Carga SIN84.560 MW 1,32%PLD MédioR$ 119,57/MWh 14,21%PLD SE/COR$ 119,57/MWh 14,20%PLD SulR$ 119,57/MWh 14,21%PLD NER$ 119,57/MWh 14,21%PLD NorteR$ 119,57/MWh 14,20%EAR SIN68,7% 0,15%EAR SE/CO62,1% 0,16%EAR Sul84,4% 0,47%EAR NE82,5% 0,24%EAR Norte88,6% 0,23%ENA SIN121% MLT 1,68%ENA SE/CO104% MLT 0,95%ENA Sul187% MLT 0,53%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte75% MLT 1,32%Carga SIN84.560 MW 1,32%PLD MédioR$ 119,57/MWh 14,21%PLD SE/COR$ 119,57/MWh 14,20%PLD SulR$ 119,57/MWh 14,21%PLD NER$ 119,57/MWh 14,21%PLD NorteR$ 119,57/MWh 14,20%EAR SIN68,7% 0,15%EAR SE/CO62,1% 0,16%EAR Sul84,4% 0,47%EAR NE82,5% 0,24%EAR Norte88,6% 0,23%ENA SIN121% MLT 1,68%ENA SE/CO104% MLT 0,95%ENA Sul187% MLT 0,53%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte75% MLT 1,32%
Hidráulica43.404 MW(51%) 0,27%Térmica10.898 MW(13%) 7,55%Eólica14.965 MW(18%) 1,40%Solar13.969 MW(16%) 1,27%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.404 MW(51%) 0,27%Térmica10.898 MW(13%) 7,55%Eólica14.965 MW(18%) 1,40%Solar13.969 MW(16%) 1,27%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.404 MW(51%) 0,27%Térmica10.898 MW(13%) 7,55%Eólica14.965 MW(18%) 1,40%Solar13.969 MW(16%) 1,27%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 40,87 2,53%PETR3R$ 45,69 3,10%PRIO3R$ 57,45 2,96%RECV3R$ 10,23 1,19%VBBR3R$ 34,23 2,45%UGPA3R$ 31,28 3,49%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,67 6,14%EGIE3R$ 29,73 0,34%CMIG4R$ 10,92 2,93%CPFE3R$ 44,80 2,80%EQTL3R$ 37,28 4,85%ENGI11R$ 46,88 6,69%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,81 3,14%ENEV3R$ 26,18 2,97%TAEE11R$ 39,25 2,02%ALUP11R$ 32,06 2,11%LIGT3R$ 3,10 0,00%PETR4R$ 40,87 2,53%PETR3R$ 45,69 3,10%PRIO3R$ 57,45 2,96%RECV3R$ 10,23 1,19%VBBR3R$ 34,23 2,45%UGPA3R$ 31,28 3,49%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,67 6,14%EGIE3R$ 29,73 0,34%CMIG4R$ 10,92 2,93%CPFE3R$ 44,80 2,80%EQTL3R$ 37,28 4,85%ENGI11R$ 46,88 6,69%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,81 3,14%ENEV3R$ 26,18 2,97%TAEE11R$ 39,25 2,02%ALUP11R$ 32,06 2,11%LIGT3R$ 3,10 0,00%
BrentUS$ 83,55 0,00%WTIUS$ 78,18 0,00%Gás NaturalUS$ 2,66 0,00%DólarR$ 5,08 1,06%BrentUS$ 83,55 0,00%WTIUS$ 78,18 0,00%Gás NaturalUS$ 2,66 0,00%DólarR$ 5,08 1,06%BrentUS$ 83,55 0,00%WTIUS$ 78,18 0,00%Gás NaturalUS$ 2,66 0,00%DólarR$ 5,08 1,06%
Ciclone-bomba causa interrupções de energia para centenas de milhares no Sul, Sudeste e Centro-OesteProdução da PetroReconcavo recua 1,4% em julho por manutenção e falhas elétricasAneel suspende restrições à autoprodução de usinas de até 5 MWANP aprova nova resolução para especificação e qualidade do biometanoCCEE informa adimplência de 77,5% na liquidação do MCP de junhoAneel abre consultas para primeiros leilões de armazenamento em bateriasANP aprova plano de Gato do Mato (Shell) e exige solução para escoamento de gás até 2032CCEE divulga resultados da apuração de garantia física para julho de 2026CCEE divulga recontabilizações do MCP para diversos períodos, incluindo meses de 2026CCEE divulga variação de garantias financeiras para CCEARs de LEE 2025CCEE divulga resultados finais do MCSD de Energia Nova A-0 para julho a dezembro de 2026ONS divulga cronograma para atualizar apuração de restrições eólicas e fotovoltaicasCiclone-bomba causa interrupções de energia para centenas de milhares no Sul, Sudeste e Centro-OesteProdução da PetroReconcavo recua 1,4% em julho por manutenção e falhas elétricasAneel suspende restrições à autoprodução de usinas de até 5 MWANP aprova nova resolução para especificação e qualidade do biometanoCCEE informa adimplência de 77,5% na liquidação do MCP de junhoAneel abre consultas para primeiros leilões de armazenamento em bateriasANP aprova plano de Gato do Mato (Shell) e exige solução para escoamento de gás até 2032CCEE divulga resultados da apuração de garantia física para julho de 2026CCEE divulga recontabilizações do MCP para diversos períodos, incluindo meses de 2026CCEE divulga variação de garantias financeiras para CCEARs de LEE 2025CCEE divulga resultados finais do MCSD de Energia Nova A-0 para julho a dezembro de 2026ONS divulga cronograma para atualizar apuração de restrições eólicas e fotovoltaicas
Radar Energia
AnáliseInternacional

China prevê aumento da geração de energia a carvão em 2026

Projeções do setor energético indicam que a China retomará o crescimento da geração de eletricidade a carvão em 2026. Esse movimento ressalta a prioridade de Pequim na segurança energética, desafiando as metas climáticas do país e globais, apesar dos investimentos maciços em renováveis.

25 de junho de 2026 às 07:32Fonte oficial: CNN BrasilRedação Radar Energia

A China, segundo projeções do setor energético, retomará o crescimento da geração de eletricidade a carvão em 2026. Essa perspectiva evidencia a complexa balança entre a segurança do abastecimento e as ambiciosas metas de descarbonização do país, refletindo uma reavaliação global do mix energético em grandes economias.

Maior consumidor e produtor mundial de carvão, a China ainda depende do combustível fóssil para cerca de 60% de sua matriz elétrica, conforme dados de 2022. O país detém mais de 1.100 GW de capacidade instalada de geração a carvão, o que representa metade do total global. Somente em 2022, Pequim aprovou a construção de 106 GW em novas usinas, o equivalente a duas grandes plantas por semana.

A prioridade na segurança energética, intensificada após crises como a de 2021, tem resultado em flexibilizações nas políticas de “controle duplo” (dual control) de consumo e intensidade de energia. Embora o 14º Plano Quinquenal (2021-2025) estabeleça metas de redução da intensidade de carbono, ele permite o aumento do consumo total para garantir o abastecimento. Isso abre espaço para o carvão, com a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC) e a Administração Nacional de Energia (NEA) definindo as diretrizes.

O crescimento contínuo da geração a carvão, mesmo diante de investimentos recordes em energias renováveis, representa um desafio considerável para as metas climáticas globais e para os próprios compromissos da China de atingir o pico de emissões antes de 2030 e a neutralidade de carbono até 2060. Esse cenário pode impactar a qualidade do ar em regiões industriais e urbanas, além de manter a pressão sobre os preços internacionais do carvão.

A situação chinesa reflete desafios semelhantes enfrentados por outras economias emergentes da Ásia, como Índia, Vietnã e Indonésia, que também dependem do carvão como base para seu crescimento. Enquanto países desenvolvidos buscam eliminar o carvão, a realidade da segurança energética e os custos da transição evidenciam a complexidade global da descarbonização em larga escala.

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