Efacec destaca tecnologias de rede de nova geração na CIGRE 2026
A Efacec apresenta na CIGRE 2026, em Paris, suas inovações em transformadores, aparelhagem e automação, com foco na construção de redes elétricas mais resilientes e eficientes para a transição energética. As soluções visam aprimorar a infraestrutura para a integração de fontes renováveis e a digitalização do sistema.
A Efacec, fabricante global de equipamentos para o setor elétrico, apresenta na próxima semana na CIGRE 2026, em Paris, suas mais recentes tecnologias para redes de nova geração, com foco em resiliência e eficiência para a transição energética. O congresso técnico, que ocorre de 23 a 28 de agosto, serve como vitrine para inovações em transformadores, aparelhagem de média tensão e plataformas de automação e controle, conforme comunicado pela empresa.
Entre os destaques da companhia estão transformadores projetados para otimizar custos e aumentar a disponibilidade operacional, além de aparelhagem de Média Tensão livre de SF₆, como a solução inteligente neoPRIME, que endereça a sustentabilidade ambiental. A Efacec também realiza o lançamento mundial da plataforma PAC Elyra 6, voltada para proteção, automação e controle. Essas tecnologias buscam aprimorar a infraestrutura, permitindo a digitalização de transformadores e o desenvolvimento de arquiteturas de proteção adaptativa, cruciais para gerenciar a complexidade crescente da rede com a inserção de renováveis intermitentes e a geração distribuída.
A participação da Efacec na CIGRE 2026, um dos mais importantes congressos técnicos globais do setor, posiciona a empresa entre os inovadores em redes elétricas, contribuindo para o diálogo técnico internacional sobre o futuro da infraestrutura. Embora o evento não seja um fórum regulatório para a criação de normas, a apresentação dessas soluções pode, a longo prazo, influenciar discussões técnicas e o desenvolvimento de futuras diretrizes de design de rede e padrões de desempenho, otimizando custos operacionais e melhorando a qualidade do serviço.
No contexto brasileiro, a adoção dessas tecnologias dependerá das estratégias de investimento dos agentes do setor elétrico e da evolução do marco regulatório local. Sem um arcabouço que crie incentivos ou requisitos para a modernização da infraestrutura, como a revisão de padrões de qualidade ou mecanismos de remuneração que valorizem a resiliência e a eficiência, o país corre o risco de uma lenta incorporação dessas inovações, atrasando a adaptação da rede aos desafios da transição energética.
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