Carga SIN86.217 MW▲ 9,57%PLD MédioR$ 57,31/MWh▼ 34,38%PLD SE/COR$ 57,31/MWh▼ 34,38%PLD SulR$ 57,31/MWh▼ 34,38%PLD NER$ 57,31/MWh▼ 34,38%PLD NorteR$ 57,31/MWh▼ 34,38%EAR SIN58,5%• 0,00%EAR SE/CO54,9%▲ 0,37%EAR Sul82,5%▼ 0,24%EAR NE62,4%▼ 0,16%EAR Norte62,6%▼ 1,11%ENA SIN169% MLT▼ 1,74%ENA SE/CO150% MLT▲ 0,67%ENA Sul233% MLT▲ 1,75%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%Carga SIN86.217 MW▲ 9,57%PLD MédioR$ 57,31/MWh▼ 34,38%PLD SE/COR$ 57,31/MWh▼ 34,38%PLD SulR$ 57,31/MWh▼ 34,38%PLD NER$ 57,31/MWh▼ 34,38%PLD NorteR$ 57,31/MWh▼ 34,38%EAR SIN58,5%• 0,00%EAR SE/CO54,9%▲ 0,37%EAR Sul82,5%▼ 0,24%EAR NE62,4%▼ 0,16%EAR Norte62,6%▼ 1,11%ENA SIN169% MLT▼ 1,74%ENA SE/CO150% MLT▲ 0,67%ENA Sul233% MLT▲ 1,75%ENA NE62% MLT• 0,00%ENA Norte44% MLT• 0,00%
Hidráulica52.160 MW(61%)▲ 20,25%Térmica10.428 MW(12%)▲ 11,52%Eólica5.995 MW(7%)▼ 46,11%Solar16.237 MW(19%)▲ 20,40%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%Hidráulica52.160 MW(61%)▲ 20,25%Térmica10.428 MW(12%)▲ 11,52%Eólica5.995 MW(7%)▼ 46,11%Solar16.237 MW(19%)▲ 20,40%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%Hidráulica52.160 MW(61%)▲ 20,25%Térmica10.428 MW(12%)▲ 11,52%Eólica5.995 MW(7%)▼ 46,11%Solar16.237 MW(19%)▲ 20,40%Nuclear1.355 MW(2%)▲ 0,37%
PETR4R$ 52,79▼ 10,04%PETR3R$ 59,64▼ 8,58%PRIO3R$ 70,43▼ 4,57%RECV3R$ 11,16▼ 12,81%VBBR3R$ 32,18▼ 10,16%UGPA3R$ 34,23▼ 11,21%RAIZ4R$ 0,33▼ 23,26%CSAN3R$ 2,68▼ 48,46%EGIE3R$ 28,00▼ 9,06%CMIG4R$ 10,45▼ 10,45%CPFE3R$ 43,69▼ 12,25%EQTL3R$ 35,30▼ 27,78%ENGI11R$ 47,64▼ 28,33%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 11,09▼ 27,23%ENEV3R$ 26,93▼ 14,45%TAEE11R$ 40,57▼ 9,34%ALUP11R$ 33,02▼ 14,63%LIGT3R$ 2,60▼ 29,16%PETR4R$ 52,79▼ 10,04%PETR3R$ 59,64▼ 8,58%PRIO3R$ 70,43▼ 4,57%RECV3R$ 11,16▼ 12,81%VBBR3R$ 32,18▼ 10,16%UGPA3R$ 34,23▼ 11,21%RAIZ4R$ 0,33▼ 23,26%CSAN3R$ 2,68▼ 48,46%EGIE3R$ 28,00▼ 9,06%CMIG4R$ 10,45▼ 10,45%CPFE3R$ 43,69▼ 12,25%EQTL3R$ 35,30▼ 27,78%ENGI11R$ 47,64▼ 28,33%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 11,09▼ 27,23%ENEV3R$ 26,93▼ 14,45%TAEE11R$ 40,57▼ 9,34%ALUP11R$ 33,02▼ 14,63%LIGT3R$ 2,60▼ 29,16%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Mercado global de gás natural em queda; ANP avança na abertura do mercado brasileiro

O mercado global de gás natural registrou queda em 24 de julho, com os preços do NYMEX caindo para US$2,87 por MMBtu, apesar da demanda climática nos EUA e tensões no Oriente Médio. No Brasil, a ANP aprovou novas regras para acesso à infraestrutura e aderiu a um pacto nacional, buscando maior competitividade e redução da concentração no setor.

27 de julho de 2026 às 07:33Fonte oficial: TradersunionRedação Radar Energia

Os preços do gás natural registraram queda em 24 de julho de 2026, com o contrato de agosto do NYMEX caindo US$0,04 para US$2,87 por MMBtu. A expectativa de maior demanda por resfriamento nos Estados Unidos compensou o crescimento dos estoques, enquanto as tensões geopolíticas no Oriente Médio continuam a sustentar o mercado global de Gás Natural Liquefeito (GNL). Em paralelo, o Brasil avança na abertura de seu mercado, com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovando novas regras para o acesso de terceiros à infraestrutura essencial de gás.

As disrupções no Estreito de Ormuz, causadas por ataques e bloqueios, provocaram severas interrupções na produção e exportação de GNL do Catar e dos Emirados Árabes Unidos. Essa situação elevou os preços do TTF na Europa para €63,14/MWh em 24 de julho, o maior nível desde janeiro de 2023, gerando maior competição por cargas entre importadores europeus e asiáticos. A QatarEnergy, por exemplo, declarou força maior para 21 cargas até setembro, impactando a credibilidade de fornecimento e a receita dos exportadores do Oriente Médio, enquanto exportadores dos EUA podem se beneficiar ao redirecionar cargas para mercados com preços mais elevados.

No mercado norte-americano, os preços do Henry Hub estavam em torno de US$2,87-US$2,94/MMBtu em 24 de julho, influenciados pela demanda climática. Esses preços foram limitados pela alta produção de gás seco no Lower 48, que foi de aproximadamente 110,9 Bcf/d, e pelos estoques 6,4% acima da média de cinco anos. Na Europa, os estoques de gás estavam em cerca de 53,7%-54,2% da capacidade em julho, abaixo dos 65% do ano anterior, gerando preocupações para o inverno e pressionando os preços.

No cenário doméstico, a ANP aprovou em 26 de junho as novas regras para o acesso de terceiros a terminais de GNL, gasodutos e unidades de processamento, alinhando-se aos princípios da Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021). Adicionalmente, em 24 de julho, a agência aprovou sua entrada em um pacto nacional para o mercado de gás, coordenado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), visando harmonizar regras e impulsionar a abertura do mercado. Essas medidas buscam reduzir a concentração e fomentar novos agentes, endereçando a desvantagem competitiva da indústria nacional.

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