Carga SIN82.493 MW 2,40%PLD MédioR$ 189,26/MWh 20,95%PLD SE/COR$ 189,79/MWh 21,29%PLD SulR$ 189,78/MWh 21,28%PLD NER$ 188,74/MWh 20,62%PLD NorteR$ 188,74/MWh 20,61%EAR SIN69,8% 0,14%EAR SE/CO63,2% 0,16%EAR Sul84,1% 0,60%EAR NE84,3% 0,35%EAR Norte90,3% 0,22%ENA SIN123% MLT 2,50%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul253% MLT 0,00%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte67% MLT 1,47%Carga SIN82.493 MW 2,40%PLD MédioR$ 189,26/MWh 20,95%PLD SE/COR$ 189,79/MWh 21,29%PLD SulR$ 189,78/MWh 21,28%PLD NER$ 188,74/MWh 20,62%PLD NorteR$ 188,74/MWh 20,61%EAR SIN69,8% 0,14%EAR SE/CO63,2% 0,16%EAR Sul84,1% 0,60%EAR NE84,3% 0,35%EAR Norte90,3% 0,22%ENA SIN123% MLT 2,50%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul253% MLT 0,00%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte67% MLT 1,47%
Hidráulica42.551 MW(51%) 4,32%Térmica9.976 MW(12%) 3,93%Eólica15.989 MW(19%) 4,16%Solar12.631 MW(15%) 0,71%Nuclear2.009 MW(2%) 0,95%Hidráulica42.551 MW(51%) 4,32%Térmica9.976 MW(12%) 3,93%Eólica15.989 MW(19%) 4,16%Solar12.631 MW(15%) 0,71%Nuclear2.009 MW(2%) 0,95%Hidráulica42.551 MW(51%) 4,32%Térmica9.976 MW(12%) 3,93%Eólica15.989 MW(19%) 4,16%Solar12.631 MW(15%) 0,71%Nuclear2.009 MW(2%) 0,95%
PETR4R$ 41,95 2,29%PETR3R$ 47,46 3,06%PRIO3R$ 58,28 4,61%RECV3R$ 10,35 1,07%VBBR3R$ 34,98 1,39%UGPA3R$ 32,12 0,09%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,92 0,76%EGIE3R$ 29,41 2,10%CMIG4R$ 11,08 0,81%CPFE3R$ 45,17 0,94%EQTL3R$ 37,93 2,24%ENGI11R$ 48,94 1,41%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,13 1,68%ENEV3R$ 25,90 1,69%TAEE11R$ 39,10 2,13%ALUP11R$ 32,47 2,20%LIGT3R$ 3,22 3,54%PETR4R$ 41,95 2,29%PETR3R$ 47,46 3,06%PRIO3R$ 58,28 4,61%RECV3R$ 10,35 1,07%VBBR3R$ 34,98 1,39%UGPA3R$ 32,12 0,09%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 3,92 0,76%EGIE3R$ 29,41 2,10%CMIG4R$ 11,08 0,81%CPFE3R$ 45,17 0,94%EQTL3R$ 37,93 2,24%ENGI11R$ 48,94 1,41%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,13 1,68%ENEV3R$ 25,90 1,69%TAEE11R$ 39,10 2,13%ALUP11R$ 32,47 2,20%LIGT3R$ 3,22 3,54%
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Radar Energia
AnáliseNuclear

CNPE reconhece interesse público em suspensão de dívidas de Angra 3

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) reconheceu o interesse público na suspensão do pagamento das dívidas de Angra 3, respaldando a Eletronuclear para negociar um alívio financeiro temporário com o BNDES e a Caixa Econômica Federal até dezembro de 2026.

29 de julho de 2026 às 12:48Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou uma resolução que reconhece o interesse público na suspensão do pagamento das dívidas de Angra 3. A medida abre caminho para a Eletronuclear negociar um alívio financeiro temporário, ou 'waiver', com os bancos credores BNDES e Caixa Econômica Federal, com prazo até dezembro de 2026. A decisão, informada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), visa dar suporte à reestruturação financeira do projeto nuclear.

A medida do CNPE não impõe a suspensão automática dos pagamentos, mas confere um aval político e institucional para a Eletronuclear buscar um acordo de 'standstill' com as instituições financeiras. A aprovação final da suspensão dependerá exclusivamente do BNDES e da Caixa, que avaliarão a viabilidade da proposta com base em suas normas internas e na legislação aplicável. A resolução foi fundamentada no Art. 10, § 3º, da Lei nº 14.120/2021, que permite ao conselho reconhecer o interesse da política energética nacional em solicitações que impactam o setor.

A dívida total do empreendimento Angra 3 soma aproximadamente R$ 7 bilhões, dos quais cerca de R$ 3,5 bilhões são com o BNDES e R$ 2,9 bilhões com a Caixa Econômica Federal. O serviço anual dessa dívida, que a Eletronuclear busca suspender provisoriamente, é estimado em R$ 800 milhões. Esse alívio financeiro é crucial para a Eletronuclear, que enfrenta pressões de caixa e busca viabilizar a conclusão da usina, considerada estratégica para a diversificação da matriz elétrica e a segurança energética do país.

Para a Eletronuclear, o reconhecimento do CNPE oferece fôlego financeiro e respaldo político essencial para a continuidade de Angra 3, mitigando a pressão imediata sobre seu fluxo de caixa. Contudo, a postergação dos recebíveis pode gerar impactos nos balanços do BNDES e da Caixa, que precisarão analisar cuidadosamente a recuperação futura dos valores, mesmo diante do interesse público na conclusão da usina. A efetivação do alívio é vista como um passo crítico para o avanço das obras, que historicamente enfrentam atrasos e estouros de orçamento.

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