,46%RECV3R$ 10,56 1,68%VBBR3R$ 33,42 0,06%UGPA3R$ 30,65 1,13%RAIZ4R$ 0,25 0,00%CSAN3R$ 3,22 6,67%EGIE3R$ 28,73 1,78%CMIG4R$ 10,36 3,00%CPFE3R$ 43,37 2,32%EQTL3R$ 35,51 3,43%ENGI11R$ 44,61 3,69%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,36 3,18%ENEV3R$ 24,36 3,79%TAEE11R$ 38,23 0,70%ALUP11R$ 31,05 0,70%LIGT3R$ 3,06 1,29%PETR4R$ 41,77 1,09%PETR3R$ 46,51 1,48%PRIO3R$ 59,12 3,46%RECV3R$ 10,56 1,68%VBBR3R$ 33,42 0,06%UGPA3R$ 30,65 1,13%RAIZ4R$ 0,25 0,00%CSAN3R$ 3,22 6,67%EGIE3R$ 28,73 1,78%CMIG4R$ 10,36 3,00%CPFE3R$ 43,37 2,32%EQTL3R$ 35,51 3,43%ENGI11R$ 44,61 3,69%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,36 3,18%ENEV3R$ 24,36 3,79%TAEE11R$ 38,23 0,70%ALUP11R$ 31,05 0,70%LIGT3R$ 3,06 1,29%
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Radar Energia
AnáliseRenováveis

Acordo de curtailment do MME atrai 1.539 usinas e 53 GW de renováveis

O Ministério de Minas e Energia (MME) informou que 1.539 usinas eólicas e solares, representando 53 GW, manifestaram interesse em aderir ao termo de compromisso para compensação de cortes de geração (curtailment) ocorridos entre setembro de 2023 e novembro de 2025. A alta adesão, de 91% da capacidade elegível, sinaliza a materialidade das perdas e a busca por segurança jurídica no setor.

12 de agosto de 2026 às 13:23Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

Mais de 1.500 usinas eólicas e solares, que somam aproximadamente 53 GW de capacidade instalada, manifestaram interesse em aderir ao termo de compromisso para ressarcimento por cortes de geração (curtailment) ocorridos entre setembro de 2023 e novembro de 2025. A informação foi divulgada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), cujo prazo para a manifestação se encerrou em 10 de agosto de 2026, com uma adesão que representa 91% do total elegível mapeado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

A base para a compensação é a Portaria Normativa MME nº 140/2026, publicada em 21 de julho, que regulamenta a Lei nº 15.269/2025. O mecanismo abrange cortes de geração decorrentes de eventos de confiabilidade elétrica ou indisponibilidade externa, excluindo explicitamente o curtailment energético, causado por sobreoferta. Após a manifestação de interesse, ONS e Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) apurarão e classificarão os eventos para que os agentes conheçam o volume de energia elegível a ressarcimento antes de assinar o Termo de Compromisso definitivo, que exige a renúncia a ações judiciais contra o governo.

O valor estimado do ressarcimento por curtailment pode chegar a R$ 3,3 bilhões, segundo estimativas da Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (Abeeólica), a serem custeados pelos consumidores via encargos do setor elétrico. Contudo, o impacto tarifário direto é neutralizado por um encontro de contas com cerca de R$ 6 bilhões em débitos que os próprios geradores possuem junto à CCEE, referentes a energia não entregue no ambiente regulado desde 2018. Os montantes apurados serão atualizados pelo IPCA e, para usinas do Proinfa, a compensação será paga pela ENBPar.

A alta adesão sublinha a materialidade das perdas por restrições de rede e a busca por segurança jurídica no setor de renováveis, que vinha sofrendo com a ausência de metodologia clara para compensação. A medida também prevê que os cortes compensáveis sejam considerados como geração verificada para fins de revisão anual da garantia física, mitigando riscos para novos investimentos. No entanto, a exclusão do curtailment por sobreoferta mantém um ponto de tensão e debate em aberto para o governo.

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