Carga SIN80.849 MW▼ 7,85%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN60,7%▼ 0,33%EAR SE/CO56,1%▼ 0,18%EAR Sul81,3%▼ 0,85%EAR NE67,7%▼ 0,15%EAR Norte71,2%▼ 0,28%ENA SIN150% MLT▼ 7,41%ENA SE/CO103% MLT▲ 1,98%ENA Sul296% MLT▼ 8,07%ENA NE73% MLT▲ 1,39%ENA Norte49% MLT▼ 3,92%Carga SIN80.849 MW▼ 7,85%PLD MédioR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SE/COR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD SulR$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NER$ 57,31/MWh• 0,00%PLD NorteR$ 57,31/MWh• 0,00%EAR SIN60,7%▼ 0,33%EAR SE/CO56,1%▼ 0,18%EAR Sul81,3%▼ 0,85%EAR NE67,7%▼ 0,15%EAR Norte71,2%▼ 0,28%ENA SIN150% MLT▼ 7,41%ENA SE/CO103% MLT▲ 1,98%ENA Sul296% MLT▼ 8,07%ENA NE73% MLT▲ 1,39%ENA Norte49% MLT▼ 3,92%
Hidráulica42.377 MW(52%)▼ 14,68%Térmica9.315 MW(12%)▲ 0,18%Eólica14.813 MW(18%)▲ 14,62%Solar12.994 MW(16%)▼ 10,20%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,52%Hidráulica42.377 MW(52%)▼ 14,68%Térmica9.315 MW(12%)▲ 0,18%Eólica14.813 MW(18%)▲ 14,62%Solar12.994 MW(16%)▼ 10,20%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,52%Hidráulica42.377 MW(52%)▼ 14,68%Térmica9.315 MW(12%)▲ 0,18%Eólica14.813 MW(18%)▲ 14,62%Solar12.994 MW(16%)▼ 10,20%Nuclear1.350 MW(2%)▼ 0,52%
PETR4R$ 51,17▲ 4,17%PETR3R$ 56,62▲ 5,10%PRIO3R$ 63,01▲ 3,46%RECV3R$ 11,20▲ 4,97%VBBR3R$ 38,15▲ 2,66%UGPA3R$ 38,61▲ 2,55%RAIZ4R$ 0,35▲ 12,90%CSAN3R$ 4,12▲ 4,04%EGIE3R$ 30,70▲ 4,21%CMIG4R$ 11,41▲ 2,24%CPFE3R$ 48,09▲ 5,67%EQTL3R$ 41,91▲ 3,10%ENGI11R$ 55,15▲ 4,12%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 13,82▲ 6,14%ENEV3R$ 28,71▲ 3,01%TAEE11R$ 42,85▲ 2,49%ALUP11R$ 33,51▲ 3,01%LIGT3R$ 3,77▲ 1,34%PETR4R$ 51,17▲ 4,17%PETR3R$ 56,62▲ 5,10%PRIO3R$ 63,01▲ 3,46%RECV3R$ 11,20▲ 4,97%VBBR3R$ 38,15▲ 2,66%UGPA3R$ 38,61▲ 2,55%RAIZ4R$ 0,35▲ 12,90%CSAN3R$ 4,12▲ 4,04%EGIE3R$ 30,70▲ 4,21%CMIG4R$ 11,41▲ 2,24%CPFE3R$ 48,09▲ 5,67%EQTL3R$ 41,91▲ 3,10%ENGI11R$ 55,15▲ 4,12%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 13,82▲ 6,14%ENEV3R$ 28,71▲ 3,01%TAEE11R$ 42,85▲ 2,49%ALUP11R$ 33,51▲ 3,01%LIGT3R$ 3,77▲ 1,34%
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MME abre consulta sobre PDE 2027-2036 e propõe mudanças estruturais no mercado elétrico

O Ministério de Minas e Energia (MME) lançou consulta pública para o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2027-2036, enquanto outras consultas simultâneas propõem alterações regulatórias que podem redefinir a formação de preços, a alocação de encargos e os custos operacionais no mercado elétrico, com prazo para contribuições até 8 de outubro de 2026.

9 de setembro de 2026 às 16:41Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu consulta pública para o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2027-2036, documento que baliza o desenvolvimento do setor energético brasileiro para os próximos dez anos. Em paralelo, o MME propôs alterações regulatórias estruturais para o mercado elétrico por meio das consultas públicas nº 227, 228 e 229/2026, que visam regulamentar e aprimorar a Lei nº 15.269/2025. As contribuições para estas últimas, que tratam de temas como a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica (TFSEE) e o Encargo de Reserva de Capacidade (ERCap), podem ser enviadas até 8 de outubro de 2026.

Entre as propostas em discussão, o MME avalia reduzir o piso do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) em cerca de dois terços, desconsiderando a Tarifa de Energia de Otimização (TEO) de Itaipu, atualmente em R$ 57,31/MWh. A medida tende a pressionar para baixo os preços de curto prazo e a curva forward, o que pode beneficiar compradores no Ambiente de Contratação Livre (ACL) e reduzir o custo de exposição para distribuidoras, mas geradores podem enfrentar menor rentabilidade. Adicionalmente, a minuta de regulamentação da Lei nº 15.269/2025 prevê uma alíquota de 0,4% da TFSEE sobre o faturamento e a margem agregada dos comercializadores, com possível cobrança retroativa a fevereiro de 2026, elevando diretamente seus custos operacionais.

Outra mudança relevante proposta nas consultas públicas aborda a apuração do Encargo de Reserva de Capacidade (ERCap), que passará a considerar o consumo dos agentes nas horas de maior demanda líquida do sistema, e não mais o pico individual mensal. Essa alteração visa incentivar o deslocamento de carga em períodos críticos e redistribui a alocação de custos, impactando a precificação de contratos e os custos finais para o Ambiente de Contratação Regulada (ACR). As propostas também contribuem para a modernização do setor ao incorporar novos agentes, como armazenadores autônomos e supridores de última instância (SUI), que podem aumentar a flexibilidade e a segurança do sistema.

O PDE 2027-2036, elaborado anualmente pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sob diretrizes do MME, projeta a expansão da capacidade de geração elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) no horizonte decenal. Embora indicativo, o plano é fundamental para balizar investimentos de longo prazo e a formação de preços em leilões futuros, influenciando a percepção de risco e a disponibilidade de lastro no mercado. Atualmente, o PLD no Sudeste/Centro-Oeste está em R$ 114,11/MWh, e a geração eólica representa 24% da matriz elétrica brasileira.

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